John Kelly, SVP, Cognitive Solutions and IBM Research

"A supercomputação é a fórmula 1 da computação. É nela que as empresas testam tecnologias de ponta em uma escala sem precedentes".

O que é o Summit?

O Summit é um novo tipo de supercomputador, desenvolvido para dados e IA. Em março de 2014, o Department of Energy (DOE) dos EUA concedeu à IBM a comissão para construir dois supercomputadores.

A missão era desenvolver uma máquina 5 a 10 vezes mais rápida do que seu antecessor, o Titan. Ao longo de quatro anos, o DOE trabalhou com uma equipe de IBMistas para vencer inúmeras barreiras de tecnologia, construindo um sistema com a força de 200 petaflops (200 quadrilhões de operações) por segundo, além do cérebro da IA e do deep learning. Isso significa que o Summit é mais de um milhão de vezes mais potente do que o laptop mais rápido, permitindo que ele alterne entre milhares e milhares de variáveis e crie modelos e simulações que possam ajudar os pesquisadores a encontrar respostas para os problemas mais complexos do mundo.  

Qual é a sua diferença?

O Summit e sua máquina irmã, o Sierra, no Lawrence Livermore National Laboratory, na Califórnia, representam uma grande mudança dos sistemas estruturados anteriormente pela IBM. A IBM desenvolveu uma nova arquitetura de computação que combina as CPUs POWER9 de alto desempenho com as GPUs otimizadas por IA de nosso parceiro NVIDIA, todas vinculadas a velocidades extremamente altas e à largura de banda.

Na nova arquitetura do Summit, a computação é integrada em todos os locais onde os dados estão, produzindo uma velocidade incrível e criando um sistema construído para a IA. Outra mudança radical é que o Summit foi construído com componentes disponíveis para qualquer empresa, a tecnologia faz parte da linha de produtos IBM disponíveis para acelerar todos os negócios.

O que ele pode fazer?

O que pode ser feito com 200 petaflops? Aqui estão três amostras de aplicações:

  • Combate ao câncer Os algoritmos de machine learning escalados no Summit ajudarão a fornecer aos pesquisadores médicos uma visão abrangente da população com câncer nos Estados Unidos em um nível de detalhe que é normalmente obtido somente para pacientes com teste clínico.  
  • Identificação de materiais de nova geração O deep learning no Summit pode ajudar os cientistas a identificar materiais para melhores baterias, materiais de construção mais resilientes e semicondutores mais eficientes.  
  • Aceleração da compreensão de doenças: Um maior entendimento sobre como certos padrões dão origem a fenótipos clínicos, características observáveis de doenças como Alzheimer, doença cardíaca e vício, ajudará a obter informações sobre o processo de descoberta de medicamentos.

 

Conheça a infraestrutura de TI para os seus negócios

Além de supercomputadores como o Summit, a IBM oferece uma gama de sistemas de TI que podem impulsionar seus negócios.