Um varejista on-line sempre obtém o consentimento explícito dos usuários antes de compartilhar os dados dos clientes com seus parceiros. Um aplicativo de navegação anonimiza os dados de atividades antes de analisá-los para identificar tendências de viagem. Uma escola pede aos pais que verifiquem suas identidades antes de fornecer informações sobre os alunos.
Esses são apenas alguns exemplos de como as organizações apoiam a privacidade de dados, o princípio de que as pessoas devem ter controle sobre seus dados pessoais, incluindo quem pode vê-los, quem pode coletá-los e como eles podem ser utilizados.
Não se pode exagerar a importância da privacidade de dados para as empresas hoje em dia. Regulamentos de grande alcance, como o GDPR da Europa, impõem multas pesadas a organizações que falham em proteger informações sensíveis. Violação de privacidade, seja causada por hackers maliciosos ou por negligência de funcionários, pode destruir a reputação e as receitas de uma empresa. Enquanto isso, as empresas que priorizam a privacidade das informações podem construir confiança com os consumidores e ganhar vantagem sobre concorrentes menos conscientes sobre privacidade.
No entanto, muitas organizações lutam com proteções de privacidade, apesar das melhores intenções. A privacidade de dados é mais uma arte do que uma ciência, uma questão de equilibrar obrigações legais, direitos dos usuários e requisitos de cibersegurança sem prejudicar a capacidade da empresa de obter valor dos dados que coleta.