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Quais são as novidades no WebSphere Enterprise Service Bus V7.5

Andrew Borley, Software Engineer, IBM UK
Andrew Borley photo
Andrew Borley é especialista em TI na IBM Hursley, Reino Unido. Ele ocupou vários cargos incluindo de desenvolvedor, líder de equipe e gerente de projetos e trabalhou com diversas tecnologias em seus 7 anos de IBM. Desde 2001, ele trabalha com clientes em projetos de arquitetura orientada a serviço e seu cargo atual é de desenvolvimento do SCA para implementação em C++ no projeto SOA de software livre Apache Tuscany.
Callum Jackson, Software Engineer, IBM
Photo of Callum Jackson
Callum Jackson é engenheiro de software da equipe WebSphere ESB no IBM Hursley Software Lab, no Reino Unido. Ele trabalha na equipe WebSphere ESB desde 2005, e antes disso ele trabalhou em Serviços de Software de aplicativos SOA para a indústria de telecomunicações. É possível entrar em contato com Callum pelo e-mail callumj@uk.ibm.com.
Philip Norton, Software Engineer, IBM
Philip Norton
Philip Norton é engenheiro de software no IBM Hursley Lab. Ele trabalha na equipe de desenvolvimento do WebSphere ESB. Sua experiência inclui Java e JMS para Websphere MQ. Ele é programador Java certificado formado em ciência da computação pela Canterbury University.
Alex Wood, Software Engineer, IBM United Kingdom
Alex Wood
Alex Wood trabalha no IBM Hursley Lab na Inglaterra como um desenvolvedor de software para o conjunto de produtos IBM WebSphere Business Integration. Tem bastante experiência com o desenvolvimento de muitos produtos WebSphere, incluindo o WebSphere MQ, o WebSphere Message Broker, o WebSphere Enterprise Service Bus e o WebSphere Process Server. Ele é bacharel em física com astrofísica pela Birmingham University no Reino Unido em 1998.

Resumo:  Este artigo descreve recursos novos e aprimorados no WebSphere ESB V7.5 e seu conjunto de ferramentas associado, o IBM Integration Designer, incluindo ligações de protocolo de transporte, primitivas de mediação e um novo formato de fluxo de mediação. O artigo serve para as pessoas que têm alguma experiência com versões anteriores do WebSphere ESB.

Data:  17/Nov/2011
Nível:  Intermediário Também disponível em :   Inglês
Atividade:  663 visualizações
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Introdução

O IBM® WebSphere® Enterprise Service Bus (chamado a partir de agora de WebSphere ESB) permite a integração de sistemas distintos por meio do gerenciamento de solicitações e respostas que fluem entre serviços diferentes. Os módulos de mediação são criados no IBM Integration Designer e encapsulam a lógica de interação do serviço a ser implantada no tempo de execução do WebSphere ESB. No módulo de mediação, as mensagens podem ser aumentadas, transformadas, registradas em log e roteadas para diferentes provedores de serviço, dependendo de um ou mais primitivas de mediação, o que define a lógica do fluxo de mensagens. As próprias mensagens são representadas em uma estrutura lógica chamada de Service Message Object (SMO). Para obter mais informações sobre a arquitetura do WebSphere ESB, consulte Recursos na parte inferior do artigo.

Este artigo descreve os novos recursos e aprimoramentos no WebSphere ESB V7.5. Ele não tenta cobrir cada recurso e função nova, nem tenta descrever cada área com muitos detalhes. Em vez disso, ele apresenta algumas das novas áreas no WebSphere ESB V7.5, começando com os aprimoramentos ao ambiente do conjunto de ferramentas IBM Integration Designer. Em seguida, passa para o modelo de programação de mediação, primitivas e finalmente o desempenho.

Aprimoramentos do Cliente de teste do IBM Integration Designer

O Generic Service Client fornece uma interface única para testar os serviços expostos usando as ligações Web Service, HTTP, JMS e WebSphere MQ. Ele é útil para depurar ou testar um serviço quando um cliente dedicado não está disponível. Para acessá-lo, clique com botão direito do mouse em um módulo e selecione Test Endpoints => Generic Service Client. Para acessar um Serviço da Web, adicione um arquivo WSDL à Biblioteca de solicitações e selecione uma porta. Esse procedimento fornece uma forma simples de modificar a mensagem de solicitação (incluindo anexos) e os detalhes de transporte (incluindo o protocolo, o terminal e o método). Para acessar serviços usando HTTP, JMS ou WebSphere MQ, adicione um terminal à Biblioteca de solicitações.


Figura 1. Generic Service Client

A configuração do transporte é acessada por meio da guia Transport, onde várias configurações podem ser armazenadas para acesso posterior. A configuração de transporte do MQ é exibida abaixo:


Figura 2. Configuração de MQ do Generic Service Client

Os conjuntos de teste podem ser gerados automaticamente para uso com o IBM Rational® Service Tester ou com o IBM Rational Performance Tester. Casos de teste para teste de módulo no IBM Integration Designer podem ser gerados diretamente de um rastreio de execução capturado anteriormente. Para acessar esse recurso, clique com o botão direito do mouse em um evento Invoke no Integration Test Client e selecione Create Test Case:


Figura 3. Gerando um caso de teste a partir do Integration Test Client

Uma caixa de diálogo será aberta solicitando a especificação do projeto de teste e do conjunto de teste para o novo caso de teste:


Figura 4. Gerando um novo caso de teste

Um novo caso de teste é gerado contendo a configuração usada para a execução original. A execução do caso de teste verifica se o resultado corresponde ao resultado da execução original, como mostra abaixo:


Figura 5. Resultados do conjunto de teste

Transformação aprimorada: XSLT2

A primitiva de mediação XSLT foi aprimorada para suportar XSLT2 e é possível transformar o SMO usando o array completo de funções integradas na especificação. O Editor de mapeamento foi aprimorado para mostrar a nova funcionalidade assim que o desenvolvedor de mediação seleciona a Versão 2 para o mecanismo XSLT:


Figura 6. Suporte para XSLT2

Integração com base em padrão: Service Selector e Service Translator

O Patterns Explorer no IBM Integration Designer V7.5 fornece dois novos padrões de virtualização de serviço. Esses padrões permitem a geração rápida e fácil de novos módulos de mediação com fluxos de mediação predefinidos a fim de realizar determinadas tarefas.

  • Padrão Service Selector -- Permite que você agrupe múltiplas implementações da mesma interface de serviço por trás de um único serviço proxy. Cada implementação pode ter uma qualidade de serviço ou comportamento diferente, e cada solicitação de cliente pode corresponder a certa implementação de serviço determinada por critérios diferentes. É possível usar esse padrão para:
    • Balancear as cargas em várias implementações ou implantações
    • Suportar serviço de qualidade superior para os clientes selecionados
    • Rotear solicitações a uma versão específica de um serviço
    • Dados de partição; por exemplo, processar contas em uma base geográfica por meio de uma interface de serviço lógica simples
    • Traduzir os dados para clientes diferentes
  • Padrão Service Translator -- Permite que você acesse uma determinada implementação de serviço com uma interface diferente fornecida em um serviço de proxy. É possível selecionar as operações para que fiquem restritas ou sejam reestruturadas em algumas interfaces, e também converter e formatar os dados para usuários de interfaces específicas. É possível usar esse padrão para:
    • Restringir a funcionalidade em uma interface existente
    • Predeterminar determinados parâmetros de acordo com os requisitos de negócio locais
    • Modificar uma interface para atender aos requisitos de negócio locais
    • Fornecer uma interface que corresponda à interface do serviço solicitante

Para acessar a lista de padrões, abra a visualização Patterns Explorer no IBM Integration Designer e selecione um dos padrões para abrir a visualização Pattern Specification, que fornece mais informações sobre o padrão. Para criar uma instância do padrão, clique em Create New Pattern:


Figura 7. Criando uma nova instância de padrão

Quando uma nova instância de padrão é criada, o Pattern Configuration Editor é aberto de modo que você possa definir os parâmetros exigidos pelo padrão. Para o padrão Service Selector, veja os parâmetros configuráveis:

  • Service interface – Interface do serviço que passa por proxy.
  • Transport protocols – Define o protocolo de transporte fornecido pelo serviço de proxy e os protocolos suportados pelos serviços do provedor. Todos os protocolos de transporte do WebSphere ESB padrão são suportados.
  • Routing – Define como o serviço de proxy do Service Selector selecionará um dos serviços fornecidos no tempo de execução Três opções: use um elemento da mensagem de solicitação, por meio de seu próprio código Java ou recupere a seleção de um banco de dados. Todas as três opções mudam as primitivas de mediação usadas nos fluxos de mediação gerados.
  • Logging and tracing – Define se a criação de log e o rastreio ocorrem quando o serviço proxy é chamado e como. A criação de log pode ser em um banco de dados, por meio da criação de logs personalizada Java ou como eventos emitidos para um servidor CEI. A criação de log e o rastreio podem ser ativados ou desativados para a solicitação, resposta e fluxos de falha modelados.

Figura 8. Configurando a instância do padrão Service Selector

Quando os parâmetros do padrão forem definidos, clique em Generate para criar os artefatos necessários para o serviço proxy Service Selector, incluindo um resumo do padrão que detalha os artefatos gerados e as imagens vinculadas do diagrama de montagem e dos fluxos de mediação, como mostra abaixo:


Figura 9. Resumo do padrão Service Selector

Clique nas imagens com link para ir até a página do editor apropriada para o artefato. Para completar o desenvolvimento do módulo Service Selector, é possível editar os fluxos da Solicitação de mediação para selecionar um serviço provedor. Uma nota com o título TODO foi adicionada aos artefatos que exigem mais configuração. Nesse caso, a primitiva de mediação de Consulta ao Banco de Dados precisa ser configurada para recuperar informações de um banco de dados e adicioná-las ao SMO e a primitiva de Filtro de Mensagem gerada precisa ser configurada para usar essas informações a fim de determinar para qual nó de callout do serviço provedor deve rotear a mensagem:


Figura 10. Fluxo de geração para o padrão Service Selector

Quando a configuração é concluída, o Módulo de mediação gerado fica pronto para ser implementado a fim de agir como seu proxy do Service Selector, aceitando mensagens enviadas ao seu serviço proxy e selecionando um de seus serviços provedor ao qual enviar a mensagem.

Para o padrão Service Translator, veja os parâmetros configuráveis:

  • Service interfaces – Selecione as interfaces do serviço provedor e o serviço de proxy sendo criado.
  • Operation and fault mappings – Defina como as operações na interface do serviço de proxy mapeiam para as operações na interface do serviço provedor. Se uma operação de serviço de proxy com falhas modeladas for mapeada para uma operação de serviço provedor com falhas modeladas, você também poderá definir como as falhas mapeiam para umas para as outras.
  • Transport protocols – Define o protocolo de transporte fornecido pelo serviço de proxy e o protocolo suportado pelo serviço provedor. Todos os protocolos de transporte do WebSphere ESB padrão são suportados.
  • Logging and tracing – Define se a criação de log e o rastreio ocorrem quando o serviço proxy é chamado e como. A criação de log pode ser em um banco de dados, por meio da criação de logs personalizada Java ou como eventos emitidos para um servidor CEI. A criação de log e o rastreio podem ser ativados ou desativados para a solicitação, resposta e fluxos de falha modelados.

Figura 11. Configurando a instância do padrão Service Translator

Quando os parâmetros do padrão forem definidos, clique em Generate para criar os artefatos necessários para o serviço de proxy Service Translator, incluindo fluxos de mediação que mapeiam as operações nas interfaces de proxy e do provedor, conforme o especificado nos parâmetros do padrão:


Figura 12. Visão geral da operação Service Translator

Assim como ocorre no padrão Service Selector, um resumo do padrão é criado detalhando os artefatos gerados. Novamente, para completar o desenvolvimento do módulo Service Translator, é possível editar os fluxos de mediação a fim de definir quaisquer mapeamentos do tipo de mensagem necessários. Uma nota com o título TODO foi adicionada aos artefatos que exigem mais configuração. Nesse caso, as primitivas de Transformação XSL geradas precisam ser editadas a fim de definir o mapeamento entre as mensagens de entrada e de saída:


Figura 13. Fluxo do Service Translator

Quando a configuração é concluída, o Módulo de mediação gerado fica pronto para ser implementado a fim de agir como seu proxy do Service Translator, traduzindo mensagens enviadas ao seu serviço de proxy para quem for solicitado por seu serviço provedor.

Fluxos de erro

Um fluxo de erro é um novo tipo de fluxo de mediação que captura todos os erros não tratados. Um fluxo de mediação gerado usando o IBM Integration Designer V7.5 inclui automaticamente um único fluxo de erro dentro de cada operação, como mostra abaixo. Os fluxos de mediação migrados para usar o formato de fluxo de mediação com base em texto terão um fluxo de erro vazio adicionado á operação.


Figura 14. Fluxo de erro

O fluxo de erro é composto por um nó Error Input, o ponto de entrada para o fluxo, um nó Input Response para retornar opcionalmente uma resposta e um nó Input Fault para cada falha modelada, se for definida. O fluxo pode conter qualquer combinação de primitivas de mediação e pode ser usado para registrar erros em log, lidar com erros externamente por meio do uso da primitiva Service Invoke ou encerrar o fluxo com uma falha não modelada usando uma primitiva de falha. O fluxo de erro é invocado quando um terminal de falha desconectado é encontrado em um fluxo de solicitação ou de resposta, incluindo o terminal de falha no nó Callout Response. Se um terminal de falha desconectado for encontrado no próprio fluxo de erro ou se o fluxo de erro não estiver conectado, o fluxo falhará com uma falha não modelada. Após a conclusão do processo do fluxo de erro, o fluxo de solicitação ou de resposta é abandonado e nenhum outro processamento ocorre. Uma resposta ou falha retornada pelo fluxo de erro substitui qualquer resposta criada anteriormente por outros fluxos.

Formato de fluxo XML simplificado

No WebSphere ESB V7.5, a forma serializada do componente do fluxo de mediação foi aprimorada para um formato XML simples. Os fluxos de mediação gerados usando o IBM Integration Designer V7.5 usarão automaticamente o novo formato. Os fluxos de mediação que foram criados usando versões anteriores das ferramentas podem ser facilmente convertidos para o novo formato.

Anteriormente, os fluxos eram serializados usando XMI, e o componente do fluxo de mediação consistia de três arquivos separados: um arquivo .mfc contendo as interfaces e as referências, o .medflow contendo a implementação do componente e .mfcex era usado para extensões de ferramentas como notas adesivas. Uma alteração no componente do fluxo de mediação poderia resultar na modificação de todos os três arquivos.

O novo formato XML simples usa um arquivo .mfc único para armazenar todas as informações necessárias. as tags do elemento e do atributo têm nomes significativos e estrutura, de modo que as operações fiquem dentro das interfaces e contenham fluxos de solicitação, resposta e erro. Todas as primitivas de mediação são especificadas por nome e os nomes e valores de suas propriedades são documentados no centro de informações junto com o XML de amostra. A reconexão de primitivas é um caso simples de modificação da propriedade targetNode de um elemento com fio, como mostra abaixo. Esses aprimoramentos incentivam o desenvolvimento com base em equipe simplificando operações de comparação e mesclagem.


Figura 15. Comparando duas versões do novo formato de fluxo XML

Primitiva de mediação de Consulta de Terminal do Acordo de Nível de Serviço (SLA)

O Perfil de ativação de controle no WebSphere Service Registry and Repository fornece a estrutura para modelar os recursos (serviços) e relacionamento entre eles dentro de seu negócio. No nível superior, cada recurso em seu negócio pode ser separado em suas seções principais:

  • Organização -- Parte do negócio, como Finanças ou RH, que podem ter recursos dentro do negócio
  • Recursos de negócios -- O conceito abstrato de um recurso dentro do negócio, como um serviço de verificação de crédito
  • Versão do recurso -- Uma versão específica de um recurso de negócio, como uma versão 1.0 de um serviço de verificação de crédito
  • Especificação do esquema -- Descreve a interface associada a uma versão específica do recurso, como o WSDL e o XSD representando a interface e as estruturas de dados
  • Definição do nível de serviço -- Descreve um conjunto de propriedades que representa as características não funcionais do serviço, como o número de mensagens por segundo que o serviço pode lidar
  • Terminal em serviço -- Terminal endereçável por rede no qual a versão do serviço fica disponível

O relacionamento entre esses conceitos é exibido abaixo:


Figura 16. Estrutura básica do Perfil de ativação de controle

Além da modelagem dessas informações, cada parte passa por um ciclo de vida. À medida que o modelo passa por estados diferentes, os Validadores da política de controle se certificam de que as transições do ciclo de vida atendam a regras predefinidas para controle de sua empresa. Esse modelo representa os provedores e os consumidores dentro de seu negócio. Em seguida, é possível usar SLAs para estabelecer acordos formais a um nível definido, como mensagem por dia, entre os recursos:


Figura 17. Relacionamento entre um consumidor e um provedor

No WebSphere ESB, é possível consultar o terminal endereçável pela rede de um provedor de serviço com base em SLAs estabelecidos com o WebSphere Service Registry and Repository usando a primitiva de mediação SLA Endpoint Lookup:


Figura 18. Propriedades da primitiva de mediação SLA Endpoint Lookup

A primitiva é configurada com o identificador do consumidor (especificado na versão do recurso do consumidor), opcionalmente o ID do contexto (especificado no SLA se vários SLAs estiverem associados à mesma versão do recurso e exigirem filtragem adicional) e a classificação do terminal que destaca em qual estado de ciclo de vida o provedor de serviço está (como produção ou desenvolvimento). Usando essas informações, é possível navegar pelo modelo para determinar os terminais disponíveis. Se for necessário restringir a consulta com parâmetros adicionais, use a guia Advanced e atualize a consulta nomeada no WebSphere Service Registry and Repository.

Aprimoramentos da primitiva de mediação Service Invoke

Um novo modo de operação chamado Message Enrichment Mode foi adicionado à primitiva de mediação Service Invoke a fim de permitir que as solicitações de invocação de serviço sejam construídas a partir de partes do SMO e as respostas sejam facilmente mescladas de volta ao SMO que está sendo processado no fluxo de mediação. Dessa forma, o mesmo SMO passa pela Service Invoke e é aumentado com informações da resposta para a invocação do serviço. Esse processo remove a necessidade de outra lógica de transformação, antes e depois da primitiva de invocação do serviço, que em versões anteriores era necessária para conseguir esse cenário.

Por exemplo, imagine um cenário no qual um serviço backend é usado para aumentar uma mensagem com as informações de endereço detalhadas de um cliente. Uma primitiva única de invocação do serviço pode construir uma nova mensagem de solicitação contendo as informações de ID do cliente e enviá-la a um serviço backend. Em seguida, pode mesclar o endereço completo na resposta de volta para o SMO em um ponto específico, e fluir toda a mensagem para processamento adicional no fluxo. Dessa forma, a primitiva Service Invoke pode ser encadeada para apenas mesclar a entrada de vários serviços. Os cabeçalhos de transporte podem ser propagados opcionalmente do SMO para a solicitação para a Service Invoke e podem ser mesclados no SMO a partir da resposta.

Quando a primitiva de mediação Service Invoke é adicionada à tela, uma caixa de diálogo é exibida para solicitar a configuração da operação de referência a ser usada para invocar o serviço backend. Nesse ponto, é possível selecionar o novo Message Enrichment Mode. Essa decisão mudará a configuração necessária para a primitiva Service Invoke e poderá ser revertida posteriormente somente por meio da exclusão e recriação da primitiva na tela.


Figura 19. Seleção do Message Enrichment Mode ao criar uma primitiva Service Invoke

Após a seleção do Message Enrichment Mode e a criação e conexão da primitiva Service Invoke ao fluxo, novos parâmetros de configuração aparecerão no painel Properties da primitiva. Para cada entrada, saída ou parte com falha da interface da operação de referência usada para Service Invoke, é necessário selecionar uma expressão XPath para identificar seu mapeamento para o SMO fluindo por meio da primitiva:


Figura 20. Definindo os argumentos de entrada e saída

Além dos mapeamentos do parâmetro, é possível escolher propagar os cabeçalhos do SMO para a solicitação e também propagar os cabeçalhos da resposta de volta ao SMO.

Conclusão

Este artigo descreveu os novos recursos e aprimoramentos no WebSphere ESB V7.5, incluindo aprimoramentos no conjunto de ferramentas IBM Integration Designer, no modelo de programação de mediação, nas primitivas e no desempenho. Para obter mais informações, consulte os links abaixo.


Recursos

Sobre os autores

Andrew Borley photo

Andrew Borley é especialista em TI na IBM Hursley, Reino Unido. Ele ocupou vários cargos incluindo de desenvolvedor, líder de equipe e gerente de projetos e trabalhou com diversas tecnologias em seus 7 anos de IBM. Desde 2001, ele trabalha com clientes em projetos de arquitetura orientada a serviço e seu cargo atual é de desenvolvimento do SCA para implementação em C++ no projeto SOA de software livre Apache Tuscany.

Photo of Callum Jackson

Callum Jackson é engenheiro de software da equipe WebSphere ESB no IBM Hursley Software Lab, no Reino Unido. Ele trabalha na equipe WebSphere ESB desde 2005, e antes disso ele trabalhou em Serviços de Software de aplicativos SOA para a indústria de telecomunicações. É possível entrar em contato com Callum pelo e-mail callumj@uk.ibm.com.

Philip Norton

Philip Norton é engenheiro de software no IBM Hursley Lab. Ele trabalha na equipe de desenvolvimento do WebSphere ESB. Sua experiência inclui Java e JMS para Websphere MQ. Ele é programador Java certificado formado em ciência da computação pela Canterbury University.

Alex Wood

Alex Wood trabalha no IBM Hursley Lab na Inglaterra como um desenvolvedor de software para o conjunto de produtos IBM WebSphere Business Integration. Tem bastante experiência com o desenvolvimento de muitos produtos WebSphere, incluindo o WebSphere MQ, o WebSphere Message Broker, o WebSphere Enterprise Service Bus e o WebSphere Process Server. Ele é bacharel em física com astrofísica pela Birmingham University no Reino Unido em 1998.

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