Segredos do CIO: construindo uma nuvem híbrida segura

By | 3 minute read | 18/01/2021

Sabemos das ameaças externas, violações de segurança, ataques de ransomware e invasões que muitas organizações sofrem diariamente. É preocupante o fato de que grande parte das organizações ainda não têm a segurança da infraestrutura de nuvem e de sistemas no topo da lista de prioridades. Até que, de fato, ocorra uma violação de segurança com grande repercussão e com grande impacto para os negócios.

Portanto, questione: será que a sua empresa está dando a devida prioridade para investimentos em segurança da tecnologia da informação? Lembre-se que uma única violação de segurança e privacidade dos dados pode representar custos elevados e alto risco de perda de clientes, pois terão a confiança abalada nos serviços prestados pela sua empresa. E a nuvem apresenta diversas oportunidades para operar e inovar com mais agilidade, eficiência e segurança.

Um estudo recente de um fornecedor online, realizado com 6.000 profissionais de segurança da informação, descobriu que quase 2/3 das empresas tinham sofrido uma violação de dados nos últimos 3 anos. E aquelas que não passaram por isso, têm certeza de que são constantemente vistas como potenciais alvos de ataques.

Descobriu-se também que “as vulnerabilidades de segurança e as violações de dados são as maiores causas de tempo de inatividade para muitas organizações”, segundo a diretora de pesquisas para desenvolvimento e entrega de software na CCS Insight, Bola Rotibi.

Como criar uma nuvem híbrida segura?

Encontrar uma violação de segurança pode demorar dias, semanas e meses antes da organização perceber que tem ou que tinha uma vulnerabilidade, que houve uma violação… aí o estrago já estará feito! Os dados já foram perdidos e expostos, pessoas e empresas já foram prejudicadas.

Quando falamos de vulnerabilidades de segurança, pensamos automaticamente em ameaças externas. Mas, e quanto às ameaças internas oriundas de erros humanos ou até mesmo de más intenções? E quanto aos funcionários saindo da organização?

A criptografia seletiva é muito usada por organizações e isso é preocupante, já que apenas uma porcentagem muito baixa dos sistemas corporativos encontra-se criptografada. Algumas organizações criptografaram uma pequena porcentagem ou apenas metade dos seus dados.

Adicionalmente, regulamentações como GDPR (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados) na União Europeia e LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) no Brasil, obrigam as empresas a garantir que todos os dados armazenados relacionados aos seus clientes e usuários estejam devidamente protegidos.

Portanto, para proporcionar a devida proteção aos dados, é preciso criptografar tanto o que está em trânsito como o que está em repouso, de forma ágil e transparente.  Certifique-se de que tudo o que você tem na nuvem híbrida está criptografado de ponta a ponta, para assegurar-se de que todos os dados estão devidamente protegidos. E de que as informações estão com os níveis de privacidade rigorosamente controlados, com o acesso autorizado apenas às pessoas certas. Com essa criptografia abrangente, os dados e aplicações estarão menos expostos a ataques e roubos.

Em um cenário atual tão desafiador, líderes e executivos necessitarão tornar o investimento em segurança da informação como uma das suas maiores prioridades em 2021. A segurança da informação não precisa ser vista apenas como uma preocupação: é também uma excelente oportunidade para a sua empresa se destacar da concorrência, ao passar maior confiança e credibilidade para os seus clientes.

>> Assista ao replay do webinar para saber mais.

>> Se você tem alguma dúvida sobre como construir uma nuvem híbrida segura, enviei uma mensagem para o especialista da IBM com suas necessidades e desafios na retomada dos negócios.