#Transformação Digital com Chatbots

Soluções de mercado: escolhendo sua prancha (Parte 2)

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De te​mpos em tempos, convidamos parceiros e clientes para compartilhar suas opiniões e percepções sobre as tendências atuais de tecnologia e soluções IBM no Blog de Transformação Digital. As opiniões nessas postagens são próprias e não refletem, necessariamente, as opiniões da IBM.

Após um overview no mundo de possibilidades com Chatbots, vamos seguir no universo das plataformas de mercado. Afinal, no primeiro episódio você conseguiu ver que será mais simples, rápido e seguro, certo?

Vamos lá!

Ei, psiu!

Este artigo é parte da série #Transformação Digital com Chatbots. Acompanhe a tag para ficar por dentro das próximas publicações.

No primeiro episódio da nossa série, “Surfando na onda dos chatbots: um mar de opções”, foram expostas algumas estratégias para quem quer iniciar a transformação digital da sua empresa com chatbots, além das vantagens de se escolher soluções de mercado. Neste segundo episódio, vamos um pouco mais a fundo para entender melhor sobre essas soluções.

Começando pelas semelhanças entre a maioria delas, a primeira são as estruturas de Intenções e Entidades. Estes são conceitos amplamente utilizados e existem muitos materiais na rede sobre eles, mas basicamente, se trata da capacidade de processamento de linguagem natural dessas ferramentas: o NLP.

É na Intenção onde existe a principal estrutura cognitiva de compreensão de linguagem natural.

Fonte: Intenção adaptada de Adopting the power of conversational UX | Chatbots – Deloitte.co.uk/FS

Baseada em interações adicionadas a cada intenção criada, a plataforma gera em seu modelo a capacidade de generalização sobre os exemplos adicionados de interações de usuários.

Outra semelhança é a estrutura na construção dos diálogos. Uma ou outra plataforma não utiliza a construção de diálogo por interface e fluxo, mas, em sua maioria, são utilizados. Inclusive, é possível perceber que plataformas que não usavam em versões anteriores já estão se atualizando e disponibilizando fluxos. Apesar da semelhança para construir fluxos de diálogos básicos, os recursos entre as plataformas na estrutura de diálogo são bem distintos.

E claro, como são todas SaaS, estão disponíveis APIs para integrações.

Agora, sobre as diferenças, talvez a melhor opção seja criar uma espécie de checklist para que seja possível ajudar em sua avaliação. Comecemos com:

  • Interface amigável: existem algumas plataformas que você precisará desenvolver o Chatbot alterando arquivos json; isso traz diversos problemas, tanto de produtividade quanto de manutenção;

  • Contextos gerenciáveis dentro da ferramenta: para quem está começando a desenvolver chatbots, isso ajuda muito. Quando você pode manter contextos em variáveis dentro da ferramenta, você evita de depender de aplicações e bancos externos;

  • Canais e integrações: a possibilidade de ter uma interface já pronta para ser adicionada ao seu site, ou integrações disponíveis para alguns canais, vai ajudar no lançamento do seu Chatbot o quanto antes;

  • Tier free e trial: ter a oportunidade de desenvolver e testar antes de começar a pagar, sem dúvidas, é uma vantagem diferencial;

  • Análises para curadoria: esse é um ponto crucial para o sucesso do seu Chatbot: se não houver curadoria (treinamento contínuo) muito provavelmente você não conseguirá evoluir sua solução e logo frustrará as pessoas que interagirem com ela.

Após passar por esse checklist, você provavelmente terá uma lista de três ou quatro plataformas para o desenvolvimento de chatbots inteligentes, partindo da premissa de que você e nem seu time têm experiência em nenhuma delas, e que os valores estimados para o seu cenário são próximos. Mas ainda resta uma dúvida: será que existem diferenças na capacidade cognitiva entre essas plataformas?

Realizei um estudo dedicado a explorar essa pergunta, e no episódio três vamos nos debruçar sobre essa questão. Não perca!

Um abraço e até a próxima!

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