Na maioria dos sistemas, a identidade digital de uma entidade é formada por seus atributos exclusivos. Juntos, esses atributos formam um registro que comprova a identidade da entidade e a diferencia das demais.
Por exemplo, a identidade de um usuário humano em uma rede corporativa pode incluir dados como perfis em redes sociais, número de Seguro Social e nome de usuário na rede.
Identidades digitais verificáveis constituem a base da autenticação e da autorização, processos que os sistemas de TI usam para confirmar usuários e conceder o acesso adequado. Usuários humanos e não humanos precisam de identidades digitais para interagir com serviços digitais e entre si.
Identidades digitais confiáveis garantem a pessoas, máquinas, aplicativos e fornecedores de serviços a certeza de que as entidades com as quais interagem são quem dizem ser. As identidades digitais também permitem que os sistemas monitorem atividades e identifiquem quais entidades executam quais ações.
Devido à sua relevância no mundo digital, as identidades digitais são uma grande preocupação para as organizações atualmente. Um estudo da Identity Defined Security Alliance revelou que mais da metade das organizações (51%) considera o gerenciamento e a segurança das identidades digitais uma das três maiores prioridades.1