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Oi Taurion,<div>&nbsp;</div> Não posso falar por todos os usuários de programas de apresentação mas pelo que vejo em palestras, a maior contribuição do PP foi estimular a preguiça dos palestrantes. Uso o OOo não apenas para organizar as apresentações mas principalmente para ilustrá-las. Muitas vezes, no entanto, vemos palestrantes com telas sobrecarregadas de texto que são lidas em voz alta pelos mesmos.<div>&nbsp;</div> Esta forma de lidar com transparências começou quando pudemos começar a fotocopiar texto para transparências. Na época, foi uma revolução que acabou sendo usada para projetar páginas de livros à guisa de apresentações...<div>&nbsp;</div> Muitos se esquecem que vamos a uma palestra para ouvir o conteúdo exposto pelo palestrante e não para ler este mesmo conteúdo em uma tela.<div>&nbsp;</div> Para o conteúdo, existem as anotações...

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Oi Cezar, eu estou experimentando o Prezi, que traz uma nova abordagem em termos de apresentações. Ainda está em beta. Essa aqui, eu criei esta semana: http://prezi.com/25890/view/#104<div>&nbsp;</div> Abs,

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É muito comum cairmos no erro de transformar a ferramenta no propósito da atividade e esquecermos para que a estamos utilizando e o problema que você relata não é exceção. Somente pelo fato de podermos entupir um slide com textos ou colocar animações de gosto duvidoso, já nos sentimos "empolgados". <div>&nbsp;</div> Todo palestrante deveria ter como prática um exercício simples: para qual público estou falando e qual o conteúdo que eu espero que eles já tenham?<div>&nbsp;</div> Descobri, com boas e más experiências, que este é sempre um bom caminho. Numa interação que tive com clientes, fui solicitado a fazer uma apresentação genérica para um time de arquitetura. Quando questionei a pessoa que me solicitou esta participação, ficou claro que as pessoas com que eu ia falar já tinham conhecimento técnico bastante e que usar PPTs padrão só os colocaria para dormir. Minha solução foi criar um deck bem simples, cada slide contendo um diagrama que representava os possíveis cenários que seriam abordados na reunião, transformando-a numa das mais produtivas, tornando-se uma de minhas prática a partir desse dia: em grupos pequenos com equipes técnicas, conduza como brainstorming, usando slides como guia da discussão. Às vezes vale a pena projetar o diagrama sobre um quadro-branco, usando as canetas sobre o diagrama para exemplificar as idéias e conseguir chegar a um acordo com a audiência (é comum os membros da equipe levantarem e desenharem junto com você).<div>&nbsp;</div> Dica importante: NÃO LEIA seus slides. Deixe um texto, mas como palestrante você tem que fazer uma narrativa sobre o assunto e não uma simples leitura.Em suma, a ferramente (não importa qual) é apenas suporte às suas idéias e à sua performance como palestrante. Não faça dela o objetivo de sua apresentação. Faça dela o complemento da sua mensagem.

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Olá Taurion,<div>&nbsp;</div> é muito interessante ver esse seu texto, pois vem exatamente de encontro com dúvidas que me faço quando atendo uma palestra.<div>&nbsp;</div> Parece-me que o PP é a ferramenta perfeita para uma prática muito comum e antiga de apresentar idéias que não devem ser rebatidas ou analisadas. A forma em que um palestrante discorre sobre determinado assunto de forma a não deixar que ninguém o interpele com questões que podem invalidar ou acrescentar novos argumentos ao assunto em questão.<div>&nbsp;</div> Pode ser daí que as universidades adotaram o modelo PP de aulas com tanto fervor. Pois a atitude de grande parte dos professores é a de detentor do conhecimento e uma apresentação rápida pode ser o escudo protetor que o professor em questão precisa.<div>&nbsp;</div> Talvez uma saída seja rever a motivação inicial de se fazer uma palestra e a partir daí pensar em quais ferramentas podem ser usadas como suporte para uma comunicação efetiva, feita entre o palestrante e os outros participantes da palestra.<div>&nbsp;</div> A idéia de dar um papel com um resumo, ou com pontos para serem pensados, antes do início da palestra/discussão parece muito boa.<div>&nbsp;</div> mario h.c.t.

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Não quero cuspir no prato em que como, afinal também faço uso de slides para apresentar idéias e informações desde o tempo do retroprojetor.<div>&nbsp;</div> Mas o fato é que com o advento dos programas de apresentação para PCs surgidos em meados da década de oitenta - em um movimento iniciado pelo Harvard Graphics e continuado pelo Forethought Presenter (depois renomeado para Powerpoint e adquirido pela Microsoft) e pelo Lotus Freelance - a coisa ficou muito mais fácil... para só para os apresentadores!<div>&nbsp;</div> Porque creio que do lado da platéia, de uma forma geral a coisa piorou, pois passamos a ter muito mais palestras sobre qualquer coisa, dada por qualquer um e preparada e apresentada de qualquer jeito... No fundo é a velha questão da quantidade vs. qualidade tão comum nesses tempos de Internet com banda larga e conteúdo exponencial.<div>&nbsp;</div> Pense, por exemplo, em quantas palestras você assistiu nos últimos meses e quantas dessas resultaram em algum apendizado, uma nova idéia, enfim que fizeram mesmo alguma diferença pelo tempo (e dinheiro) que lhe tomaram.<div>&nbsp;</div> Essa discussão me faz lembrar os trabalhos do prof. Edward Tufte, da universidade de Yale, que publicou na revista Wired o texto "PowerPoint is Evil"(http://www.wired.com/wired/archive/11.09/ppt2.html), cuja síntese era: "Ok.o poder corrompe, mas o Powerpoint corrompe muito mais!".<div>&nbsp;</div> O prof. Tufte, que é um crítico contumaz do "estilo powerpoint", nos diz que esses zilhões de slides usados mundo afora acabam por criar um dominio totalitário do apresentador sobre a platéia; e que ao inves do programa complementar uma apresentação, tornou-se um substituto da mesma, fazendo com que o objetivo principal que é o compartilhamento de informações e ideias" fiquem relegados a um segundo plano, com o favorecimento do "show" proporcionado pelo elemento visual da ferramenta. Mais sobre isso em:http://www.edwardtufte.com/tufte/books_pp<div>&nbsp;</div> [ ]s<div>&nbsp;</div> M. Sáviohttp://www.linkedin.com/in/msaviohttp://msavio.myplaxo.com/

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Quando monto apresentações, uso o máximo de gráficos que ilustram idéias e o mínimo de palavras.<div>&nbsp;</div> As palavras eu vou soltar na hora de apresentar e interagir bastante com o desenho para prover uma mapa visual da idéia e fixá-la na cabeça do ouvinte.<div>&nbsp;</div> Se há muito texto escrito, o cérebro do ouvinte não consegue se dividir entre ler e ouvir. No fim não absorve nada.<div>&nbsp;</div> Como muitos comentaram aqui, o pior erro de um apresentador é fazer páginas cheias de texto e ficar simplesmente lendo. Melhor teria sido se tivesse mandado o artigo-em-forma-de-apresentação por e-mail.<div>&nbsp;</div> Achei bem legal esse Prezi indicado pelo Claudio Soares acima.

7 localhost commented Permalink

Estou lendo o livro Presentation Zen do Garr Reynolds, onde o autor propõe uma abordagem Zen na elaboração de uma apresentação (inclusive os slides em PP).<div>&nbsp;</div> É uma abordagem que mescla princípios de design com princípios do Zen.<div>&nbsp;</div> Quase todos pontos listados no post e nos comentários estão no livro (os bons e os ruins), o que dá ao livro uma característica de "Manifesto por mais respeito aos ouvintes/participantes de palestras enfadonhas!".<div>&nbsp;</div> Muito interessante.<div>&nbsp;</div> <div>&nbsp;</div> <div>&nbsp;</div>