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1 MoacyrMello commented Permalink

Aí Rodolpho, como vai? Gostei da sua dica de livro do Adrian Cho. Realmente um músico tem a chance de ver (...ver ou ouvir?) um outro lado da questão. A interessante coincidência é a comparação que podemos fazer entre os processos ágeis de uma banda de Jazz, e processos definidos como numa orquestra. Lembra o marqueting em torno da primeira versão de lançamento do RUP (Rational Unified Process)? Era um maestro regendo uma orquestra sinfônica. <div>&nbsp;</div> Esse papo de jazz versus orquestra, ilustra até as questões de aprendizagem: numa orquestra vc precisa treinar muito bem seus músicos antes de tocar para o público. Numa reunião de jazz já contamos com o conhecimento individual e aprendemos fazendo e tocando juntos. Interessante, até na aprendizagem as coisas ficaram mais leves. Como disse um educador, acho que foi Welchman, "Se alguém não pode aprender da maneira que é ensinada, é melhor ensiná-lo da maneira que ele pode aprender". <br /> [ ]'s, Moa

2 RodolphoUgoliniNeto commented Permalink

Pois é seu Moa! Pensei exatamente na mesma coisa: a figura do Maestro versus a banda de Jazz... e o RUP como "partitura". As coisas evoluiram, mas muitos dos princípios permanecem válidos (como em tudo e sempre), porém como você disse: tudo mais leve. <div>&nbsp;</div> Essa analogia daria um bom artigo não? Inclusive misturando um pouco de Lean... aproveitando, você poderia escrever um artigo seguindo a linha daquele "Uma estória atual..." só que sobre Lean, já que você viveu o início do movimento (lembrei-me da história do Semler que você me contou).