Quando você recebe uma notificação de uma venda relâmpago, oferta de viagem ou atualização de trânsito, esse alerta veio de um servidor push que o ativou.
As notificações push podem ser baseadas na nuvem ou em aplicativos e são criadas para funcionar com um servidor que fornece a notificação. Uma API é capaz de habilitar essas mensagens de serviços em nuvem como serviços push de aplicativos e da web. Quando uma organização solicita uma notificação push, uma API chama esse serviço e configura a mensagem a ser entregue.
A notificação push aparece na tela inicial do celular ou na tela de bloqueio. Ela também pode aparecer como uma notificação no ícone do seu aplicativo ou na tela inicial do seu desktop ao iniciar o navegador e também durante seu uso.
As organizações enviam notificações push com texto e, mais comumente, com conteúdos avançados, como emojis. Algumas, mas não todas, incluem um link clicável ou uma chamada para ação (CTA), que solicita que o usuário realize uma ação, como concluir uma compra ou interagir diretamente com um site ou aplicativo.
No entanto, as notificações push não funcionam de forma democrática ou uniforme nos navegadores e sistemas operacionais. Embora os navegadores móveis e de desktop mais populares sejam compatíveis com as notificações push do Safari, Firefox, Chrome e Android, a entrega e a experiência são diferentes nesses navegadores.
Para os usuários do Android, em particular, algumas mídias avançadas não estão disponíveis para os usuários com menos probabilidade de realizar atualizações regulares do telefone. Além disso, o cancelamento das mensagens nos dispositivos Android se dá de modo diferente dos dispositivos iOS, pois o usuário precisa desativar o serviço com algumas etapas manuais, embora o Android tenha facilitado esse processo nos últimos anos.
Compreender as diferenças nas limitações e permissões de dispositivos, navegadores e sistemas operacionais é importante para as organizações que buscam atingir suas metas com as notificações push.