IBM coloca os Power Systems no centro de sua estratégia de nuvem híbrida

By | 7 minute read | 15/04/2021

Periodicamente, nós convidamos líderes pensadores da indústria para compartilhar suas opiniões e insights sobre as tendências atuais da tecnologia no blog de infraestrutura de TI da IBM. As opiniões expressas nesses posts são próprias e não refletem necessariamente o ponto de vista da IBM.

Os clientes sabem que as principais estratégias da IBM são: nuvem híbrida, IA e modernização de aplicações. Essas estratégias dão suporte à migração acelerada dos clientes para a nuvem híbrida e para sistemas de negócios mais versáteis e flexíveis, além de adequados às condições de negócios do “novo normal”. O mundo do novo normal demanda segurança, maior eficiência e mais consistência, sem espaço para erros, falhas de segurança ou lentidões.

No início da pandemia da COVID-19, as principais prioridades dos clientes eram atender às condições de negócios novas e em processo de mudança da seguinte forma:

  • desenvolvendo e testando rapidamente aplicações modernizadas;
  • migrando aplicações de negócios bem estabelecidas para a nuvem;
  • dimensionando as aplicações críticas para atender aos novos padrões de acesso e demanda do usuário final.

O que os clientes talvez não saibam é que a IBM está colocando os IBM Power Systems no centro das 3 principais estratégias de nuvem híbrida. Os anúncios da IBM, de fevereiro de 2021, mostram que os Power Systems são plataformas importantes para a modernização, a implementação e o gerenciamento de aplicações, conforme os clientes atualizam as aplicações críticas para execução na nuvem híbrida, abrangendo data centers, nuvens privadas e nuvens públicas.

As empresas estão deixando as nuvens híbridas prontas para trabalhar no mundo real

Modernização é um termo amplo, apresentando aplicações e dados transacionais importantes, acelerando o desempenho e aumentando a eficiência e a flexibilidade para corresponder às alterações nas condições de negócios. É um processo que pode ser executado pelas equipes de DevOps internas, por recursos externos ou por ambos, trabalhando em conjunto.

Quando a revolução da nuvem começou, entre 2008 e 2009, ela foi promovida pela rápida mudança nas condições econômicas que favoreceu os serviços implementados rapidamente em vez dos serviços que exigiam a construção de uma infraestrutura. Os executivos de negócios conseguiam iniciar projetos de desenvolvimento e teste de aplicações usando o cartão de crédito corporativo.

Hoje, a pandemia da COVID-19, que começou em 2020, está acelerando uma nova onda de migração para a nuvem, à medida que várias aplicações de negócios estão sendo reinventadas (modernizadas) para serem usadas na nuvem híbrida. Os serviços de nuvem baseados em assinatura e pagos conforme o uso são os equivalentes modernos ao cartão de crédito para computação em nuvem.

O processo de modernização, agora em andamento, permite que as empresas aproveitem a economia da nuvem para vincular os sistemas de funções administrativas de apoio aos sistemas de atendimento ao cliente. Em muitos casos, esta é a primeira vez que os sistemas de TI de funções administrativas e de atendimento ao cliente estão sendo perfeitamente conectados e gerenciados, geralmente por uma única equipe de operações.

Os Power Systems são adequados às necessidades dos projetos de modernização de a aplicações, oferecendo suporte aos containers do Red Hat OpenShift, ao Kubernetes de software livre para orquestração e ao Red Hat Ansible para implementação de aplicação. Os Power Systems são conhecidos como mecanismos de análise de dados de IA/ML, que trabalham com recursos de dados locais e externos para melhorar os resultados de negócios encontrando padrões nos dados.

Vale ressaltar que, tanto para implementações de escalabilidade vertical quanto de escalabilidade horizontal, os Power Systems hospedam as aplicações personalizadas dos clientes, o SAP ERP, o SAP/HANA, as a aplicações de serviços de saúde EPIC e a análise de SAS nos ambientes Linux, AIX e IBM i. Todos esses ambientes são executados lado a lado nos Power Systems e escalados verticalmente por meio da ativação de mais núcleos do processador POWER, conforme aumenta a demanda de recursos do usuário.

3 exemplos de cliente

Aqui estão exemplos de empresas mundialmente conhecidas e ativamente engajadas na atualização dos sistemas mais antigos, na criação de novos sistemas e na harmonização entre eles por meio do gerenciamento conjunto, em uma estrutura unificada e flexível:

  • A Coca Cola European Partners está executando as aplicações corporativas SAP nas plataformas HANA na nuvem híbrida. Essa empresa multinacional, com escritórios em todo o continente europeu, está escalando verticalmente o processamento do SAP com clusters dos Power Systems, atendendo à crescente demanda por serviços de ponta a ponta.
  • Delta Airlines. A Delta anunciou que está trabalhando com a IBM Cloud para acelerar a migração para a nuvem de suas aplicações corporativas mais avançadas, conforme suas unidades de negócios desenvolvem novas aplicações nativas da nuvem que serão usadas pelos passageiros. Na nuvem híbrida, algumas das principais aplicações críticas da companhia aérea serão executadas nos Power Systems espalhados pelo mundo, e algumas delas serão executadas nos mainframes IBM Z na IBM Cloud.
  • A Shree Cement Ltd., uma das maiores provedoras de cimento da Índia, está escalando verticalmente seus recursos de TI por meio da execução de containers OpenShift nos clusters dos Power Systems. Suas aplicações estão em execução nos recursos Red Hat Enterprise Linux (RHEL) e IBM AIX Unix, incluindo bancos de dados escaláveis em execução nos IBM Power Systems.

Preparando-se antecipadamente para as tarefas de negócios

A reformulação de aplicações críticas pode ser tão difícil quanto atualizar a programação de uma companhia aérea enquanto a frota aérea da empresa está voando pelo mundo. O tempo é essencial para os grupos de DevOps. A confiabilidade e a flexibilidade também são imprescindível para uma companhia aérea global voltada ao cliente que precisa de disponibilidade dos sistemas 24 horas por dia, 7 dias da semana.

Esses fatores são os principais motivadores da mudança no ambiente do novo normal ao redor do mundo. As coisas não podem continuar como eram, porque havia muitas “ilhas de automação” que não conseguiam trabalhar em conjunto com facilidade. Para muitas empresas, era e continua sendo difícil encontrar os conjuntos de qualificações específicos da plataforma para gerenciar todos os sistemas da empresa. Ao colocar os recursos de computação, armazenamento e rede juntos em uma nuvem híbrida gerenciada de modo consistente, os clientes podem usufruir de um poder de processamento significativamente maior, com mais rapidez do que antes.

Ao serem implementados na nuvem híbrida, as aplicações modernizadas serão executadas, literalmente, no mundo todo, em todos os principais fusos horários. Com a aceleração das migrações, as empresas passarão mais rapidamente para a nuvem híbrida, ativando tanto aplicações nativas em nuvem quanto aplicações corporativas.

Os elementos comuns dessas soluções modernizadas de ponta a ponta, entre as plataformas, são os containers da Red Hat Open Shift para implementar aplicações em vários sistemas host (Power, x86 e z), e o software de gerenciamento Red Hat Ansible. Os Power Systems, executando o Linux, o AIX e o IBM i, desempenham funções importantes nos projetos de modernização, dando suporte às equipes de DevOps para desenvolvimento de aplicações e hospedando aplicações e dados de produção conforme a demanda aumenta.

Os anúncios recentes da IBM sobre o Power fornecem recursos escaláveis e preços flexíveis na nuvem híbrida. A oferta Power Private Cloud with Dynamic Capacity permite que os clientes tenham acesso a preços baseados em consumo semelhante ao da nuvem, conforme mais núcleos do processador POWER9 são incluídos, para dar suporte ao rápido aumento das aplicações críticas. Essa oferta será ampliada para os processadores POWER10 quando eles chegarem aos Power Systems ainda neste ano.

Conclusão

A nuvem híbrida e a modernização permitem que as empresas alinhem os objetivos de negócios aos objetivos de TI para obter alta disponibilidade, resiliência e flexibilidade. Essas empresas têm um modelo operacional consistente que vincula os data centers, as nuvens privadas e as nuvens públicas implementados em toda a empresa e no mundo todo. Uma estratégia de nuvem híbrida, que combina sistemas de front-end para consumidores e sistemas de back-end para aplicações corporativas e transações financeiras, soluciona diretamente esses dois aspectos importantes da computação corporativa de ponta a ponta.

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