Comentários (2)

1 AntonioFonseca comentou às Link permanente

Não tenho certeza se concordo completamente com esse ponto de vista. Em vários aspectos as conjecturas de vocês estão corretas, no entanto acho que a percepção está sendo influenciada demais pelos paradigmas vigentes, explico: ainda é cedo para aplicar um veredicto. <div>&nbsp;</div> Notem que algumas correntes inclusive propõem o oposto quanto a visão ou mentalidade do "mínimo denominador comum" para o desenvolvimento de apps. Elas estimulam a exploração de todos os recursos proporcionados pelo hardware, evitando o uso de ferramentas de desenvolvimento comuns ou multiplataforma. A principal proponete desse modelo tem sido a Apple e consta que tem obtido um estrondoso sucesso. <div>&nbsp;</div> Com o passar do tempo também é possível, até provável, que as apps tornem-se mais sofisticadas acompanhando a evolução do hardware (hardware e software estão cada vez mais intimamente relacionados). Mas isso também não significa necessariamente que as apps abrirão da simplicidade. <div>&nbsp;</div> Suspeito que simplicidade sofre proporcionalmente maior influência dos paradigmas de interface com usuário, que dos requisitos funcionais no cenário das apps. <div>&nbsp;</div> Também não acredito que apps estão "condenadas" permanecer na versão 1. Já existem exemplos disso e foco não está em oposição à maturidade. <div>&nbsp;</div> Hoje os principais proponentes do modelo de apps em mobilidade são Apple e Google (apesar do ingresso recente da Microsoft, ela ainda não possui volume ou relevância suficientes para ditar tendências), ambas estão trabalhando de forma a criar um ecossistema que vai muito além dos recursos das próprias apps e dos serviços de retaguarda proporcionado pelos desenvolvedores. <div>&nbsp;</div> Acredito que o motor da inovação do fenômeno das apps não está circunscrito às apps em si. Não apenas. Estamos acompanhando uma mudança de paradigma mais profunda no mercado, que inclusive já alterou antigos hábitos do usuário.

2 ctaurion comentou às Link permanente

Oi Antonio, excelentes comentarios. Minha proposta é que as apps continuem simples, focadas, mas integradas com informações corporativas e complexas, acessadas via APis. Os aplicativos em SOA (o termo caiu em desuso, mas os principios estão mais váildos que nunca) serão a base para esta nova arquitetura. Assim teremos apps simples, mas com acesso a informações bem abrangentes. Veja uma analogia simples: o buscador de maior sucesso é o Google porque optou pela simplicidade. O que a pessoa queria era uma busca e não um monte de informações como era o paradigma portal do Yahoo, que então dominava o cenário. O mesmo, na minha opinião se aplica aos apps. Farão uma unica coisa, mas integrados ao mundo dos dados corporativos.