08 Nov 2011 - Como um acompanhamento aos comentários do leitor, o autor adicionou um elemento span a birthDate e substituiu o conteúdo da Listagem 1.
Em maio de 2011, o triunvirato Google, Yahoo e Bing anunciou o schema.org, atraindo a atenção de todos para dados estruturados. O schema.org é uma nova maneira de os mecanismos de procura entenderem as páginas da web. Se os autores de conteúdo da web adicionarem um pouco de metadados às suas páginas—apenas alguns termos de vocabulário—, então seus resultados de procura aparecerão melhor em todos os três mecanismos de procura.
A marcação extra ainda não mudou a maneira como os resultados de procura são exibidos para muitos sites que implementaram o schema.org. Os autores de conteúdo da web ainda estão ansiosos, porém, para fazer a marcação das suas páginas e deixá-las prontas para consumo pelos três grandes.
O schema.org impõe um desafio aos autores da web que não têm experiência com as diferentes sintaxes para adicionar dados estruturados a HTML. As sintaxes são:
- Microformatos
- RDFa
- Microdados
Para contribuir para o desafio, o Google (o mecanismo de procura mais influente para muitos autores da web) indicou que processará apenas microdados. Os microdados, a mais nova das três sintaxes, ainda não têm muito suporte de ferramenta.
Neste artigo, aprenda a usar Drupal para adicionar microdados às suas páginas. Prepare seu conteúdo para que ele possa ser usado em aplicativos como a ferramenta Rich Snippets do Google.
Faça o download do código de origem para este artigo.
Microdados são uma maneira simples de adicionar dados estruturados a páginas. Eles definem alguns atributos, como itemtype e itemprop, que podem ser colocados em tags HTML para indicar sobre o que a página é. Os microdados foram introduzidos por Ian Hickson, o editor da especificação HTML 5, em 2009. Porém, as raízes da ideia existiam muito antes disso.
Microdados são baseados em RDFa, que é uma maneira de colocar RDF em HTML. A ideia para RDFa foi apresentada por Mark Birbeck em 2004 com uma nota publicada pelo W3C. Em seguida, a ideia foi incorporada na próxima versão de XHTML. A RDFa introduziu diversos novos atributos HTML, como property e about, e reutilizou alguns atributos, como rel.
A RDFa é eficiente, mas pode ser difícil para os autores saber se ela está correta, devido às interações às vezes complexas dos atributos. A RDFa também herdou alguns recursos de XML, como prefixos de namespace, que podem ser confusos.
Microformatos, outra versão dos dados estruturados em XHTML, foram lançados um pouco mais de um ano depois por um grupo de desenvolvedores da comunidade. Em contraste com a RDFa, os microformatos reutilizam os atributos XHTML existentes aos quais os autores já estavam acostumados, como o atributo rel em links. Os microformatos também adicionam um pouco de semântica nesses atributos. Foi dada ênfase apenas à marcação de conteúdo visível; é fácil haver abuso do conteúdo invisível ou que ele saia de sincronia com o conteúdo visível.
Um problema com os microformatos é que não há uma maneira genérica de analisá-los. Em vez disso, foi adicionado suporte para cada microformato. Por exemplo, se você desejar processar dados de calendário e dados de endereço, precisa garantir que seu analisador tenha suporte para ambos ou usar dois analisadores diferentes. Também pode ser difícil ter um novo microformato publicado através do processo de comunidade.
Os microdados unem as boas ideias tanto dos microformatos quanto da RDFa. Os microdados:
- Reduzem a complexidade da RDFa diminuindo o número de atributos e opções para seu posicionamento.
- Eliminam os prefixos de namespace.
- Mantêm uma análise genérica da RDFa, o que torna muito mais fácil criar ferramentas que funcionem sobre os dados publicados.
- Mantêm a habilidade de diversos grupos de pessoas criarem seus próprios conjuntos de valores de atributos, chamados de vocabulários, para usar com microdados.
Colocando o vocabulário de schema.org com microdados
O schema.org é um vocabulário que funciona bem com microdados. Porque nenhuma instituição de aprovação está encarregada de vocabulários, os proprietários do mecanismo de procura puderam criar o próprio vocabulário para atender as suas necessidades. A maioria dos vocabulários lida com os tipos de elementos em que o Google já focava para a ferramenta Rich Snippets: pessoas, lugares, eventos, entretenimento e comércio.
Vários bons exemplos (consulte os Recursos) demonstram como colocar os termos do schema.org em um site. Por exemplo, a Listagem 1 mostra uma marcação simples para uma descrição de um filme aprimorada com os termos do schema.org.
Listagem 1. Marcação simples para um filme aprimorado com schema.org
<div itemscope itemtype ="http://schema.org/Movie">
<h1 itemprop="name"&g;Avatar</h1>
<div itemprop="director" itemscope itemtype="http://schema.org/Person">
Director: <span itemprop="name">James Cameron</span>
(born <span itemprop="birthDate">August 16, 1954)</span>
</div>
<span itemprop="genre">Science fiction</span>
<a href="../movies/avatar-theatrical-trailer.html" itemprop="trailer">Trailer</a>
</div>
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O que a marcação extra faz pode não estar claro imediatamente. Para ter uma ideia, publique uma página com esse fragmento na web. Então é possível inserir a URL para essa página na Rich Snippets Testing Tool do Google (consulte os Recursos), como na Figura 1. Se você não tiver acesso fácil a um servidor da web, também pode copiar e colar o fragmento na ferramenta de teste de microdados ativa fornecida pelo desenvolvedor de Opera Philip Jägenstedt (consulte os Recursos).
Figura 1. Microdados do schema.org extraídos do exemplo na Listagem 1
A ferramenta obteve informações sobre dois pontos: o filme e seu diretor.
Os dois conceitos principais em microdados são os itens e as propriedades desses itens. Uma propriedade pode ser definida para uma cadeia de caractere ou outro item. Por exemplo, o filme é um item. Ele tem um nome, que é uma propriedade com um valor de cadeia de caractere. Também tem um diretor, que é uma propriedade com um valor de item — a pessoa.
Para permitir que o analisador saiba que você está começando a falar de um item, use o atributo itemscope . Também é possível usar o atributo itemtype para permitir que o analisador saiba de que tipo de elemento você está falando.
Use itemtype para determinar quais propriedades podem ser usadas no atributo itemprop . Por exemplo, na página para o tipo de item Movie , você encontrará uma lista de propriedades que podem ser usadas no filme (consulte os Recursos). Outras propriedades fora dessa lista também podem ser usadas se você utilizar a URL completa da propriedade. Por exemplo, o vocabulário FOAF também especifica uma propriedade name . É possível usar itemprop="http://xmlns.com/foaf/0.1/name" para utilizar a propriedade name do FOAF, em vez da propriedade name do schema.org.
Todas as propriedades dentro de <div> do Filme são entendidas como propriedades do filme até que você chegue ao final de div ou até que alcance itemscope em um div dentro de Filme, como na Listagem 1. O atributo itemscope indica que agora você está falando de algo diferente (uma Pessoa, neste caso), então a propriedade birthplace é entendida como um atributo de Pessoa, em vez de do Filme.
Devido ao fato de que você adicionou um pouco de estrutura ao seu conteúdo, extrair as informações relevantes é simples para qualquer uma das ferramentas. Adicionando os atributos em HTML, você torna os dados na sua página mais fáceis de processar—quase como se estivessem em uma planilha do Excel ou em um banco de dados.
Embora os microdados sejam bastante simples, ainda pode ser difícil posicionar e manter o conteúdo manualmente. Algumas ferramentas dão suporte à produção de microdados, incluindo o módulo Microdata do Drupal (consulte os Recursos).
Usando Drupal para adicionar microdados às suas páginas
Drupal é um sistema de gerenciamento de conteúdo que habilita uma estimativa de 2% da web. Com essa interface com o usuário, os administradores do site podem criar formulários para coletar conteúdo dos usuários. O Drupal então cria automaticamente as tabelas e os campos adequados no banco de dados para os dados do formulário e manipula a exibição dos dados de maneira configurável.
O Drupal é particularmente adequado para produzir dados estruturados em função da maneira como o conteúdo é manipulado—como elementos separados (chamados de entidades) que possuem propriedades na forma de campos de valor. Com o Drupal 7, a capacidade de adicionar dados estruturados a HTML usando RDFa foi integrada ao núcleo do Drupal.
Desde o anúncio do schema.org, em 02 de junho de 2011, o trabalho progrediu para adicionar algum suporte para saída de microdados. O módulo de microdados ainda está em desenvolvimento e não está pronto para uso em sites ativos. Para experimentação em sites de teste, é possível usar o módulo de microdados para gerar microdados para campos e testar as exibições de Rich Snippet com base nesses microdados.
Comece recriando o exemplo acima usando Drupal. Consulte os Recursos para efetuar download e habilitar o último release dos seguintes módulos:
- Microdados
- API Entity
- CTools
Um tipo de conteúdo permite aos usuários definir quais valores de campo são coletados e armazenados para uma entidade. Por exemplo, você pode criar um tipo de conteúdo de produto que forme campos para coletar o preço, as cores disponíveis, os tamanhos e o número de modelo do fabricante, o que torna fácil manter um inventário.
Para este exercício, você criará um tipo de conteúdo de filme. Acesse Structure > Content Types, clique no link Add Content type e insira as seguintes informações.
- Nome:
Movie - Descrição:
A page describing a movie - Configurações de comentário: selecione Closed. Não é preciso comentar a função nessa página.
- Configurações de microdados: adicione o itemtype
http://schema.org/Movie.O título é um tipo de campo especial e não tem a própria tela de edição, então você adiciona o título aqui também. Use a propriedade
namepara marcar o título.
É possível testar se esse exemplo funcionou criando um novo item de Filme. Acesse Add content para criar o Filme. Depois de criá-lo, use a ferramenta de teste Rich Snippets para determinar se é possível extrair os dados da página. Deve ser possível ver um único item com um Tipo de http://schema.org/movie e um nome de Cool Hand Luke como na Figura 2.
Figura 2. Microdados extraídos após o mapeamento do tipo de conteúdo e o título
O tipo de conteúdo foi reconhecido como sendo um Filme com um título. Entretanto, há mais informações sobre esse filme.
Os campos são anexados aos tipos de conteúdo para coletar informações extras sobre o conteúdo. No exemplo, adicione o gênero de um filme como seu próprio campo.
Para adicionar o gênero ao tipo de conteúdo, acesse Structure > Content types e clique em Manage fields para o tipo de conteúdo de Filme. Você usará um campo de texto para coletar o gênero. Insira as seguintes informações.
- Etiqueta:
Genre - Nome do campo:
genre - Tipo de campo:
Text - Widget do campo:
Text field
Clique em Save field settings na próxima página. Na parte inferior do formulário de configuração da instância de campo, você verá Genre Microdata Mapping, como na Figura 3. Defina a propriedade do campo para genre e clique em Save.
Figure 3. Interface para mapeamento do campo de texto
Edite o seu conteúdo e adicione o gênero do filme. Atualize o Rich Snippet. O gênero agora é exibido com o tipo e o nome.
Embora o exemplo não demonstre imagens, é possível adicionar uma imagem, como o cartaz do filme, ao tipo de conteúdo. Uma miniatura da imagem então é exibida para o Rich Snippet.
Para adicionar a imagem ao tipo de conteúdo, acesse Structure > Content types e clique em Manage fields.
- Etiqueta:
Poster - Nome do campo:
poster - Tipo de campo:
Image - Widget do campo:
Image
Use a propriedade image schema.org para o cartaz. No campo field property, insira image , como na Figura 4.
Figura 4. Interface para mapeamento do campo de imagem
Salve e edite o filme para adicionar uma imagem. Teste novamente o Rich Snippet. Você deve ver a propriedade image com sua URL, http://lin-clark.com/sites/default/files/cool-hand-luke.jpg, como na Figura 5. O item único também tem um Tipo de http://schema.org/movie, um nome de Cool Hand Luke e um gênero de prison drama.
Figura 5. Microdados extraídos do campo de texto e imagem
Também é possível ver um Rich Snippet exibido com uma miniatura do cartaz, como na Figura 6. A ferramenta de teste do Google está em desenvolvimento muito ativo; a exibição do Rich Snippet para a mesma marcação muda ao longo do tempo. Esse Rich Snippet foi capturado em 14 de setembro, mas a exibição mudou em 19 de setembro.
Figura 6. Rich Snippet exibido para filme
Habilitando microdados em formatadores de campo
Campos de texto e imagem cobrem muito dos dados que as pessoas normalmente colocam em um site, mas há outros tipos de dados. Para cobrir todos os tipos de dados de que um administrador de site pode precisar, o sistema de campo do Drupal fornece aos usuários uma seleção de tipos de campo básicos e fornece uma API de modo que os módulos possam definir novos tipos de campo. Dentro desses módulos, é possível definir diferentes formulários de coleta de dados (widgets), armazenamento de dados e exibição (formatadores) para cada tipo de campo. Os administradores de site podem então instalar esses módulos de campo e configurar os widgets e formatadores sem precisarem escrever nenhum código.
Os microdados têm exigências rígidas sobre onde colocar os atributos de microdados no HTML, então cada tipo de campo no Drupal precisa definir onde colocar o atributo dentro dos seus formatadores. Embora microdados sejam suportados para a maioria dos tipos de campo definidos por núcleo, muitos tipos de campos amplamente usados ainda não têm suporte para microdados.
Para usar um formatador de campo definido em um módulo contribuído, é possível verificar a tabela que rastreia o suporte a microdados. Mesmo se o formatador de campo ainda não for suportado, isso não significa que não é possível usá-lo. É fácil adicionar suporte a microdados a um formatador de campo. É possível inclusive contribuir com suporte a microdados de volta para o módulo criando uma correção com suas alterações. Essa é uma ótima maneira de começar na comunidade do desenvolvedor Drupal.
No exemplo de schema.org, foi marcado um link para o trailer do filme. No momento em que este artigo foi escrito, o formatador de campo de link definido pelo módulo Drupal Link não tinha suporte para microdados, mas é possível mudar isso.
Você adicionará suporte a microdados ao módulo Link. Os exemplos abaixo usam o código do módulo Link de 20 de setembro de 2011, que é fornecido no arquivo download com este artigo. (A versão atual do módulo Link mudou e pode já conter suporte a microdados.)
O campo de link tem duas partes de dados diferentes que você pode desejar expor usando microdados:
- A URL para o link
- O texto vinculado a essa URL
Neste ponto, é preciso notificar o sistema sobre essas duas propriedades através de um módulo da API Entity: a API Entity Property.
É preciso adicionar as informações à definição de campo, que são registradas por link_field_info. Adicione property_type ao campo em si e a property_callbacks, como na Listagem 2.
Listagem 2. Adicionar informações de propriedade ao campo
link_field_info
/**
* Implements hook_field_info().
*/
function link_field_info() {
return array(
'link_field' => array(
'label' => t('Link'),
'description' => t('Store a title, href, and attributes in the database to
assemble a link.'),
// ...
'property_type' => 'field_item_link',
'property_callbacks' => array('link_field_property_info_callback'),
),
);
}
|
O tipo de propriedade permite ao sistema conhecer o tipo de dados do campo. Já que field_item_link não é um tipo ou entidade de dados reconhecido, o tipo de dados assume como padrão struct quando é processado. Esse struct atua como um contêiner para as propriedades que você marca (a URL do link e o texto vinculado). Porque ele é simplesmente um contêiner, você não habilita os microdados para o campo em si—apenas para suas propriedades.
O retorno de chamada da propriedade é uma função que registra as mesmas informações de tipo de propriedade para as propriedades do componente. Para marcar as propriedades com os microdados, defina os microdados para TRUE para cada propriedade, como na Listagem 3. Isso fornece a interface gráfica com o usuário para adicionar microdados a essas propriedades.
Listagem 3. Registrar as propriedades do campo com o retorno de chamada da propriedade
/**
* Additional callback to adapt the property info of link fields.
* @see entity_metadata_field_entity_property_info().
*/
function link_field_property_info_callback(&$info, $entity_type, $field, $instance,
$field_type) {
$property = &$info[$entity_type]['bundles'][$instance['bundle']]['properties']
[$field['field_name']];
$property['property info'] = array(
'title' => array(
'type' => 'text',
'label' => t('The title of the link.'),
'microdata' => TRUE,
),
'url' => array(
'type' => 'uri',
'label' => t('The URL of the link.'),
'microdata' => TRUE,
),
);
if ($instance['settings']['title'] == 'none') {
unset($property['property info']['title']);
}
}
|
A interface com o usuário obtém a etiqueta das informações da propriedade e usa o tipo para determinar que tipo de campos de formulário exibir. Se a propriedade for um item, em vez de uma cadeia de caractere, um campo de itemtype também é exibido. A Figura 7 mostra um exemplo para as duas propriedades de um trailer: o título do link e a URL do link.
Figura 7. Formulário de mapeamento de microdados do link
Agora é possível especificar quais termos do vocabulário usar para as propriedades do campo no formulário de configuração do campo. Entretanto, os atributos não são inseridos no HTML até um pouco mais de código ser adicionado.
Adicionando microdados à saída com tema
Para posicionar os microdados, é preciso alterar a saída HTML para o campo. Por exemplo, para adicionar um link a um aplicativo de software, você pode desejar que o texto do link (o nome do software) use a propriedade name e que o link em si use a propriedade url . A Listagem 4 mostra como fazer isso adicionando itemprop da URL à tag <a> e inserindo um intervalo com itemprop do texto em torno do conteúdo do texto.
Listagem 4. Um link antes e depois de adicionar microdados
<a href="http://drupal.org">Drupal</a> <a itemprop="url" href="http://drupal.org"><span itemprop="name">Drupal</span></a> |
Fica mais fácil se você fizer o módulo Link inserir os atributos. Para transformar o conteúdo do banco de dados para o campo em HTML, cada módulo formatador de campo possui a própria função de visualização. Dentro da função de visualização, alguns formatadores usam funções theme para gerar o HTML. Um exemplo é theme_link_formatter_link_default(). Frequentemente, os atributos de microdados precisam ser passados da função field_formatter_view para a função theme.
No módulo Link, o formatador já passa um array de atributos a serem colocados na tag <a> usando a variável de item. É possível adicionar a URL itemprop a esse array para fazer com que saia automaticamente onde você precisa, como na Listagem 5.
Listagem 5. Adicionando microdados em
hook_field_formatter_view
/**
* Implements hook_field_formatter_view().
*/
function link_field_formatter_view($entity_type, $entity, $field, $instance,
$langcode, $items, $display) {
$elements = array();
$microdata = array();
// If the microdata module is enabled, the microdata mapping will have been
// passed in via the entity.
if (module_exists('microdata')) {
$microdata = $entity->microdata[$field['field_name']];
}
foreach ($items as $delta => $item) {
// Add the url attributes to $item['attributes'] because the theme function
// will pass it through to l(), properly placing the itemprop for the url.
if (isset($microdata['url'])) {
$item['attributes'] += $microdata['url']['#attributes'];
}
// Pass the microdata array to the theme function so it can be used to place
// the link title's attribute.
$elements[$delta] = array(
'#markup' => theme('link_formatter_'. $display['type'], array('element' => $item,
'field' => $instance, 'microdata' => $microdata)),
);
}
return $elements;
}
|
Porém, não há uma maneira automática de colocar os atributos no conteúdo do texto. É preciso passá-los para a função theme e alterar a função theme para usá-los.
Depois de passar as variáveis dos microdados para a função theme
, você pode adicionar a tag <span> contendo itemprop em torno do título. O código verifica se há um itemprop para o texto e, se houver, você adiciona os microdados como na Listagem 6.
Listagem 6. Adicionar microdados na função theme
/**
* Theme function for 'default' text field formatter.
*/
function theme_link_formatter_link_default($vars) {
$url = $vars['element']['url'];
$microdata = $vars['microdata'];
// If there is an itemprop set for the title, wrap the title in a span and
// add the itemprop to that span.
if (!empty($microdata['title'])) {
$title = '<span ' . drupal_attributes($microdata['title']['#attributes'])
. '>' . $vars['element']['title'] . '</span>';
}
else {
$title = $vars['element']['title'];
}
// Create the array of options to pass to l().
$link_options = $vars['element'];
unset($link_options['element']['title']);
unset($link_options['element']['url']);
// Display a normal link if both title and URL are available.
if (!empty($title) && !empty($url)) {
return l($title, $url, $link_options);
}
// If only a title, display the title.
elseif (!empty($title)) {
return check_plain($title);
}
// If only a url, display the full url as a link.
elseif (!empty($url)) {
return l($url, $url, $link_options);
}
}
|
Agora é possível testar a saída de microdados para o formatador.
Contribuindo com suas alterações para a comunidade
Um dos fatores que torna o Drupal uma forte solução técnica é o grande número de contribuidores que compõem sua comunidade. Os contribuidores não são apenas pessoas que vivem e respiram Drupal; muitos contribuidores fazem a correção de código ocasional para os próprios sites, que então a publicam como uma correção para os outros usarem.
Se você adicionar microdados a um formatador de campo para o seu próprio projeto, é possível contribuir com esse trabalho de volta para a comunidade Drupal. Simplesmente publique um problema na fila de problemas para o módulo e sugira que o módulo tenha suporte a microdados. Esse tipo de problema é chamado de solicitação de recurso. Então é possível publicar uma correção com as suas alterações sobre o problema. (Há alguns excelentes tutoriais que demonstram como criar correções para projetos Drupal.) Depois de ter publicado a correção, marque o problema como "needs review".
Neste artigo, você aprendeu a usar Drupal para adicionar microdados às suas páginas para que o seu conteúdo possa ser usado em aplicativos como Rich Snippets do Google. Com o novo módulo de microdados, é possível configurar a saída de microdados para tipos de campo básicos e adicionar saída de microdados a tipos de campo customizados. Agora os seus dados estão disponíveis para outros criarem aplicativos sobre eles.
| Descrição | Nome | Tamanho | Método de download |
|---|---|---|---|
| Article source code | microdata-source2.zip | 820KB | HTTP |
Informações sobre métodos de download
Aprender
- Schema.org: saiba mais sobre essa coleção de esquemas, que são tags HTML que os webmasters podem usar para marcar suas páginas de maneiras reconhecidas pelos principais provedores de procura.
- Getting started with schema.org: nesses tutoriais, aprenda a marcar seu conteúdo usando microdados e a usar o vocabulário de schema.org. Tópicos avançados também são abordados.
- URL Itemtype: encontre as propriedades que podem ser usadas em um item do schema.org visitando a URL itemtype (http://schema.org/Movie, por exemplo).
- Suporte a microdados: descubra se um formatador de campo tem suporte para microdados.
- Tipos de dados: veja como os microdados no Drupal usam as propriedades da entidade.
- The Semantic web, Linked Data and Drupal, Part 1: Expose your data using RDF (Lin Clark, developerWorks, abril 2011): torne seus dados da web mais interoperáveis e seu compartilhamento de dados mais eficiente. Um exemplo mostra como usar o Drupal 7 para publicar Linked Data expondo o conteúdo com RDF.
- The Semantic web, Linked Data and Drupal, Part 2: Combine linked datasets with Drupal 7 and SPARQL Views (Stéphane Corlosquet e Lin Clark, developerWorks, maio de 2011): aprenda a usar o Linked Data existente disponível hoje na web de dados e como aprimorar o site Drupal 7 com dados vindos de diferentes pontos finais.
- Creating patches for Drupal projects: aprenda o que são correções e como trabalhar com elas no contexto do projeto Drupal. Da líder da iniciativa HTML5 do Drupal, Jacine Luisi.
- Scientific American article on the Semantic web: leia este artigo produtivo de Tim Berners-Lee, James Hendler e Ora Lassila.
- Linked Data: leia a entrevista de ReadWriteWeb sobre dados vinculados com Tim Berners-Lee.
- Linked Data Design Issues: saiba mais sobre dados vinculados com Tim Berners-Lee.
- Rich snippets (microdata, microformats, and RDFa) - Webmaster Tools Help: saiba mais sobre Rich Snippets do Google e como rotular seu conteúdo da web para indicar claramente o tipo de dados, como nome e endereço do restaurante, ou uma classificação.
- Implement Semantic web standards in your web site (Rob Crowther, developerWorks, maio de 2008): crie um site de rede social simples usando PHP e MySQL, que implementa padrões da web de Semântica, como hCard e Friend of a Friend (FOAF) como parte de um esquema de Uniform Resource Identifier (URI) semântico.
- Desenvolvendo Publicações do Drupal para Suportar XML Baseado em Normas (Garrick Bodine e Stephanie Schlitz, developerWorks, fevereiro de 2011): saiba como customizar sua instalação do Drupal para dar suporte à publicação de documentos XML TEI (ou outros).
- DrupalGuia de Instalação: leia sobre a preparação para instalação, executando do script de instalação em si, e as etapas a seguir depois de a execução do script de instalação ser concluída.
- Install Drupal 7 with the Acquia Stack Installer: obtenha instruções passo a passo nesse vídeo.
- FOAF Vocabulary Specification 0.98: explore a linguagem FOAF, definida como um dicionário de propriedades e classes com nomes usando a tecnologia de RDF do W3C.
- Dublin Core Metadata Initiative (DCMI): conheça essa organização aberta envolvida no desenvolvimento de padrões de metadados interoperáveis que têm suporte para uma ampla variedade de objetivos e modelos de negócio.
- SIOC (Semantically-Interlinked Online Communities) Core Ontology Specification: conheça os principais conceitos e propriedades exigidos para descrever informações de comunidades on-line (como murais de mensagens, wikis ou weblogs) na web Semântica.
- SPARQL Explorer for http://dbpedia.org/sparql: teste uma interface de consulta de demonstração disponível na web.
- Iniciante em XML? Obtenha os recursos necessários para aprender XML.
- Área de XML do developerWorks: localize os recursos necessários para avançar em conhecimentos na arena XML, incluindo DTDs, esquemas e XSLT. Consulte a seção Biblioteca técnica de XML para obter um intervalo amplo de artigos técnicos e dicas, tutoriais, padrões e IBM Redbooks.
- Certificação XML da IBM: Descubra como se tornar um Desenvolvedor Certificado pela IBM em XML e tecnologias relacionadas.
- eventos técnicos e webcasts do developerWorks
: Mantenha-se atualizado em relação à tecnologia nessas sessões.
- o developerWorks no Twitter: Inscreva-se hoje para seguir os tweets do developerWorks.
- Podcasts do developerWorks: escute entrevistas e debates interessantes para desenvolvedores de software.
- Demos On Demand do developerWorks: Acompanhe demos que abrangem desde a instalação de produto e configuração para iniciantes até funcionalidade avançada para desenvolvedores experientes.
Obter produtos e tecnologias
- Acquia Drupal: obtenha o pacote de distribuição disponível gratuitamente do sistema de publicação social Drupal de software livre.
- Rich Snippets Testing Tool do Google: teste sua marcação de schema.org.
- Rich Snippets do Google, Coleção de campo e
API Entity: faça o download dos módulos e certifique-se de obter os releases de desenvolvimento.
- Ferramenta de teste Live Microdata: obtenha outra ferramenta, criada pelo desenvolvedor do Opera Philip Jägenstedt, para testar microdados.
- Versões de avaliação de produto IBM: Faça o download ou explore as versões de teste on-line no IBM SOA Sandbox e entre em contato com as ferramentas de desenvolvimento de aplicativos e produtos de middleware do DB2®, Lotus®, Rational®, Tivoli®e WebSphere®.
Discutir
- perfil do developerWorks: crie seu perfil hoje e configure uma watchlist.
- Fóruns de discussão da zona de XML: Participe de qualquer uma das várias discussões relacionadas a XML.
- A Comunidade do developerWorks: Entre em contato com outros usuários do developerWorks e explore os blogs, fóruns, grupos e wikis voltados para desenvolvedores.

Lin Clark é desenvolvedora de Drupal especializada em Linked Data. Ela é mantenedora de diversos módulos do Drupal, como Microdata e SPARQL Views, além de ser uma participante ativa na iniciativa de HTML5 do Drupal e HTML Data Task Force do W3C. Ela frequentou a Carnegie Mellon University e está concluindo seu mestrado no Digital Enterprise Research Institute na NUI Galway. Mais informações estão disponíveis em lin-clark.com.