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Cidades mais inteligentes

Bairros seguros. Escolas de qualidade. Habitação de preço acessível. Trânsito fluido. Tudo é possível.

As melhores cidades para se viver no mundo em 2008. 1. Vancouver, Canada, 2. Melbourne, Australia, 3. Vienna, Austria, 4. Perth, Australia, 5. Toronto, Canada, 6. Helsinki, Finland, 7. Adelaide, Australia / Calgary, Canada, 9. Geneva, Switzerland / Sydney, Australia / Zürich, Switzerland. Com base em cinco categorias amplas: estabilidade, serviços de saúde, cultura e ambiente, educação e infra-estrutura. economist.com, 28 de Abril de 2008.

Cidades Sustentáveis

Índia necessita de cidades sustentáveis

A cada minuto, durante os próximos 20 anos, 30 indianos abandonarão a Índia rural em busca das áreas urbanas. A este ritmo, a Índia necessitará de cerca de 500 novas cidades nas próximas duas décadas. Se alguma vez existiu um momento para nos concentramos no desenvolvimento de soluções para cidades sustentáveis, esse momento é agora.

À medida que os centros populacionais crescem, colocam maiores exigências nas infra-estruturas das cidades que fornecem serviços vitais, como transportes, cuidados de saúde, educação e segurança pública. A aumentar este esforço estão as exigências públicas em constante alteração para uma melhor educação, programas mais ecológicos, administração acessível, habitação económica e mais opções para os cidadãos de idade.

A substituição das infra-estruturas urbanas efectivas é, muitas vezes, irrealista em termos de custo e tempo. No entanto, com os recentes avanços tecnológicos, podemos incutir nova inteligência às infra-estruturas existentes. Referimo-nos à digitalização e ligação dos nossos sistemas, de modo a que possam detectar, analisar e integrar dados e responder de forma inteligente às necessidades das respectivas jurisdições. Resumindo, podemos revitalizá-las de modo a torná-las mais inteligentes e mais eficientes. Ao longo do processo, as cidades podem crescer e manter a qualidade de vida dos seus habitantes.


 

O nosso planeta está a tornar-se mais inteligente ao nível das cidades: Dubuque, Bordeaux, Taipé, entre outras. As cidades estão a tornar-se mais inteligentes em relação à educação, segurança, água e transportes.


 

Tornar as cidades mais instrumentadas, interligadas e inteligentes não se trata apenas de superar os desafios que as cidades enfrentam. Trata-se de reconhecer que muitos dos desafios que enfrentamos ao construir um planeta mais inteligente estão centrados na criação de cidades sustentáveis.

As cidades simbolizam e centralizam inúmeros aspectos que contribuirão para um planeta mais inteligente: educação mais inteligente, serviços de saúde mais inteligentes, utilização mais inteligente da água e da energia, segurança pública mais inteligente, transportes mais inteligentes e administração pública mais inteligente, para mencionar apenas alguns.

Um novo relatório do IBM Institute for Business Value, "A Vision of Smarter Cities", enumera argumentos convincentes a favor de as cidades terem de utilizar novas tecnologias para transformar os seus sistemas de modo a optimizar a utilização de recursos finitos. À medida que a sustentabilidade das cidades e do planeta se torna cada vez mais importante, a questão não é se as cidades o irão fazer; a questão é: Que cidades estão a fazê-lo primeiro? E que cidades o farão melhor?

O século XIX foi um século de impérios,
o século XX foi um século de estados nações.
O século XXI será o século das cidades. 
Wellington E. Webb;
Ex-mayor de Denver, Colorado.

 

Ideias inteligentes em todo o mundo

Hoje em dia, vivem mais pessoas nas cidades do que fora delas. Não admira que as cidades estejam a ficar mais inteligentes.

 


 

Cidades inovadoras


 

Transportes mais inteligentes Algumas cidades começam por transformar os seus sistemas de transportes. Estocolmo, Dublin (US), Singapura (US) e Brisbane (US) estão a trabalhar em conjunto com a IBM no desenvolvimento de sistemas mais inteligentes, de ferramentas preditivas a cartões inteligentes e taxas por congestionamento, com o objectivo de reduzir o tráfego e a poluição.

Policiamento e resposta a emergências mais inteligentes Nova Iorque, Syracuse (PDF, 181KB), Santa Barbara (US) e St. Louis (US) estão a utilizar capacidades de análise de dados, tecnologia sem fios e videovigilância para reforçar o combate ao crime e a coordenação de unidades de resposta a emergências.

Em 2050, 70 por cento das pessoas viverão em cidades. On dénombra au moins 27 'mégapoles' de 10 millions d'habitants, contre 19 actuellement.
As cidades são perfeitas para promover a mudança e as energias renováveis. As cidades podem servir como plataformas de inovação, criando conjuntos de negócios em torno da energia verde.

Bem-vindo à TheSmarterCity Não é uma visão do futuro. É uma visão do presente. Um conjunto de ideias inteligentes provenientes de todo o mundo, todas num só lugar.

Gestão de água e energia mais inteligente A IBM está a trabalhar com agências governamentais locais, agricultores e proprietários de ranchos na bacia hidrográfica do rio Paraguai-Paraná, onde está localizada a cidade de São Paulo (US), no sentido de compreender os factores que podem ajudar a salvaguardar a qualidade e a disponibilidade do sistema de água. Malta está a construir uma rede inteligente que liga os sistemas de electricidade e água, e que irá detectar fugas, permitir a fixação de preços variáveis e proporcionar mais controlo aos consumidores. No fundo, irá permitir que este país insular substitua combustíveis fósseis por fontes de energia sustentáveis.

Administração mais inteligente No Novo México, a cidade de Albuquerque (PDF, 142KB) está a utilizar uma solução de informações empresariais para automatizar a partilha de dados entre os seus 7.000 funcionários em mais de 20 departamentos, para que todos os funcionários tenham acesso a uma única versão da verdade. Obteve uma economia de custos na ordem dos 2.000%. Três conselhos locais do Reino Unido adoptaram um novo modelo de negócio IBM que poderá mudar a forma como a administração local é gerida. Através da Southwest One (PDF, 200KB), a IBM irá gerir a infra-estrutura de TI, o aprovisionamento, o serviço ao cliente e funções de desenvolvimento da força de trabalho, permitindo que as agências se concentrem no fornecimento de serviços cruciais aos cidadãos. O modelo pode ser expandido de modo a incluir até 30 agências do sector público.

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