Cultura

Museu do Amanhã comemora dois anos com lançamento de experiência em Inteligência Artificial

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O Museu do Amanhã – o mais visitado do país, já recebeu cerca de 2,5 milhões de pessoas desde sua inauguração – comemora dois anos de operação em dezembro com mais uma grande novidade: a primeira extensão da Exposição Principal, que será baseada em Inteligência Artificial. A partir do dia 16 (sexta), abre ao público a IRIS+, projeto que permitirá ao visitante aprofundar sua experiência no Museu do Amanhã. O assistente cognitivo construído com IBM Watson – plataforma de Inteligência Artificial para negócios — foi desenvolvido não somente para responder aos visitantes, mas também formular perguntas. Após motivar uma reflexão ao longo da mostra sobre a atual época geológica em que vivemos, o Antropoceno, a intenção com a IRIS+ é encorajar o visitante a pensar sobre seu papel na sociedade e a agir para um amanhã mais consciente, tolerante e sustentável.

“Para nós, o amanhã é hoje e hoje é o lugar da ação. Esse chamamento inclui muitas propostas que vão da sustentabilidade do planeta à forma como convivemos uns com os outros. E já é hora de pensarmos como vamos conviver com as máquinas, com a inteligência artificial, usando a tecnologia em favor da união entre as pessoas, integrando pensamentos e atitudes em prol do planeta. É esse diálogo a que se propõe a IRIS+”, explica Ricardo Piquet, diretor-presidente do Museu do Amanhã, completando que a instituição está trabalhando para democratizar o tema Inteligência Artificial.

Ao chegar ao Museu do Amanhã – um espaço de ciências, que examina o passado, apresenta tendências do presente e explora cenários possíveis para os próximos 50 anos –, o visitante recebe o cartão da IRIS, a assistente virtual da instituição. Ao longo do percurso narrativo, que é norteado por perguntas que acompanham desde sempre a humanidade (De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?), esse cartão registra os dados da pessoa, abrindo as experiências interativas da Exposição Principal.

A nova experiência chamada IRIS+ também será acionada por esse cartão (da IRIS). Mas a diferença é que, ao final do percurso, ao lado da área NÓS, a IRIS ganhará voz – deficientes auditivos, ou quem preferir, poderão conversar por chat – e falará diretamente com o visitante. Serão seis totens de autoatendimento, sendo dois para uso prioritário de cadeirantes e crianças. O diálogo inicia com a indicação do visitante sobre a sua principal preocupação a partir do que acabou de vivenciar.

Como funciona a IRIS+

No desenvolvimento da aplicação, foi utilizada a API (Application Programming Interfaces) Watson Conversation Service (WCS), hospedada na IBM Cloud. A aplicação foi treinada para responder dúvidas e também fazer perguntas, guiando um diálogo com os visitantes sobre os dois eixos temáticos principais do Museu do Amanhã: sustentabilidade e convivência.

O visitante será questionado sobre como ele poderá modificar sua preocupação e, a partir de sua resposta, a IRIS+ apresentará, por exemplo, projetos de diversas organizações, fundações e instituições do Brasil, cadastradas pela equipe do Museu do Amanhã, que possam levá-lo a um engajamento social.

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