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O que o Mainframe e a Corrida Espacial têm em comum?

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Você já parou para pensar como a tecnologia está presente até nas menores atividades de sua rotina? Claro que não estou falando do Waze, Whatsapp ou qualquer outro app que usamos todos os dias. Também não me refiro ao carro autômono ou àqueles refrigeradores que avisam quando precisam ser abastecidos. Estou falando da tecnologia “invisível”. Àquela que está por trás de grandes infraestruturas de TI e fazem a engrenagem do nosso cotidiano funcionar. Algo parecido com o que acontece quando vemos nossa série de ficção favorita, mas não paramos para pensar no trabalho de efeitos especiais e edição que está por trás de cada cena. A tecnologia está lá. Cumprindo lindamente o seu papel.

E é aqui que entra o protagonista do post de hoje: o Mainframe. Algo como supercomputadores com uma incrível capacidade de processamento e que há mais de 50 anos são considerados um dos sistemas mais seguros do mundo. Para você ter uma ideia, a versão mais recente que acaba de ser lançada pela IBM – o z14 – é capaz de operar mais de 12 bilhões de transações criptografadas por dia – o equivalente a 2 milhões de containers Docker, por exemplo. Pela primeira vez na história vemos um sistema de TI capaz de criptografar, full time, todos os dados associados a qualquer aplicativo, seja ele um serviço na nuvem ou um banco de dados.

Dá só uma olhada onde mais o Mainframe entra em ação, bem escondido de nossos olhos:

– Ele é utilizado por 92 dos 100 maiores bancos mundiais, 10 das 10 maiores seguradoras do mundo e 23 das 25 maiores companhias aéreas mundiais;

– Mais de 80% de todos os dados corporativos residem ou se originam em sistemas Mainframe;

– 87% de todas as transações feitas com cartão de crédito e quase US $ 8 trilhões de pagamentos passam pelo Mainframe todos os anos;

– Ele também é a tecnologia que torna possível a realização de aproximadamente 4 bilhões de voos por ano.

E isso não é coisa do século XXI apenas. Vamos voltar um pouquinho no tempo. Na década d 1960, durante a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética. Todo o Projeto Apollo, que resultou em um conjunto de missões espaciais coordenadas pela Nasa, entre 1961 e 1972, e levou o homem à Lua, em 1969, utilizou tecnologia Mainframe. A Federal Systems Division da IBM providenciou o suporte crítico para a realização deste empreendimento, no qual o então IBM System/360 recebeu, analisou, traduziu, calculou e forneceu dados precisos para a Nasa durante suas missões espaciais, incluindo a Apollo 11, que levou o homem à Lua. O sistema também calculou os dados necessários para que o módulo lunar decolasse da Lua e trouxesse de volta à Terra os astronautas Neil Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins.

Já no Brasil, em 1968, a IBM integrou o Mainframe System/360 aos terminais de teleprocessamento e viabilizou, dois anos depois, a primeira operação de teleprocessamento bancário do país, interligando a agência do Bradesco de Carapicuíba (SP) ao Centro Eletrônico de Processamento de Dados do banco, em Osasco (SP), inaugurando o modelo on line de atualização de contas correntes no Brasil.

E aí? Quer saber se você consegue passar mais de 5 minutos do seu dia sem usar um Mainframe? Dá só uma olhada nesse vídeo!!

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