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Concordo plenamente, no Brasil falta uma coisa importantíssima para com os outros: RESPEITO!<div>&nbsp;</div> Senti um tom de desabafo seu nest post. Eu tambem estou precisando fazer isso hein, vou aproveitar. :-)<div>&nbsp;</div> Ontem ministramos uma palestra em uma faculdade parceira. Estava marcado para começar as 9. Começou as 9:30:<div>&nbsp;</div> - O palestrante anterior tomou mais tempo do que deveria.- O coordenador do evento quis fazer um intervalo de MEIA-HORA entre as palestras.- Os alunos demoraram para voltar.- Quando voltaram, ainda fizeram um sorteio de brindes antes da palestra!- Ao final da palestra, NENHUM professor foi tomar a palavra e seguer nos agradecer.<div>&nbsp;</div> Moral da história: Nem pagando volto nessa faculdade. Me senti ofendido. Viajamos 450 kilometros, sem ganhar nada para isso, e não tiveram o mínimo de respeito com nós.<div>&nbsp;</div> O brasileiro tem muito a evoluir mesmo.

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“Falta de pontualidade é atraso em todos os sentidos”<div>&nbsp;</div> Cezar, seu post sobre os “Maus hábitos” levou-me a compartilhar contigo minhas conclusões referentes a este assunto. Sou brasileiro, filho de europeus para quem o atraso – por menor que fosse – representava desrespeito e falta de consideração pelo outro. O melhor era chegar cinco minutos antes. Como conciliar esta postura com as práticas predominantes na cultura brasileira? Por isto desde pequeno sou sensível a esta temática.Uma reflexão marcante ocorreu nos anos ’70 quando um colega brasileiro recém-chegado de uma experiência de vários meses nos EUA comentou, em tom crítico, sobre a sociedade que visitara: ”... um povo frio, distante... imagine você que apenas depois de muitos meses de convivência é que me convidaram para uma reunião social na casa deles... o convite foi feito com duas semanas de antecedência, havia horário para chegar e ir embora e especificava que eu devia trazer uma garrafa de vinho...”. Em síntese: um forte contraste com nossas informalidades do “aparece lá em casa”, “fica para jantar” e “venha comigo na festa de beltrano (mesmo que não tenha sido convidado)” entre outras que AINDA (embora cada vez menos) estão presentes na nossa cultura. Realmente os EUA pareciam um país de pessoas frias e desalmadas, egoístas, fechadas e calculistas.Com o passar do tempo vejo que o tempo médio dos atrasos vem se reduzindo e as informalidades acima referidas vão se transformando em práticas parecidas com aquelas que meu colega criticava. Hoje – principalmente nos grandes centros – já não se pode “ir aparecendo sem avisar” e quando se faz uma reunião não há nada de mais em pedir para as pessoas trazerem algo.Tenho certeza de que se analisar sua experiência de “Maus hábitos” dentro do Brasil verá que o tempo médio de atraso varia regionalmente. Se em SP-Capital meia-hora de atraso é um absurdo, em SP-interior ou Salvador faz parte do “protocolo”. Já em Belém do Pará se marcar atividade para a parte da tarde, o horário-padrão é “depois da chuva”.Para resumir: à medida que o passado de hábitos e fartura rural da sociedade vai ficando para trás, a contagem e a medição de tempo e dinheiro que caracteriza as sociedades capitalistas se impõe. O que você chama de maus-hábitos é na verdade a presença do atraso no mundo moderno. Daí que se pode dizer que: “Falta de pontualidade é atraso em todos os sentidos”<div>&nbsp;</div>