Segurança

América Latina é a quinta região do mundo mais atacada!

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De acordo com um relatório da McKinsey & Company, 18% da população mundial tornou-se digitalmente conectada entre 2019 e 2020. É um aumento em relação aos anos anteriores e indica uma mudança significativa na forma como as pessoas e organizações operam. Muitas empresas estão optando por digitalizar seus métodos de operação, o que lhes permite relacionar com o mundo de novas maneiras, e segurança é fundamental!

A previsão é de que as empresas que dedicarem 6% de sua receita a plataformas de tecnologia terão um retorno de quase 12% sobre seu investimento ate 2023. Algumas das empresas mais proeminentes do mundo buscam tecnologias de IA, nuvem híbrida e consultoria que possam prever, automatizar, proteger, transformar e modernizar seus negócios.

A previsão é de que as empresas que dedicarem 6% de sua receita a plataformas de tecnologia terão um retorno de quase 12% sobre seu investimento ate 2023.

A IBM tem uma vantagem significativa em termos de segurança cibernética e inteligência artificial. Está na vanguarda da inovação; abriu suas portas ao público nos dias 19 e 20 de setembro de 2022. Isso fez parte do Press Tour, realizado para demonstrar os serviços, a expertise e o posicionamento da empresa na era tecnológica. Além disso, a IBM abriu laboratórios e centros de controle para mitigar possíveis ataques cibernéticos.

E afirma que sua estratégia aumentará a receita, mitigará riscos e melhorará resultados. Acreditam que há um enorme recurso contido na malha de dados que pode ser coletado de qualquer lugar do mundo. Ao aplicar Inteligência Artificial a esses dados, eles afirmam que podem tomar decisões preditivas e inteligência digital em tempo real, mantendo o controle dos dados, garantindo privacidade e construindo confiança em sua organização.

A América Latina exige medidas de segurança cibernética

Gabriel Catropa, chefe de segurança da IBM na América Latina, afirmou recentemente que, no ano passado, 51% das organizações pesquisadas em todo o mundo relataram uma violação de dados. Nessas violações, mais de 1.000 registros foram perdidos ou roubados e envolveram informações confidenciais. Isso incluiu empresas e governos.

De acordo com um estudo conjunto realizado pela IBM Security e Ponemon Institute, 74% das organizações atacadas não tinham um plano de resposta a incidentes de segurança cibernética. Apenas 21% das empresas eram consideradas maduras e tinham um plano em vigor. O estudo também revelou que México, Brasil e Peru foram os mais alvos de ataques.

Criminosos na América Latina atacam o setor financeiro há anos. Esse setor tem sido alvo de hackers mais do que qualquer outro.

Os setores financeiro, de seguros e imobiliário foram os mais atacados em 2021. A razão disso é que eles não empregam um modelo de segurança Zero Trust. Este termo refere-se a não confiar em nenhuma entidade que entre em seu perímetro ou sistemas internos; isso ocorre porque eles não são protegidos contra crackers de senha e AI alimentado por redes neurais. Consequentemente, os setores imobiliário, atacado e varejo foram os próximos alvos em 2022.

Os criminosos quebram chaves em menos de 60 segundos, então as empresas devem se concentrar no lado ofensivo.

Catropa calculou que o vazamento custou aos consumidores latino-americanos US$ 2,09 milhões na época. Isso porque as empresas aumentam seus preços quando há vazamentos, o que a Catropa considera um custo para os consumidores.

Prevenção

Globalmente, uma em cada quatro empresas de finanças, saúde, alimentação e transporte sofreu um ataque destrutivo, mas 80% não implementaram um modelo de segurança Zero Trust e tiveram um aumento de 24% em seus custos de serviço. Aqueles que implantaram automação e IA na segurança obtiveram uma economia de 65,2%.

As empresas devem determinar quais são seus bens mais vitais para proteger. Chamadas de “jóias da coroa” por Catropa, esses bens são os que mais precisam de proteção. Embora nem tudo possa ser protegido, é possível identificar os bens mais sensíveis e oferecer confiança e segurança aos clientes.

Criminosos roubam dados por meio de serviços públicos; isso ocorre porque as informações que eles contêm são desprotegidas. É preciso fazer mais para proteger os dados contidos nesses serviços, como implementar uma classificação mais alta de informações mais protegidas.

O especialista da IBM recomenda a criação de chaves privadas, senhas, códigos de acesso e aplicativos seguros. Os governos também devem classificar as informações pessoais dos usuários do serviço para evitar que as pessoas as acessem – o que pode comprometer a segurança. No mínimo, dois ou mais processos de autenticação devem ser empregados ao acessar um recurso para reduzir risco.

Impressões digitais

Estudos monitorados pela IBM mostraram que durante a pandemia do COVID-19, consumidores globais criaram mais de 15 novas contas online. Além disso, mais de 82% desses consumidores reutilizaram senhas ou credenciais de outras contas. Normalmente, os jovens eram mais propensos a reutilizar suas chaves; além disso, muitos deles preferiram comprar coisas digitalmente em vez de pessoalmente ou por telefone.

Embora a reutilização de senhas seja um problema crescente, adicionar um fator de verificação adicional para transações de alto risco pode ajudar a reduzir o comprometimento da conta. A América Latina continuará sendo a quinta região do mundo mais atacada por cibercriminosos se não forem tomadas medidas a tempo.

Saiba mais:

Custo médio de violação no Brasil salta 10%: https://www.ibm.com/blogs/digital-transformation/br-pt/custo-medio-de-violacao-no-brasil-salta-10/

Ataques cibernéticos e o impacto na imagem das empresas: https://www.ibm.com/blogs/digital-transformation/br-pt/ataques-ciberneticos/

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