Três maneiras de reciclar hardware comum com Linux

Criando dispositivos Linux com peças sobressalentes

Hardware de computador ultrapassado pode ser muito antigo para ser confiável, mas representa um valor para a sua organização seja no escritório ou em casa. Descubra como é possível entender esse valor ao adaptar máquinas antigas ao Linux.

Compartilhe sua experiência:  Como você deu nova vida à maquinas antigas com Linux? Inclua seus comentários abaixo.

Jeffrey M. Osier-Mixon, Technical Writer, MontaVista Software, Inc.

Author photo - Jeffrey Osier-MixonJeffrey Osier-Mixon is a technical writer, open source advocate, and community manager. He blogs about open source software, runs the Meld embedded Linux community, and speaks at Linux conferences.



02/Nov/2009

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Transforme lixo em ouro

H. Peter Anvin, um expoente da Linux, recentemente reaproveitou um sistema antigo para usar como servidor de arquivo. Ele escolheu o Fedora como sistema operacional para suas frequentes atualizações de segurança, seu sistema de gerenciamento de pacote com base em RPM e sua quantidade de software relativo aos servidores. Seu sistema hospeda 9TB de discos rígidos novos em uma configuração de matriz redundante de discos independentes (RAID) 6. Uma antiga máquina de desenvolvimento que estava fora de serviço, deixada debaixo de uma mesa e agora está desempenhando uma tarefa valiosa.

Mesmo não sendo muito antigo, hardware de computador aposentado geralmente é um problema. Muito velho para suportar, geralmente muito lento pata manter o ritmo do mundo moderno e não confiável tecnicamente — ainda mais se estiver fora da garantia. No entanto, é valioso o bastante para não ser jogado fora. Muitas organizações (e casas) dão nova vida a seus sistemas ao doá-los a escolas ou bibliotecas mas, frequentemente, os receptores também não sabem o que fazer com esses sistemas, e o hardware termina em uma fábrica de reciclagem. Não apenas isso é um desperdício de recursos, como algumas vezes computadores reciclados terminam em depósitos de lixo ou incineradores nos chamados países de terceiro mundo, criando um novo problema chamado de lixo eletrônico (consulte Resources para mais informações).

Esse artigo descreve como usar o sistema operacional Linux para reaproveitar um sistema computacional antigo porém funcional, ganhando nova vida como servidor, reprodutor de mídia ou thin client.


Adaptando, passo a passo

O processo de adaptação aparece na superfície quase tanto quanto outro processo de conversão Linux: Instale Linux em uma máquina. Isso parece bem simples, principalmente com distribuições modernas, mas o "inferno" são os detalhes. Qual Linux e qual máquina?

Recomendo essas cinco etapas:

  1. Determine seus requisitos de projeto.

    Uma série de entusiasmados construtores de sistema pulam essa etapa, que é possivelmente a mais importante delas. Se você não sabe o que quer, fica difícil determinar se o seu trabalho está terminado. A seção Determine os requisitos do projeto traz orientações para três projetos.

  2. Avalie a compatibilidade do seu hardware.

    Essa etapa parece simples, e realmente é. Compare os requisitos de projeto com o hardware que você tem em mãos. Imagine que neste ponto você poderá encontrar um software adequado. Consulte Avalie seu hardware para dicas e também uma lista de verificação para os projetos citados aqui.

  3. Determine o software adequado ao seu projeto.

    Pelo menos para mim essa é a parte divertida. Para antigo hardware de desktop ou laptop, Linux é quase sempre a resposta, já que o suporte de driver de hardware é mantido por muitas e muitas pessoas que na verdade usam um hardware igual ao seu. Pesquise um pouco sobre qual distribuição, melhor se adapta ao seu projeto (consulte Defina um distribuidor Linux adequado abaixo para orientação). Pode ser necessário localizar drivers para alguns hardware.

  4. Procure e junte software, instale e configure.

    Veja o seu projeto pronto e funcionando. Instalar Linux geralmente é tão fácil quanto fazer o download de uma imagem de CD, gravar em um disco e inicializar a partir desse disco para o seu sistema de projeto. Siga as instruções do instalador, consulte Hunt, gather, and implement para alguns lembretes, e siga em frente.

  5. Mantenha o seu sistema.

    Backups são importantes, é claro. Especialmente com sistemas antigos, portanto, fique atento para os problemas com hardware.


Determine requisitos de projeto

Primeiro, escolha um projeto e o defina. Seus requisitos não precisam ser iguais a esses relacionados abaixo; o importante é que você pense neles em termos de permitir julgar o hardware disponível.

Requisitos de projeto de servidor de arquivo

Um projeto de servidor de arquivo normalmente possui os seguintes requisitos:

  • O sistema precisa ser confiável, mas não necessariamente rápido.
  • Um disco rígido bem grande (e possivelmente novo) é importante, já que esse sistema pode servir como servidor de backup. Uma RAID seria bem-vinda, embora a placa-mãe precisasse suportá-la.
  • É necessário suporte a rede.
  • Suporte gráfico e de áudio não são necessários, já que esse sistema pode nem mesmo ter um monitor ou alto-falantes.
  • É necessário suporte VNC (Virtual Network Computing) para manutenção remota, especialmente se o sistema não tiver monitor ou teclado.

Requisitos de projeto de media player

Um media player pode ser um jukebox sem cabeça (ou seja, sem monitor ou teclado) administrando toda a sua música, um home theater com áudio 7.1, um projetor digital ou um simples aparelho de DVD doméstico. (Antigos laptops se tornam excelentes media players domésticos.) Essa seção apresenta algumas ideias sobre como pensar em requisitos.

  • O sistema precisa ser rápido o bastante para exibir vídeo.
  • O disco rígido deve ser grande o bastante para administrar uma boa quantidade de mídia.
  • Se o sistema executa vídeo, a interface gráfica deve suportar um monitor ou televisão. Isso pode ser qualquer coisa, desde S-video a HDMI, dependendo do que precisa o monitor. Também verifique as resoluções suportadas pela placa gráfica.
  • A interface de áudio deve suportar a configuração do amplificador e do alto-falante. Se for um simples sistema doméstico com fones de ouvido e alto-falantes de computador de preço baixo, uma opção é usar o plugue de ouvido fixo da placa mãe ou os alto-falantes integrados do laptop. Para um home theater, o sistema deve ter uma boa placa de som (felizmente, em geral não são custosas).
  • É necessário o suporte a rede para downloads, mas não para reprodução.
  • É necessária uma unidade de CD/DVD para tocar CDs e/ou DVDs.
  • Para controle remoto, é necessária uma interface remota e uma infravermelho.

Requisitos de projeto thin client

Esses dois tipos de sistema em geral são conhecidos como thin clients:

  • Thin clients dedicados. Esses clientes não realizam processamento local mas se conectam a servidores maiores, que fornecem serviços de desktop e também aplicativos.
  • Thin clients independentes. Essas máquinas são sistemas totalmente operacionais utilizados como thin clients. Serviços desktop são fornecidos localmente, mas os aplicativos (muitas vezes os dados também) são hospedados em outro lugar. Atualmente esses são bastantes comuns, até mesmo telefones móveis têm a capacidade de apresentar um ambiente de desktop e diversos aplicativos. Essa é a organização padrão para computação em nuvem, onde sistemas locais usam servidores remotos maiores para processamento. (Consulte Resources para mais informações)

Requisitos de sistema dependem de alguma forma do tipo de thin client utilizado. Sistemas muito lentos e antigos podem ser utilizados como thin clients, enquanto sistemas de nível médio podem ser dos dois tipos. Algumas distribuições Linux pequenas e leves, e até mesmo sistemas muito antigos, lentos e/ou sem muitos recursos podem executar de maneira aceitável tão rápido quanto clientes independentes.

  • O sistema deve ser rápido o bastante para lidar com gráficos e, para clientes independentes, executar um sistema operacional mínimo e gerente de janela.
  • É necessária a rede.
  • Para thin clients dedicados, é necessário um servidor na rede local. Configurar tal servidor está fora do escopo deste artigo, mas há muitos artigos onde procurar, Linux e outros.
  • Para thin clients independentes, um servidor na rede local não é necessário porque pode ser utilizado. O sistema também pode ser utilizado como sistema de computação em nuvem, acessando informação através de um navegador da Web. Hotéis e estandes de convenções geralmente são configurados desse modo.
  • Não é necessário um disco rígido, mas pode ser utilizado para hospedar o sistema operacional.

Avalie seu hardware

Depois, olhe com suspeita para o sistema que você está pensando em adaptar. É verdade que alguns sistemas estão além do reaproveitamento. Certifique-se que o sistema não apresenta componentes com defeito, especialmente aqueles como a placa mãe, o que pode precisar aposentar a máquina inteira. Consulte Identify unsuitable candidates em caso de dúvida.

A ferramenta de software mais útil para diagnóstico (e muitas vezes para conserto) de problemas de sistema é o CD Ultimate Boot, que felizmente também é feito com base em Linux. Este único CD contém uma grande variedade de ferramentas de disco rígido e rede disponíveis grátis,—muitas delas fornecidas por fabricantes de hardware—tudo em um lugar e facilmente acessíveis de um front end de rápida inicialização. Consulte Resources para o link.

Certifique-se de que o sistema possua todos os componentes necessários para o seu projeto. A Tabela 1 mostra orientações gerais para cada projeto. Não deixe que essas orientações limitem sua imaginação. Por exemplo, se você quiser que o servidor de arquivo funcione como roteador e como firewall, provavelmente vai ser necessário pelo menos dois adaptadores de rede: um para a rede de área local (LAN) e uma para rede de longa distância (WAN).

Observe se o seu projeto não exige um disco rígido, como é o caso de muitos thin clients, ele deve dar o boot através de CD, USB ou Preboot eXecution Environment (PXE—ou seja, boot pela rede). Obviamente, o método de boot também pode ser suportado pelo hardware, o que significa uma unidade de CD/ROM para inicializar de um CD, uma chave USB e suporte de placa mãe para dar o boot através de USB, e um servidor de sistema local para dar o boot através de PXE. Normalmente, é possível determinar situações de inicialização suportadas ao olhar no sistema básico de entrada/saída do sistema (BIOS) com configurações de boot ou consultando o manual.

Veja também se o seu projeto exige recursos gráficos ou de áudio especiais, o hardware pode ser um grande problema. Historicamente, placas gráficas NVIDIA têm sido muito bem mais suportadas por fabricantes do que placas ATI, embora isso esteja mudando aos poucos. Para áudio, o driver de som de kernel Linux suporta uma grande variedade de dispositivos, mas paga para pesquisar seu dispositivo, principalmente se for integrado à placa mãe.

Finalmente, se o seu sistema de projeto for pré-construído por um fabricante, procure na Internet o número da peça do sistema junto com a palavra-chave linux. Por exemplo, para procurar informação sobre execução de Linux em um Lenovo ThinkPad T43, tente a busca por thinkpad t43 linux. Você encontrará milhares de dados técnicos e também conselhos relacionados sobre como fazer o Linux funcionar especificamente neste sistema.


Determine uma distribuição Linux adequada

Possivelmente o melhor método para pesquisar uma adequada distribuição Linux é o da tentativa e erro, já que é fácil fazer o download de distribuições e tentar LiveCDs ou USB flash drives (UFDs). No entanto, sua pesquisa principal deve começar com o DistroWatch, um Web site que coleta informações e histórias do mundo real sobre cada distribuição (consulte Resources para o link). As notas abaixo devem ser consideradas orientações, e não recomendações rígidas; o melhor caminho é pesquisar e experimentar.

Servidor de arquivo e impressão

Em uma configuração de servidor, a consideração mais importante de um sistema operacional é a facilidade de manutenção. Estando isso configurado, você vai querer que continue configurado sem a sua intervenção. A distribuição deve ter suporte integrado para serviço de rede, principalmente ao interagir com outros sistemas (leia-se: Windows®), e um grande número de drivers para impressoras operacionais, placas de rede, e outros hardware.

Distribuições que atendem a esses requisitos são Ubuntu Server Edition, CentOS, Fedora e OpenSUSE. Da linha de comando, a diferença mais óbvia entre eles é o gerenciamento de pacote, visto que Ubuntu e OpenSUSE usam aptidão, enquanto Fedora e CentOS usam ferramentas baseadas em RPM. Se o seu servidor possui requisitos de pacote não padrão, faz sentido examinar a lista de pacote suportado para cada distribuição. No entanto, praticamente qualquer desktop moderno em distribuição Linux de edição de servidor vem com suporte de rede, suporte Samba para compartilhar arquivos com outros sistemas, diversos drivers de hardware, um avançado gerenciamento de pacote, e ainda pode funcionar perfeitamente como um eficiente servidor.

Requisitos de projeto de media player

Para um media player, a consideração mais importante do sistema operacional é o suporte de hardware. Descubra exatamente qual hardware de áudio e vídeo você possui e procure na Internet com a palavra-chave linux para conhecer e aprender com a experiência de outros.

E então, pense em aplicativos. A maioria das distribuições vêm com media player de algum tipo. Existem muitos aplicativos para se escolher, dependendo se o que você quer é áudio, vídeo, slide show de fotos, ajuste de TV ou uma combinação desses. Uma excelente plataforma para juntar tudo isso é a MythTV, a qual se paga como gravador de vídeo digital (DVR), embora na realidade faça muito mais e tenha uma ativa comunidade de desenvolvedores. A MythTV é suportada na maioria das distribuições mas realmente se destaca com a Fedora e a Ubuntu. Há até mesmo versões dessas distribuições que vêm com a MythTV pré-empacotada e convenientemente chamada de MythDora e Mythbuntu,respectivamente. A OpenSUSE é também uma escolha popular.

Finalmente, o Linux é bastante famoso por não suportar reprodução de DVDs. Isso é verdade apenas no sentido de que a maioria das distribuições Linux exigem que o usuário realize uma etapa extra após a instalação para ativar a reprodução de DVD. Há uma razão legal complexa para isso, mas a versão simples é que os codecs de DVD são proprietários, enquanto o próprio Linux é gratuito, uma licença aberta. A etapa extra é bastante simples e geralmente envolve instalar codecs de proprietário e uma biblioteca.

Requisitos de projeto thin client

Thin clients geralmente apresentam poucos recursos. Até mesmo quando isso não acontece, a intenção é para o sistema operacional do cliente desaparecer — ou pelo menos ser discreto e rápido. Um sistema operacional ideal para thin clients dedicados (aqueles que dependem do servidor para todas as funções, incluindo serviços de desktop) suportaria protocolos de comunicações de thin client communications, especialmente Citrix e RDP (Windows Terminal Services). Muito pequenas, distribuições leves Linux são de baixo custo, incluindo algumas projetadas especificamente para thin clients.

Thinstation é um tipo de distribuição dessas. A Thinstation suporta diversos protocolos de conectividade atualmente utilizados por thin clients. Pode ser utilizado por thin clients e também por sistemas independentes. A Puppy Linux é uma outra possibilidade. A Puppy é uma distribuição bem pequena que usa Xfce como gerenciamento de janela. A Puppy é mais indicada para sistemas independentes utilizados como thin clients. Consulte Resources para links dessas distribuições.


Procure, junte e implemente

Procurar e reunir recursos consumiu a maior parte do tempo livre dos nossos antepassados. No entanto, para esses projetos é apenas necessário fazer o download da distribuição Linux escolhida, dar o boot no seu sistema de projeto e configurar com alguns pacotes extras ou suporte necessário para o seu projeto específico. (Provavelmente não é preciso dizer, mas todos esses projetos presumem que o sistema de projeto foi cuidadosamente limpo e foi feito o backup dos dados em algum lugar.)

  1. Faça o download da versão mais recente da sua distribuição pretendida e grave em um CD.
  2. Insira o CD e dê o boot no sistema.

    Pode ser preciso mudar as configurações de BIOS para dar boot do CD. Siga as instruções de instalação automatizadas.

  3. Após o sistema reinicializar e concluir a instalação, configure o sistema para dar o boot da maneira que você preferir.

    Para servidores, provavelmente será mais simples dar um boot de um disco rígido disponível. No entanto, para media players ou thin clients é possível inicializar de CD, de um UFD, ou pela rede.

  4. Configure o sistema e os aplicativos que atendam aos requisitos configurados anteriormente.

    Examine as configurações do sistema. Lembre-se de todos os requisitos do projeto nos quais você trabalhou anteriormente e configure o sistema para fazer o que você quer. Por exemplo, servidores não devem depender do login de alguém no console para começar a compartilhar arquivos. Um media player doméstico deve dar o boot diretamente pata a tela principal da MythTV (ou qualquer aplicativo escolhido). Um thin client utilizado por muitas pessoas deve dar o boot para uma tela de login.

  5. Para qualquer disco interno que você deseja deixar publicamente disponível, certifique-se que são compartilhados utilizando o Samba.

    Para mais detalhes, consulte a documentação Samba e também outros artigos no developerWorks que discutem o compartilhamento de arquivo Linux. Impressoras podem ser compartilhadas através de Samba utilizando CUPS. Certifique-se de ter instalado cada impressora, e então compartilhe utilizando ferramentas Samba (consulte Resources para um tutorial sobre impressão Linux).

  6. Para sistemas sem comando, instale e configure VNC e/ou sshd para poder acessar o sistema remotamente. Observe que alguns sistemas, notadamente o Ubuntu, chama isso de Remote Desktop.

Identifique candidatos não adequados

Preste atenção pois nem todos os candidates de projeto vão ter sucesso. Se você descobrir que um componente vital é questionável, o sistema pode ser mais apropriado para um outro projeto, para uma máquina em partes, ou simplesmente para jogar fora — lembrando sempre, é claro, os problemas importantes em relação ao lixo eletrônico.

Lembre-se que discos rígidos, ventiladores e fontes de alimentação são as peças do seu computador que se movem fisicamente, o que faz dessas peças as que mais exigem substituição. Felizmente, todas são relativamente de custo baixo, portanto identificar algum problema com essas peças pode não significar o fim do seu projeto. A memória é um pouco mais cara, mas mesmo assim pode ser substituída e também atualizada sem estragar todo o projeto.

No entanto, se o próprio processador ou a placa mãe estiverem ruins, o sistema pode não servir para reciclar. Placas mãe antigas podem ser difíceis de encontrar, e depois de começar a fazer o upgrade da placa mãe, é inevitável um novo processador que seja compatível, diferentes módulos de memória, uma nova placa gráfica, talvez um novo disco rígido... e por fim, seu sistema não está apenas reciclado como substituído, peça por peça, como o velho martelo favorito do carpinteiro que finalmente conseguiu três novos cabos e duas cabeças novas.


Conclusão

Resgatar lixo eletrônico e colocar em bom uso é um modo fantástico de economizar dinheiro, ser mais conhecedor dos sistemas do quais você depende e, o mais importante, ajudar a prevenir a dispersão de material tóxico e a possibilidade irrealizada de acabar com os depósitos de lixo e os incineradores. A versatilidade do Linux torna esse processo divertido. Venha fazer parte do Green computing group no My developerWorks e conte como está o andamento de seus projetos.

Recursos

Aprender

Obter produtos e tecnologias

  • O Web site DistroWatch (a página reside fora da ibm.com) é um grande recurso para detalhes e histórias do mundo real sobre cada distribuição Linux.
  • Ubuntu (a página reside fora da ibm.com) é uma excelente distribuição geral para desktops. Não deixe de examinar Ubuntu Server Edition (a página reside fora da ibm.com) para servidores e Mythbuntu (a página reside fora da ibm.com) para media players.
  • Fedora e CentOS (a página reside fora da ibm.com) são distribuições baseadas em Red Hat e ambas são excelentes plataformas para servidores de arquivo. Também verifique MythDora para media players.
  • OpenSUSE (a página reside fora da ibm.com) é uma outra excelente distribuição de desktop que funciona muito bem com servidores de arquivo.
  • Thinstation (a página reside fora da ibm.com) é uma distribuição especificamente projetada para thin clients Linux.
  • Puppy Linux (a página reside fora da ibm.com) é uma distribuição Linux leve que se adapta bem a thin clients.
  • Ultimate Boot CD (a página reside fora da ibm.com) é um conjunto de ferramentas de gerenciamento de sistemas com base em Linux, e é gratuito.
  • Com o IBM trial software, disponível para download diretamente do developerWorks, construa seu próximo projeto de desenvolvimento em Linux.

Discutir

  • Faça parte do Green computing group no My developerWorks e compartilhe sua experiência com reaproveitamento de hardware antigo.
  • Venha participar da My developerWorks community; com seu perfil pessoal e página inicial customizada, você pode adequar o developerWorks a seus interesses e interagir com outros usuários developerWorks.

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