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Cesar, o linque do pdf parace estar errado. Poderia conferir.

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O seu linque parece certo, mas qdo copio dá errado. Funciona procurar no Google por ele.

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O link para o documento é http://www.naa.gov.au/images/xena_brochure[1]_tcm2-918.pdf.<div>&nbsp;</div> Achei o post excelente e vou estudar o Xena com maior profundidade.<div>&nbsp;</div> É interessante ver como um país pobre como a Austrália, que possui poucos recursos públicos para a aquisição de licenças de software tem seu arquivo nacional com base em padrões abertos, o que os permite utilizar quaisquer soluções (livres ou não).<div>&nbsp;</div> Quando comparamos ao Brasil, um país riquíssimo, sem problemas sociais para serem resolvidos com dinheiro público e portanto com muitos recursos para a aquisição de licenças de software, fica clara que a situação é realmente a mãe de todas as inovações, neste caso o armazenamento de documentos em padrões abertos.<div>&nbsp;</div> Quem dera o Brasil tivesse as mesmas difíceis condições financeiras da Austrália para que os gestores públicos se sensibilizassem com o problema... Nossa riqueza é realmente um problema...

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Vinicius, desculpe o bug...O Jomar consertou o problema! E Jomar tem toda a razâo!!! Excelente comentário.

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Realmente, muito importante o assunto. <div>&nbsp;</div> As maiores dificuldade que encontro em conversando com o público leigo (alias, nem sempre tão assim) tentando convence-los da importância do assunto são duas. A primeira é de fazer os meu interlocutores compreender a relevância do assunto para (entre outras coisas) o potencial de inovação. Eu gostaria de ter alguns exemplos a mão que fossem ilustrativos que ressaltassem a importância dos padrões serem abertos. <div>&nbsp;</div> A segunda diz respeito ao custo da mudanca. Os custos individuais da mudanca são muito altos, enquanto que a vantagem do esforco é coletiva (típico dilema dos prisioneiros), portanto acredito que necessite de acoes governamentais como o Computador para Todos.

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Cesar,<div>&nbsp;</div> gostaria de aproveitar para fazer um comentário de uma grande oportunidade que acho que a comunidade deixou passar. Gostaria de saber a sua opinião é do Jomar também.<div>&nbsp;</div> Na minha opinião, o OpenOffice (e outrod odf) precisaria de um ganho de vantagem que fizessem os usuários normais estarem dispostos a pagar o preco de uma troca. Ou de uma outra forma: como alguém pró odf poderia propor (ou seria impor?) bem fundamentadamente uma proposta por um outro padrão para os usuários .doc (como foi no caso de gerar pdf do OOo, mas essa foi não foi grande o suficiente)? Se a funcionalidade for a mesma, é difícil, mas veja uma oportunidade pela qual estamos passando.<div>&nbsp;</div> Recentemente escrevi uma proposta de projeto em conjunto com outras pessoas. Usamos o google docs, por ser uma forma simples de fazer colaboração sem que ninguém "trave" consigo o documento. O google doc é excelente para colaboração, mas nao o considero suficientemente bom para trabalhar. É lento, sem muito recursos, de difícil formatacao, entre outras coisas.<div>&nbsp;</div> Aí esbarrei com a funcionalidade IMAP do gmail. Simplismente fantástica: as vantagens de um cliente de emeio e de webmail. Nao há desvantagem. Entao, agora imagine a possibilidade que há para o odf via Google Docs. Bom o OpenOffice e outros com suporte a odf sao gratis. O que se precisaria é de um plugin no OpenOffice e Abiword e outros para que se trabalhe à la IMAP. Permitindo entao colaboracao, com controle de revisao, mas disponibilizando toda a riqueza desses programas. Na situação oportuna, cairia perfeitamente propor uma mudança, já que o ganho seria brutal. O pior é que agora a live-document.com acabou de lancar coisa parecida só que para Office.<div>&nbsp;</div> Não sei se vocês concordam com a oportunidade, mas, caso afirmativo, tem muito mais influência do que eu para sensibilizar as pessoas chave da comunidade.<div>&nbsp;</div>

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Vinicius, voce tocou em pontos importantes. Uma das principais barreiras às mudanças é a acomodação. Veja que na vida pessoal é assim: voce só toma cuidado com a saude quando algo mais grave acontece...por exemplo, um infarto obriga o sujeito a mudar seu estilo de vida. A mudança nao pode ser encarada pelo viés de troca de tecnologia, mas pela estratégia de não continuar dependente de tecnologia. Deve começar com o governo, que nao pode ao mesmo tempo criar mecanismos de combate a monopolios (vide CADE) e indiretamente obrigar aos cidadaos a fortalecerem o monopolio do formato de documentos. Um documento publico nao pode ser restritivo em seu acesso. Aliás, a democracia exige que não hajam restricoes ou imposicoes (tipo para acessar este documento use a tecnologia x). Com apoio do governo, cria-se um efeito de rede, fazendo com que mais e mais usuarios usem o padrao aberto.Por outro lado, estas novas funcionalidades podem ser implementadas mais facilment em solucoes tipo OO pois sao open source. Nao precisa esperar que o fornecedor implemente...Uma sugestao: porque as universidades brasileiras nao se engajam neste processo, desenvolvendo novas funcionalidades para acesso ao ODF?

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Vinicius,<div>&nbsp;</div> Gostei muito da sua idéia e tá aí um exemplo do tipo de inovação que o ODF permite.O suporte ao controle de versão e alterações que você comentou já são nativos do padrão e por isso o cenário que você apresentou é tecnicamente viável.Uma das coisas que eu adoro no software livre, e já perdi inúmeras madrugadas por conta disso (a do último sábado foi uma delas) é a possibilidade que temos de montarmos soluções tecnicamente complexas para atender as nossas própdias necessidades apenas dando uma boa vasculhada no que existe de software bem feito no SourceForge.O mais legal é que este tipo de solução é igual uma receita de bolo. Você inventa e a torna pública uma receita básica e pouco tempo depois você descobre que já transformaram o seu bolo em um bolo de 16 andares coberto com creme francês !!! E o mais legal é que você sempre será reconhecido como o criador da receita.Estou falando isso para te incentivar a montar a sua própria solução para a gestão dos documentos. Só como dica (se eu der o caminho todo vai perder a graça), dê uma olhada em um projeto chamado GmailFS que te permite montar em seu computador um sistema de arquivo (ex. Drive J:) usando a sua conta do Gmail para o armazenamento dos dados. Usando isso, você lê e escreve na Web como se estivesse gravando em seu próprio HD.Essa é uma das soluções e te incentivo realmente a encontrar a sua própria. Só assim nós brasileiros poderemos ter destaque na comunidade internacional de TI. Talvez não tenhamos tanto talento assim para programação (eu honestamente acho que temos sim), mas que nós sabemos dar um "jeitinho" melhor que qualquer um, isso eu te garanto.Te passei o meu "jeitinho", mas tenho certeza que você terá criatividade para montar o seu... e não esqueça de compartilhar :)

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Caro Jomar<div>&nbsp;</div> Muito obrigado pela dica. Eu teria que aprender um pouco mais sobre odt. Sei que é algo como um xml compactado. O que é interessante disso é que talvez com um script de desempacotamento e empacotamento mais um servidor subversion deva-se fazer o trabalho e muito bem feitinho. Vendo sob esse aspecto, o fato de ser principalmente arquivos texto e com suporte a versão faz uma boa diferenca.<div>&nbsp;</div>

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Aparentemente uma extensão do OpenOffice ligando ao Google Docs está quase lá. Na minha opinião só falta atualizar os documentos ao invés de criar novos. Para os interessados:<div>&nbsp;</div> http://extensions.services.openoffice.org/project/ooo2gd

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hello!