Boas práticas ao usar o Data Studio e o Optim Development Studio com DB2 para z/OS

O IBM Data Studio e o Optim™ Development Studio são produtos relacionados no portfólio do Optim de ferramentas integradas de gerenciamento de dados. Embora haja muito material publicado sobre o uso dessas ferramentas, poucas informações se concentram no uso desses dois produtos para o acesso aos bancos de dados do DB2® para z/OS®. Este artigo responde a perguntas frequentes e descreve as boas práticas que uma das nossas autoras desenvolveu como resultado do seu trabalho com perguntas e registros e problemas de um cliente.

Marichu Scanlon, Advisory Software Engineer, IBM

Marichu Scanlon é a líder da equipe do Data Studio no departamento Continuing Engineering no Silicon Valley Laboratory, em San Jose, Califórnia. Esse grupo é responsável pela manutenção dos códigos base do Data Studio e do InfoSphere Data Architect.


nível de autor Contribuidor do
        developerWorks

Kathryn Zeidenstein, InfoSphere Guardium Evangelist, IBM

Photo of Kathryn ZeidensteinKathy Zeidenstein trabalha na IBM há zilhões de anos. Atualmente ela trabalha na equipe de ativação técnica do IBM Optim Solutions e é responsável por desenvolvimento de comunidade e comunicações. Antes de assumir essa função, foi gerente de marketing de produto em tecnologias analíticas e procura de texto.



02/Jul/2010

Introdução

Esta seção analisa brevemente o histórico de produtos descrito neste artigo.

Data Studio

O IBM Data Studio é uma oferta gratuita e disponível para download que fornece recursos básicos de administração e desenvolvimento de banco de dados, incluindo os seguintes:

  • Conexão ao subsistema
  • Visualização de objetos do servidor de dados
  • Criação de objetos
  • Desenvolvimento e depuração de procedimentos armazenados e UDFs
  • Execução do Visual Explain
  • Ajuste de consultas únicas

O IBM Data Studio é o produto substituto do Developer Workbench, que anteriormente substituiu o Development Center.

Para obter mais informações sobre os recursos do Data Studio do DB2 para z/OS, consulte o Apêndice.

É oferecido suporte completo para o Data Studio, dependendo de qual dos seguintes servidores de banco de dados IBM você possui:

  • DB2 para Linux®, UNIX® e Windows®
  • DB2 para i®
  • DB2 para z/OS
  • Informix®

Atualmente, o Data Studio está disponível nas duas opções de pacote a seguir:

Pacote independente
O pacote independente é uma oferta com pequena área de cobertura projetada idealmente para administradores de banco de dados. O pacote é suficiente para a maior parte dos usuários que executam administração padrão ou desenvolvimento de rotina de banco de dados. Ele inclui um recurso de ajuste básico de consulta única que foi anteriormente incluído no Optimization Service Center. O pacote independente não inclui recurso de desenvolvimento para SQLJ, Data Web Services ou XML.
Pacote de ambiente de desenvolvimento integrado (IDE)
O pacote IDE é mais adequado para desenvolvedores que desejam compartilhamento em shell com outras ofertas Eclipse. Ele inclui muitos recursos administrativos e um ambiente de desenvolvimento Eclipse integrado para Java, XML (para DB2 para Linux, UNIX e Windows) e desenvolvimento de serviços da Web. Atualmente, o recurso de ajuste de consulta única não está incluído.

A menos que seja afirmado de outra maneira, as boas práticas neste documento aplicam-se a ambos os pacotes.

Optim Development Studio

O Optim Development Studio é um produto de upgrade natural do Data Studio em termos de sua maior funcionalidade para DBAs, desenvolvedores de banco de dados e de acesso a dados. Ele inclui muitos dos mesmos recursos do Data Studio, além de um rico conjunto de recursos pureQuery.

Tabela 1. Recursos adicionais no Optim Development Studio e pureQuery
FunçãoData StudioOptim Development Studio
Integrated Query Editor (SQL e XQuery)XX
SQL BuilderXX
Visual Explain para bancos de dados IBMXX
Visual Explain para bancos de dados OracleX
Ajuste básico de consulta única (gráfico do plano de acesso, formatador de consulta, orientador de estatística, captura de ambiente)X
SQL Routine DebuggerXX
PL/SQL Routine Debugger com relação a bancos de dados DB2 para Linux, UNIX e WindowsXX
PL/SQL Routine Debugger com relação a bancos de dados OracleX
Java Routine Debugger*X
XML Editor*X
Data Web Services*X
Criar, alterar, descartar objetos de banco de dados IBMXX
Criar, alterar, descartar objetos de banco de dados OracleX
Gerenciar privilégios de segurança para objetos de banco de dados IBMXX
Gerenciar privilégios de segurança para objetos de banco de dados OracleX
Implementar Web Services em dispositivos DataPower e JMSX
Conjunto de ferramentas para construir código pureQuery e ligar pacotes pureQueryX
Correlacionar SQL a código de origem JavaX
Impact Analysis para Java (objeto, SQL, código de origem)X
Estatísticas de execução SQLX
Executar código pureQueryX

* Requer pacote IDE do Data Studio

Consulte a seção Recursos do artigo para obter mais informações sobre os recursos pureQuery.

Como o Optim Development Studio e o Data Studio compartilham alguns componentes e algumas boas práticas reconhecidas para ambos os produtos, estamos incluindo-os neste artigo. A menos que informado de outra maneira, as boas práticas neste artigo são válidas para ambos os produtos.

Assegurando que o DB2 para z/OS está configurado apropriadamente

Embora o Data Studio e o Optim Development Studio (as ferramentas) sejam fáceis de instalar e executar, se o seu servidor não estiver configurado corretamente para identificar as chamadas provenientes de uma das ferramentas, não será possível usá-las com sucesso. Por exemplo, algumas tarefas devem ser executadas no lado do servidor para catalogar os procedimentos armazenados que permitem a recuperação de metadados usados para preencher o Data Source Explorer. Outras tarefas configuram o ambiente para assegurar o sucesso da implementação e depuração de procedimentos armazenados. Em muitos casos, a configuração inadequada do ambiente é a causa de problemas no uso das ferramentas.

Embora muitas das tarefas necessárias provavelmente tenham sido executadas no seu ambiente quando o DB2 foi instalado, há casos, como na migração de um release mais antigo, em que os procedimentos apropriados armazenados podem não ter sido implementados. Esta seção serve como uma lista de verificação que pode ser usada com o programador do seu sistema a fim de garantir que seu servidor esteja configurado corretamente para funcionar com as ferramentas.

Consulte a publicação sobre procedimento armazenado do IBM Redbooks®, listada na seção Recursos, para obter detalhes sobre as seções a seguir.

Assegure que os procedimentos armazenados fornecidos pelo DB2 estão instalados

Verifique se os procedimentos armazenados necessários fornecidos pelo DB2 estão instalados e que estão usando ambientes de aplicativo WLM válidos. As seguintes tarefas de customização do DB2 para z/OS V8 e V9 criam e ligam os vários procedimentos armazenados fornecidos pelo DB2 que são usados pelas ferramentas para preencher as pastas no Data Source Explorer.

DSNTIJRX
Adiciona suporte REXX para o procedimento armazenado fornecido pelo DB2 DSNTPSMP, que permite a criação de procedimentos armazenados externos.
DSNTIJTM
Configura o programa DSNTWR, executado quando o procedimento armazenado fornecido pelo DB2 WLM_REFRESH é chamado.
DSNTIJSG
Cataloga e liga os seguintes, quando necessário:
  • Os procedimentos de metadados armazenados fornecidos pelo DB2
  • Os procedimentos armazenados DSNTPSMP, DSNTBIND e WLM_REFRESH
  • Os procedimentos armazenados de processamento Java
  • Os procedimentos armazenados ADMIN
DSNTIJMS
Cataloga e liga, quando necessário, os procedimentos de metadados armazenados fornecidos pelo DB2 que são usados pelo conjunto de ferramentas SQL

Se esses procedimentos armazenados não estiverem presentes, o usuário verá uma exceção e um sqlcode -440 será inserido no log de erros quando um procedimento armazenado for implementado ou executado. O código é também adicionado ao log de erros quando você preenche algumas das páginas no construtor SQL dentro do assistente New Stored Procedure.

Verifique se você tem a autorização apropriada

As ferramentas executam consultas e atualizações nas tabelas de catálogos em seu nome ao desenvolver e executar instruções SQL, procedimentos armazenados e, se você estiver usando o Optim Development Studio, pacotes DB2. Como é esperado, são necessárias as autorizações DB2 apropriadas para realizar essas operações. Além dessas autorizações DB2, também podem ser necessárias autorizações RACF e USS para acessar determinados recursos.

O que as funções Extrair e Carregar significam quando se trata do DB2 para z/OS?

As opções do Data Source Explore de extrair e carregar dados das ferramentas não chamam nenhum utilitário DB2 para z/OS. A extração pode ser usada para colocar uma quantidade de dados relativamente pequena em um arquivo. O carregamento usa dados em um arquivo delimitado pelo Windows como entrada.

Autorizações gerais
A Tabela 2 lista as autorizações gerais necessárias para que os usuários criem ou modifiquem objetos nas ferramentas. O Data Object Editor usado no Data Source Explorer permite que os usuários criem e modifiquem objetos a partir da maioria dos nós no Data Source Explorer, de forma que as autorizações apropriadas devem existir para suportar o trabalho em questão. Os exemplos de autorizações incluem amostra de conteúdo, inserir, atualizar, excluir, extrair e carregar dados de tabela.
Tabela 2. Autoridades e privilégios gerais
TarefaAutoridade e privilégios
Acessar banco de dados de destinoCONNECT
Criar uma visualização ou tabela usando o Data Object Editor ou SQL integrado em um aplicativoCREATEIN para o esquema
Recuperar linhas de uma tabela (Amostra de Conteúdo, Retornar Todas as Linhas e Extrair)SELECT
Inserir ou atualizar uma entrada em uma tabela ou visualizar usando o Data Object Editor ou SQL integrado em um aplicativoINSERT ou UPDATE
Excluir linhas de uma visualização ou tabela usando o Data Object Editor ou SQL integrado em um aplicativoDELETE
Remover qualquer objeto do Data Source ou SQL integrado em um aplicativoÉ necessário que você seja o proprietário do objeto e tenha pelo menos um dos itens a seguir:
  • Privilégio DROPIN para o esquema ou todos os esquemas
  • Autoridade SYSADM ou SYSCTRL
ALTERAR qualquer objeto do Data Source Explorer ou SQL integrado em um aplicativoÉ necessário que você seja o proprietário do objeto e tenha pelo menos um dos itens a seguir:
  • Privilégio ALTERIN para o esquema ou todos os esquemas
  • Autoridade SYSADM ou SYSCTRL
Registrar procedimentos armazenados em um servidor de banco de dados Qualquer um dos privilégios de autoridade CREATE PROCEDURE:
  • SYSADM ou DBADM
  • CREATEIN para o esquema
  • IMPLICIT_SCHEMA
  • Privilégio CREATEIN no ID da coleta
Depurar um procedimento armazenado na ferramentaDEBUGSESSION
Executar ou chamar um procedimento armazenadoSYSADM ou DBADM, ou EXECUTE ou CONTROL para o pacote associado ao procedimento armazenado (para procedimentos armazenados por SQL ou Java com SQL integrado)
Autorizações de catálogo
As ferramentas acessam diversas tabelas de catálogos de sistema do DB2 quando você pesquisa as propriedades de um objeto ou se você criar ou atualizar (alterar) muitos dos objetos no Data Source Explorer. É necessário pelo menos o privilégio SELECT para coletar informações desses catálogos. Geralmente, o privilégio SELECT para os catálogos é concedido a PUBLIC.
Execute privilégios em procedimentos armazenados fornecidos pelo DB2
O ID de autorização que efetua login na conexão deve ter o privilégio executivo necessário nos procedimentos armazenados fornecidos pelo DB2 que são usados pelas ferramentas. Quando um programador ou administrador de sistema executa as tarefas que instalam os procedimentos armazenados fornecidos pelo DB2, a última etapa na tarefa é conceder privilégios executivos nesses procedimentos armazenados para PUBLIC. No entanto, alguns administradores podem ter customizado essa etapa de forma que, por padrão, os usuários não têm os privilégios corretos.
Autorizações RACF
Na implementação de procedimentos armazenados do DB2 para z/OS, determinadas autorizações RACF são necessárias para que a ferramenta atualize o ambiente WLM remotamente e tenha interface com o JES2. O programador do sistema pode customizar e executar os seguintes membros do SDSNSAMP para obter tais autorizações:
  • DSNTEJ6W, etapa PH06WS01: Customize essa etapa para criar e preencher um perfil de recursos RACF na classe de recursos DSNR a fim de permitir que os usuários chamem WLM_REFRESH. Se essa etapa não for realizada, as ferramentas exibem um aviso quando o WLM_REFRESH for chamado durante a implementação de um procedimento armazenado usando as ferramentas.
  • DSNTIJRA, etapa DSNADSR: Certifique-se de registrar no Controle de Programa os módulos de ativação de administração do DB2 que implementam os seguintes procedimentos armazenados:
    • SYSPROC.ADMIN_JOB_FETCH
    • SYSPROC.ADMIN_JOB_CANCEL
    • SYSPROC.ADMIN_JOB_QUERY
    • SYSPROC.ADMIN_JOB_SUBMIT
    • SYSPROC.ADMIN_COMMAND_UNIX
  • Para a configuração do Unified Debugger, quando o Gerenciador de Sessões for configurado como uma tarefa iniciada no z/OS, um perfil de recursos RACF chamado DB2UDSMD deve ser definido. Consulte a publicação do IBM Redbooks sobre procedimentos armazenados, na seção Recursos, para obter detalhes sobre a criação desse perfil.
Autorizações de Serviços do Sistema UNIX
Embora possa parecer óbvio que os usuários precisam de autorização leitura/gravação (RW) para uma determinada estrutura de arquivos, existem situações em que essa necessidade não é tão óbvia. O programador do sistema deve garantir que o usuário tenha autorização de RW nas seguintes situações.
  • Quando um Gerenciador de Sessões (para o Unified Debugger) é iniciado como uma tarefa iniciada no z/OS, um arquivo HFS é criado no USS para reter as configurações de ambiente do perfil DB2UDSMD. O usuário que chama o Gerenciador de Sessões precisa de autoridade de RW neste arquivo e diretório HFS. Consulte o Redbook na seção Recursos para obter detalhes sobre como criar esse arquivo HFS.
  • Quando houver várias versões JDK disponíveis no servidor z/OS, o usuário precisará de autoridade de RW em todas as versões suportadas pela ferramenta. Isso ocorre porque o JDK do cliente pode estar em um nível diferente do servidor. A localização do JDK a ser usado ao executar um procedimento armazenado Java pode ser controlada por meio do conjunto de dados JAVAENV no procedimento do ambiente de aplicativo WLM correspondente a esse JCL.

Verifique a configuração do Unified Debugger (somente para depuração de rotina)

A seção anterior mencionou algumas autorizações necessárias para o uso da depuração unificada. Esta seção descreve algumas etapas de configuração adicionais.

Primeiro, veja aqui uma rápida revisão do Unified Debugger. O Unified Debugger é a mais recente tecnologia de depuração. O Unified Debugger suporta DB2 para z/OS V8 (com PTF UK25860 com a mesma data de release do DB2 para Linux, UNIX e Windows V9 FP2) e DB2 para z/OS V9. Para o DB2 para z/OS V9, o Unified Debugger permite a depuração para procedimentos armazenados Java, procedimentos SQL nativos e procedimentos armazenados SQL externos. Leia mais sobre como usar o Unified Debugger e as opções de configuração na série de artigos developerWorks, na seção Recursos.

Conclua as etapas a seguir para garantir que o servidor esteja corretamente configurado para depuração.

  1. Assegure que a tarefa de exemplo DSNTIJSD tenha sido customizada para ser executada com sucesso no DB2 para z/OS consultando o catálogo SYSPROC.SYSROUTINES e localizando os seguintes procedimentos armazenados:
    • SYSPROC.DBG_INITIALIZECLIENT
    • SYSPROC.DBG_TERMINATECLIENT
    • SYSPROC.DBG_SENDCLIENTREQUESTS
    • SYSPROC.DBG_SENDCLIENTCOMMANDS
    • SYSPROC.DBG_RECVCLIENTREPORTS
    • SYSPROC.DBG_ENDSESSIONMANAGER
    • SYSPROC.DBG_PINGSESSIONMANAGER
    • SYSPROC.DBG_LOOKUPSESSIONMANAGER
    • SYSPROC.DBG_RUNSESSIONMANAGER
  2. Verifique se, para cada um desses procedimentos, os ambientes de aplicativo WLM estão configurados com os NUMTCBs corretos. Os valores dos NUMTCBs recomendados para os procedimentos armazenados fornecidos pelo DB2 estão listados na publicação do IBM Redbooks (consulte a seção Recursos).
  3. Se o seu Data Studio ou o seu Optim Development Studio já estiver configurado, será possível usar o Data Source Explorer para verificar esses NUMTCBs. Abra a pasta de conexão do DB2 para z/OS e clique em Schemas > SYSPROC > Stored Procedures, como mostra a Figura 1.
Figura 1. Procedimentos armazenados do depurador mostrados no Data Source Explorer
Above stored procedures shown in tooling interface

Conforme descrito na publicação do IBM Redbooks sobre procedimentos armazenados e na série de artigos developerWorks (consulte a seção Recursos), um componente-chave da depuração de procedimentos armazenados é o Gerenciador de Sessões, que pode ser executado no servidor z/OS ou no cliente. Conclua as seguintes etapas para iniciar o Gerenciador de Sessões.

  1. Antes de iniciar o Gerenciador de Sessões no servidor z/OS, verifique o seguinte:
    • As autorizações RACF são configuradas conforme descrito na Introdução, no item Verifique se você tem a autorização apropriada.
    • O arquivo do perfil de ambiente DB2UDSMD é alocado em um diretório ao qual você tem acesso de RW.
    • A tarefa iniciada DB2UDSMD JCL é registrada em SYS1.PROCLIB. Teste isso emitindo o comando S DB2UDSMD no console do z/OS.
  2. Para iniciar o Gerenciador de Sessões no cliente, execute o script db2dbgm.bat.
  3. Capture o endereço IP e a porta.
  4. Verifique se as configurações de preferências do Unified Debugger estão configuradas para esses valores acessando Window > Preferences > Run/Debug > Unified Debugger nas ferramentas.
  5. Clique em Already running e insira o endereço IP e a porta nas caixas de texto apropriadas.
  6. Se o seu ambiente tiver um firewall entre o servidor DB2 para z/OS e a estação de trabalho onde as ferramentas estão instaladas, e se o seu Gerenciador de Sessões estiver no cliente, gere uma exceção no seu firewall para permitir que o Gerenciador de Sessões do cliente execute ping e se comunique com o servidor DB2 para z/OS.
  7. Inicie o Gerenciador de Sessões no servidor z/OS.

Configurando o Visual Explain e o ajuste de consultas (somente Data Studio independente)

A partir do Data Studio v2.2.0.2, alguns recursos de ajuste de consulta única estão disponíveis no pacote independente, juntamente com o Visual Explain. No entanto, para o uso dessas funções, o servidor DB2 para z/OS deve ser configurado corretamente.

Para configurar seu subsistema DB2 para z/OS a fim de que funcione com o Data Studio 2.2.0.2 independente, o programador do sistema deve concluir as seguintes etapas.

  1. Instalar o PTF PK58941(DSN5OFM).
  2. Modificar DSNTESC e DSNTIJOS para seu sistema DB2 para z/OS e, em seguida executá-los. Esses arquivos JCL estão na mesma biblioteca de exemplo do DB2.
  3. Instale os DBRMs que estão incluídos no arquivo dbrm_dsrcp.zip, como mostra a Figura 2. Consulte a seção Recursos para saber onde esse arquivo está disponível para download.
Figura 2. O site para download do Data Studio independente fornece DBRMs atualizados para ajuste de consulta
download site with the dbrm zip file highlighted

Quando você executar os arquivos JCL acima, observe que, além das tabelas e pacotes necessários para ajustar consultas únicas que são executadas no DB2 para z/OS, esses arquivos JCL criam objetos semelhantes para ajustar cargas de trabalho de consulta. O ajuste de cargas de trabalho não é suportado no Data Studio. Por isso, não é necessário conceder privilégios em nenhum dos objetos para o ajuste de cargas de trabalho.

Após aplicar o PTF, use o Data Studio para ligar os pacotes de ajuste de consulta única concluindo as seguintes etapas.

  1. No Data Source Explorer, clique com o botão direito do mouse no banco de dados e, em seguida, clique em Query Tuner > Configure Database for Tuning. Um assistente será aberto. Uma vez que esse assistente também é usado pelo Optim Query Tuner e pelo Optim Query Workload Tuner, alguns itens de UI não são relevantes para ligar esses pacotes. Por exemplo, é possível pular as páginas relacionadas ao orientador e à carga de trabalho, já que não se aplicam ao Data Studio independente.

    O Data Studio verifica a configuração de todos os pré-requisitos e os exibe na primeira página. Se o programador do seu sistema não tiver feito a ligação dos DBRMs em seu nome após aplicar o PTF, o campo de status Packages mostra Package Not Found, como se vê na Figura 3.

Figura 3. O assistente de configuração verifica os pré-requisitos de ajuste de consulta
An error indicates that a package is not found
  1. Clique em Next. A página a seguir permite ligar os DBRMs instalados pelo programador do seu sistema.
  2. Clique em Bind para ligar esses DBRMs, conforme mostra a Figura 4.
Figura 4. Ligar pacotes para ajuste básico de consulta única
Bind button is highlighted
  1. Após a ligação crie suas tabelas do Explain, conforme mostra a Figura 5. É possível pular essa etapa caso você esteja reusando tabelas, como ocorre quando as equipes compartilham tabelas existentes do Explain. Se as suas tabelas do Explain estiverem no formato V8 e você tiver migrado para o V9, é possível migrar essas tabelas e preservar as informações presentes nelas. Customize o membro DSNTESC do SDSNSAMP para fazer a migração.
Figura 5. Opção para criar tabelas do Explain
Explain tables
  1. Se o servidor DB2 para z/OS tiver sido anteriormente configurado a fim de ser usado com o Visual Explain para DB2 para z/OS ou a fim de ser usado com o Optimization Service Center (OSC), instale DBRMs atualizados no seu servidor e ligue novamente esses pacotes. As versões de pacote do OSC são diferentes daquelas do Data Studio independente, ainda que estejam compartilhando o mesmo conjunto de tabelas. Para que o OSC e o Data Studio coexistam, é necessário ligar uma versão a cada produto. Observe que apenas o OSC FP7 e versões posteriores são compatíveis com o Data Studio. Consulte a seção Recursos para obter links para Notas Técnicas que contêm mais detalhes.

Otimizando soluções de origens de dados para o gerenciamento integrado de dados

Esta seção descreve algumas dicas de produtividade e desempenho usando o Data Source Explorer.

Use a filtragem no Data Source Explorer

Em Verifique a configuração do Unified Debugger (somente para depuração de rotina), você usou a filtragem para limitar o número de objetos que são exibidos, o que pode ser muito útil para o desempenho e a produtividade na administração de um grande número de objetos. Para ativar um filtro, conclua as seguintes etapas:

  1. Clique com o botão direito do mouse na pasta (como Schemas) e selecione Filter.
  2. Na janela Filter, desmarqueDisable Filter.

Há dois modos de filtrar:

  • Especificando um predicado de filtro, como Starts with the characters DBG
  • Selecionando em uma lista de valores do objeto que está sendo filtrado. Por exemplo, na Figura 6, a filtragem é aplicada à pasta Schemas e somente os objetos dentro do esquema SYSPROC serão exibidos. Isso combina com a filtragem que você viu na Figura 1.
Figura 6. Propriedades do filtro de conexão
The SYSPROC object is checked and highlighted

Use o repositório de configuração (disponível apenas no Optim Development Studio e em outras ferramentas Optim)

Se você tiver membros da equipe que se conectam a um conjunto comum de servidores de dados, sua equipe pode se beneficiar com o recurso do Optim Development Studio de especificar repositórios de configuração, o que evita a necessidade de passar manualmente informações de conexão para todos os membros de uma equipe. O repositório de configuração está disponível apenas nos produtos Optim não gratuitos baseados no Eclipse, incluindo Optim Development Studio, Optim Database Administrator e InfoSphere™ Data Architect.

Um repositório de configuração é um conjunto de tabelas criado em um servidor de banco de dados que pode ser acessado por membros de uma equipe ou projeto. O repositório de configuração, que exige uma única configuração, armazena as informações das conexões do banco de dados que os membros da equipe precisam usar.

Por exemplo, suponha que uma equipe trabalhando em um projeto precise de conectividade com os seguintes servidores de dados:

  • DB2LUW1: um DB2 no servidor de dados LUW
  • DB2Z_V81: um DB2 no servidor z/OS V8 no Modo de Nova Função
  • DB2Z_V91: um DB2 no servidor z/OS V9 no Modo de Nova Função

Como administrador, selecione um banco de dados que seja acessível a todos na equipe e configure um repositório ali. Esse repositório mantém informações de conexão, incluindo nome e local do banco de dados, host e localização do driver JDBC dos servidores acima. Não é necessário que as conexões com os servidores já tenham sido criadas ou estejam ativas quando o repositório for criado ou acessado.

Quando um membro da equipe inicia o Optim Development Studio, ele simplesmente cria uma conexão com o servidor de banco de dados que contém o repositório e poderá acessar as informações de conexão de todos os três servidores, mesmo que a conexão não esteja ativa. É possível encontrar uma discussão detalhada no artigo "Usando conexões comuns com as soluções Optim" (consulte a seção Recursos).

Compartilhe perfis usando exportar/importar

Se você estiver usando o IBM Data Studio, o repositório de configuração não será uma boa opção para você. Outra forma de compartilhar conexões comuns é exportar perfis de conexão específicos e fazer com que os membros da sua equipe os importem para suas áreas de trabalho. Existem limitações para o uso de perfis de conexão em comparação com o repositório de configuração, dentre os quais:

  • A conexão deve estar em um estado conectado para ser exportada.
  • A menos que você crie originalmente a conexão sem salvá-la, o ID e as senhas de usuário serão exportados. É recomendável que quaisquer conexões que você deseje compartilhar com outras pessoas não incluam essas informações.
  • Os perfis de conexão exportados não podem ser agrupados de forma lógica.
  • Os perfis de conexão importados com base em um alias do DB2 exigirão que os mesmos nomes de alias existam nas ferramentas para as quais são importados.
  • Será necessário informar os membros da sua equipe onde, no sistema de arquivos, reside o arquivo de conexão exportado.

Para exportar um ou mais perfis de conexão, conclua as etapas a seguir.

  1. Clique no ícone Exportlocation of icon in upper right of data source explorer no canto superior direito do Data Source Explorer.
  2. Selecione os perfis de conexão que deseja exportar e especifique um arquivo no qual o perfil será salvo. No exemplo, os perfis para EC184V9 e EC218V9 são selecionados em um arquivo chamado ConnProfile, como mostra a Figura 7. Esse local pode ser parte de um repositório de arquivos compartilhado em um local bem definido que é compartilhado com outros membros da equipe. Observe também que as informações especificadas estão criptografadas.
Figura 7. Escolhendo perfis de conexão a serem exportados
Two files are selected and a file name is included in the file name box.

Agora, quando outros usuários iniciam suas áreas de trabalho, eles podem importar os perfis de conexão.

  1. Clique no ícone Import, como mostra a Figura 8.
Figura 8. Clique no ícone marcado para importar perfis de conexão a partir do sistema de arquivos
import is located in upper right of data source explorer
  1. Na caixa de diálogo Import Connection Profiles, especifique o local do arquivo que contém os perfis de conexão importados.

Subconjunto dos aliases do DB2 Connect

Algumas organizações mantêm um perfil de conexão do DB2 Connect que contém os aliases do DB2 de todos os servidores DB2 disponíveis em seus sistemas. Esse perfil geralmente é importado no DB2 Connect de cada equipe ou projeto. Muitas equipes realmente precisam acessar somente um subconjunto dos aliases desse servidor. Usando essas ferramentas, a equipe pode filtrar toda a lista de aliases usados para o DB2 Connect.

Para filtrar seus aliases do DB2 Connect, conclua as etapas a seguir.

  1. Inicie a ferramenta com a configuração padrão, que carrega todos os aliases do DB2.
  2. Exclua todos os aliases do DB2 que não sejam necessários. Por exemplo, talvez você só queira aqueles aliases do DB2 que são destinados ao DB2 para z/OS V9. Quando você reiniciar a ferramenta, os aliases do DB2 excluídos não estarão mais listados na pasta Database Connections, como mostra a Figura 9.
Figura 9. Antes e depois da exclusão dos aliases do DB2
Left side of the screenshot shows ds explorer with a long list of db2 aliases listed. Right side, after deleting a bunch, shows only a few.

Se você precisar restaurar seus aliases do DB2 excluídos, siga estas etapas.

  1. Clique em Window > Preferences > Data Management > DB2 Options.
  2. Marque a opção Restore deleted DB2 aliases on startup, como mostra a Figura 10.
Figura 10. Restaurar aliases para a visualização
preferences with above described option is checked.

Se você definitivamente não desejar usar os alises do DB2 e preferir usar seu próprio conjunto de drivers JDBC, siga estas etapas.

  1. Clique em Window > Preferences > Data Management > DB2 Options.
  2. Desmarque a opção Load DB2 alias connections on startup.
  3. Reinicie a área de trabalho clicando em File > Restart.

Os aliases do DB2 não aparecem mais na pasta Database Connections. Observe que, se um alias do DB2 for um servidor de destino para um projeto de desenvolvimento de dados na área de trabalho, desmarcar a opção Load DB2 alias connections on startupnão removerá esse alias do DB2 da próxima inicialização. Isso ocorre porque as ferramentas detectam que essa conexão é exigida por um dos projetos.

Trabalhe off-line

As ferramentas permitem que você trabalhe off-line, o que significa que você não está conectado ao banco de dados. Isso é útil quando você está desenvolvendo instruções SQL e lógica de rotina e não precisa examinar a saída retornada da execução da instrução ou rotina, como no caso de conjuntos de resultados e parâmetros de saída.

Para trabalhar off-line, conclua as seguintes etapas.

  1. Salve o modelo de metadados clicando com o botão direito do mouse no perfil de conexão no Data Source Explorer e selecionando Save Offline, como mostra a Figura 11.
Figura 11. Opções para salvar metadados do trabalho atual e trabalhar off-line
right click in ds explorer. both save offline and work offline are highlighted
  1. Selecione Work Offline. Essa ação desconecta você do servidor de banco de dados.

Use uma visualização simples de objetos

Se você desejar uma visualização de objetos semelhante à forma como o DB2 Control Center os exibe, é possível alternar o Data Source Explorer da visualização hierárquica (árvore) para uma visualização simples clicando no ícone de alterar visualização, como mostra a Figura 12.

Figura 12. O ícone destacado alterna entre as visualizações simples e hierárquica
icon is third icon from the left above data source explorer

Quando você solicita uma visualização simples, as ferramentas atualizam suas pastas Database Connections e as exibe por tipo. Quando você clica em um nó, os elementos desse nó são exibidos no editor em formato tabular. Por exemplo, a Figura 13 mostra que o nó Table Spaces está selecionado e que todos os espaços de tabela estão listados.

Figura 13. A visualização simples lista os objetos por tipo
folders are listed as databases, schemas, tables, etc. The Table spaces folder is highlighted. the right side of the screen shows all table spaces in the current database connection

Use uma versão comum do driver SQLJ/JDBC e do JRE/JDK

As ferramentas são fornecidas com um conjunto de arquivos jar do driver JDBC e um conjunto de arquivos Java Runtime Environment. O Optim Development Studio também é fornecido com um Java Development Kit. Uma vez que as ferramentas podem coexistir ou compartilhar shell com outros produtos baseados em Eclipse, podem surgir dúvidas sobre qual versão JDBC ou JRE/JDK usar.

Alguns clientes preferem usar uma versão do IBM Database Server Driver para JDBC e SQLJ (comumente conhecido como o driver JCC) e arquivos JRE/JDK para todos os seus produtos. Outros clientes preferem usar a versão do driver JCC fornecida pelo DB2 Connect, usando um nível Java específico para todo o desenvolvimento de aplicativos Java. Isso evita incompatibilidades no código compilado ou implementado uma vez que esteja em produção.

Altere os jars padrão modificando o local dos jars. Para isso, siga estas etapas.

  1. Clique com o botão direito do mouse em Connection Profile > Properties > Driver Properties.
  2. Clique no ícone Edit Driver DefinitionTo right of driver definition field is a triangle shape.
  3. Na caixa de diálogo Driver Definition, clique na guia Jar List.
  4. Selecione um dos arquivos jar e selecione Edit Jar/Zip, como mostra a Figura 14.
Figura 14. Selecione este botão para alterar o local dos jars do driver SQLJ/JDBC
edit button is highlighted
  1. Selecione o local dos seus arquivos jar JDBC comuns.

De forma semelhante, é possível definir uma versão comum do JRE/JDK no Optim Development Studio executando as seguintes etapas.

  1. Clique em Window > Preferences > Java > Installed JREs.
  2. Clique em Add para adicionar outra versão, como mostra a Figura 15.
Figura 15. Adicionar uma nova versão do JRE/JDK
A JDK is shown and the ADD button is highlghted to the right of the selected jdk.
  1. Clique em Remove para remover a versão atual ou desativar uma versão desmarcando-a.

Para definir o JDK, realize as seguintes etapas.

  1. Na janela Preferences, clique em Data Management > SQL Development > Stored Procedures and User Defined Functions > Deploy Options.
  2. Na seção Java Home, clique em Browse para exibir o navegador de arquivos, como mostra a Figura 16.
Figura 16. Defina o JDK na janela Deploy Options, em Preferences
The Java home section of the Deploy preferences page is highlighted
  1. Vá até o diretório onde o JDK comum está localizado.

Otimizando a produtividade com ferramentas SQL

Esta seção descreve algumas dicas úteis para o desenvolvimento em SQL.

Defina preferências para limitar conjuntos de resultados e tamanho de dados

As consultas podem retornar milhares de linhas e quantidades muito grandes de dados, situação em que a execução pode demorar muito tempo e tornar o desempenho lento durante o desenvolvimento. Os desenvolvedores de aplicativos geralmente não precisam ver todas as linhas, por isso limitar as linhas buscadas usando a cláusula FETCH FIRST x ROWS ONLY ajuda no desempenho da recuperação do conjunto de resultados.

As ferramentas fornecem a capacidade de limitar o número de linhas retornadas de uma consulta ou do conjunto de resultados de procedimentos armazenados. Para limitar o número de linhas retornadas de uma consulta ou conjunto de resultados de procedimentos armazenados, clique em Windows > Preferences > Data Management > SQL Development > SQL Results View Options. Isso também limita o número de linhas exibidas na visualização SQL Results.

Por exemplo, a Figura 17 mostra o número de linhas retornadas de uma consulta, limitado a 500, e o número de linhas exibidas na ferramenta (na visualização SQL Results), limitado a 500 também.

Figura 17. Defina os limites de SQL Results na área de desenvolvimento SQL em Preferências
maxrowcount field contains 500 and maxdisplayrowcount is 500

Use os modelos SQL

Os modelos SQL representam uma grande melhoria de produtividade em qualquer uma das seguintes circunstâncias:

  • Se você desenvolve instruções SQL que acessam repetidamente as mesmas tabelas
  • Se as instruções SQL seguem algum padrão
  • Se você deseja facilitar o uso de determinados padrões de codificação para SQL

Com os modelos SQL, parte da instrução foi pré-codificada. Embora as ferramentas forneçam diversos modelos comuns para SQL e XQuery, é possível modificar esses modelos e criar os seus próprios, que podem ser compartilhados com outros membros da equipe.

Conclua as etapas a seguir para criar seus próprios modelos usando o Template Editor.

  1. Clique em Window > Preferences > Data Management > SQL Development > SQL and XQuery Editor > Templates para iniciar a caixa de diálogo Templates, como mostra a Figura 18.
Figura 18. A caixa de diálogo Templates permite editar modelos existentes ou criar novos modelos
INSERT template is highlighted and template text/syntax is shown below.
  1. Selecione um dos modelos da lista e obtenha uma visualização dele.
  2. Edite o modelo para adequá-lo às necessidades clicando no botão Edit, ou crie um novo clicando em New.

É possível exportar os modelos criados para um arquivo e compartilhar os modelos com outros membros da equipe. O artigo “Construindo eficiências no dia de um DBA” (consulte a seção Recursos) descreve detalhadamente o uso de modelos de comando no Optim Database Administrator. No entanto, o princípio é o mesmo para SQL e também para outras ferramentas.

Importe instruções SQL predefinidas

Algumas organizações têm um desenvolvedor ou grupo de desenvolvedores dedicado que garantem que as instruções SQL integradas nos aplicativos sejam ajustadas apropriadamente. Essas instruções são, em seguida, entregues aos desenvolvedores de aplicativos. Os desenvolvedores de procedimentos armazenados podem importar instruções SQL predefinidas para a pasta scripts a partir de um sistema de arquivos e, posteriormente, importá-las para seus procedimentos armazenados.

Para importar instruções SQL predefinidas, clique com o botão direito do mouse na pasta scripts do seu projeto e selecione Import. Direcione o navegador de arquivos para o local das suas instruções SQL predefinidas. É possível usar essas instruções SQL predefinidas em seus procedimentos armazenados ou aplicativos pureQuery.

Use o assistente de conteúdo

Juntamente com os modelos, é possível usar o assistente de conteúdo ao criar ou modificar suas instruções SQL. Esse recurso permite a validação dos seguintes itens:

  • Os esquemas dentro do banco de dados
  • As tabelas dentro de um esquema
  • Os campos ou colunas dentro de uma tabela

Esse é um recurso especialmente útil ao modificar instruções SQL existentes.

Se você tiver um filtro aplicado, não verá os objetos filtrados e o analisador reportará esses objetos como erros (ou seja, não encontrados). Não é necessário desativar seu filtro para se livrar dos erros. Clique com o botão direito do mouse na instrução e selecione Validate Table References. Essa ação executa uma rápida consulta nas tabelas usadas em sua instrução SQL e remove os erros se essas tabelas forem encontradas no servidor de banco de dados conectado.

Desative a validação de instruções até terminar

Alguns DBAs ou desenvolvedores preferem que a validação de instruções opere enquanto realizam a edição, enquanto outros preferem aguardar até que a instrução seja totalmente codificada para que a ferramenta valide a sintaxe. Caso sinta-se incomodado por aquelas marcas vermelhas na margem esquerda enquanto codifica o SQL, é possível desativar a validação clicando com o botão direito do mouse no editor de SQL e desmarcando a opção de menu Validate Statement Syntax.

Quando terminar de editar a instrução, clique com o botão direito do mouse novamente no editor e volte a ativar a validação, como mostra a Figura 19.

Figura 19. Clique com o botão direito do mouse no editor para selecionar o desmarcar a validação de instruções
in sql script editing window, right click menu is shown and validate statement syntax option is checked.

Otimizando o desenvolvimento de rotinas

Esta seção destaca algumas boas práticas para desenvolver procedimentos armazenados ou funções definidas pelo usuário.

Defina preferências para implementar rotinas

Como ocorre com as instruções SQL, é possível definir valores padrão para as opções de implementação da sua rotina em Deploy Options preferences for stored procedure. Para definir essas opções, clique em Window > Preferences > Data Management > SQL Development > Stored Procedures and User Defined Functions > Deploy Options e defina as opções de rotina padrão para rotinas Java e SQL.

Muitas organizações definem as opções de ligação e o Ambiente WLM nas preferências, de forma que cada novo procedimento armazenado tenha esses valores.

Outro truque é criar uma máscara para alguns dos campos, como WLM Environment. Isso é útil quando um ambiente de aplicativo WLM específico é atribuído a um desenvolvedor mas os primeiros 6 ou 7 caracteres do Ambiente WLM são os mesmos. No momento da criação do procedimento armazenado, o desenvolvedor simplesmente adiciona o último caractere ao nome do Ambiente WLM.

Por exemplo, pressuponha que todos os nomes do Ambiente WLM comecem com DB2WLMD e que cada desenvolvedor seja designado a um ambiente WLM diferente, começando com DB2WLMD1 até DB2WLMD9. Cada desenvolvedor pode definir as Preferências para DB2WLMD e, durante o desenvolvimento do novo procedimento armazenado, o campo WLM ENVIRONMENT é preenchido automaticamente com os primeiros caracteres do nome do ambiente WLM, como mostra a Figura 20.

Figura 20. Defina a implementação nas preferências (lado esquerdo) para preencher automaticamente a opção no momento da implementação (lado direito)
two windows are shown. left side is preference setting for DB2WLMD. right side shows how developer would just need to append 1 to get DB2WLMD1 at deploy time.

Especifique o proprietário da construção, o proprietário do pacote e o qualificador

Para procedimentos armazenados, o proprietário da construção é o valor de CURRENT SQLID em vigor quando CREATE PROCEDURE é chamado. Para procedimentos armazenados SQL externos, CREATE PROCEDURE é chamado pelo utilitário da construção, DSNTPSMP, e não pelo próprio Data Studio. Portanto, para especificar isso corretamente, o campo Build Owner no assistente Deploy deve ser definido. É uma boa prática explicitar esses valores em vez de pressupor que CURRENT SQLID está definido corretamente no momento da implementação. Quando isso é definido explicitamente, a ferramenta passa o valor de Build Owner e Package Owner para DSNTPSMP, independentemente do valor de CURRENT SQLID no momento da chamada de DSNTPSMP.

Além disso, algumas organizações concedem a autorização de ligação para os IDs de autorização secundários em vez dos IDs de autorização primários. Por meio da configuração explícita do proprietário da construção e do proprietário do pacote como um ID de autorização secundário, o acesso aos objetos manipulados pelo procedimento armazenado pode ser dado ao ID de autorização secundário, em vez do ID de autorização primário usado para fazer login no servidor.

Limite o número de janelas do Editor de Rotina que são abertas

Assim como acontece no desenvolvimento de instruções SQL, é possível desativar a validação de instruções durante o desenvolvimento de procedimentos armazenados. Se você deixar essa função ativada, as ferramentas validam continuamente a sintaxe para cada modificação feita em qualquer guia Source do Editor de Rotina. Geralmente, essa validação é concluída rapidamente. No entanto, ocorrem problemas quando há muitas janelas (guias) do Editor de Rotina abertas ou quando o procedimento armazenado que está sendo modificado contém milhares de linhas de código. Por isso, é uma boa prática manter aberta somente a Rotina que você está modificando e fechar todos os outros editores.

Especifique explicitamente as opções aplicáveis para procedimentos armazenados SQL externos e nativos

Esta boa prática aplica-se no caso em que há procedimentos armazenados V8 existentes que você está modificando nas ferramentas para serem usados na V9. Na V8, somente procedimentos armazenados SQL externos estavam disponíveis. No entanto, assim como na V9, além dos procedimentos armazenados SQL nativos, pode haver ambiguidade em relação a qual tipo de procedimento armazenado está sendo especificado.

Para evitar problemas, tenha o hábito de sempre codificar as palavras-chave FENCED e EXTERNAL para seus procedimentos armazenados SQL externos e codificar a palavra-chave VERSION para seus procedimentos armazenados SQL nativos. Essas ferramentas automaticamente adicionam a palavra-chave FENCED quando o assistente New Stored Procedure é usado para criar um procedimento armazenado SQL externo. As ferramentas acrescentam também a palavra-chave VERSION quando usadas para criar um procedimento armazenado SQL nativo. No entanto, se um procedimento armazenado SQL externo criado no DB2 para z/OS V8 for migrado para DB2 para z/OS V9, o procedimento armazenado não terá a palavra-chave FENCED. Por isso, as ferramentas pressupõem que esse procedimento armazenado é um procedimento armazenado SQL nativo, porque a palavra-chave VERSION é opcional para procedimentos armazenados SQL nativos. Isso pode causar erros na reimplementação e na execução.

Use fragmentos de código para reusar o código

As organizações que desejam padronizar parte do código em seus procedimentos armazenados podem se beneficiar do uso desse recurso nas ferramentas. Exemplos de códigos comuns incluem o seguinte:

  • Declarações de dados comuns em rotinas SQL
  • Prologs de direitos autorais
  • Manipuladores comuns de exceções
  • Blocos comuns de importações, métodos e catch-try para procedimentos armazenados Java.

No assistente New Stored Procedure, na página Code Fragments, clique na elipse ao lado do fragmento de código para iniciar o navegador de arquivos. Em seguida, é possível apontar para o local do seu código comum, como mostra a Figura 21.

Figura 21. Especificando um fragmento
three windows. first is ellipeses button highlighted on code fragements. second is select file window. third is what the fragement looks like in notepad.

Esta página é customizada para o tipo de linguagem do seu procedimento armazenado e as ferramentas podem inserir o código comum na área apropriada, como se vê na Figura 22.

Figura 22. Fragmento inserido
shows sql procedure editor window with the code fragment inserted into the in-progress stored procedure. Also shows a variable declaration fragment inserted in the appropriate place

Conecte-se ao seu servidor de destino antes de criar rotinas SQLJ

As ferramentas contam com informações obtidas do servidor de banco de dados de destino para criar os agentes iterativos corretos para um procedimento armazenado SQLJ. (Observe que o desenvolvimento de procedimentos SQLJ não é suportado no pacote independente do Data Studio.) O assistente New Stored Procedure gera o agente iterativo conectando-se ao banco de dados e consultando os tipos de dados das colunas participantes da consulta. Se alguma das tabelas não tiver sido criada, ou se o servidor de banco de dados não estiver conectado, as ferramentas ainda geram o agente iterativo. No entanto, é necessário editar o procedimento armazenado com as informações da coluna na tabela antes de implementá-lo.

Importe instruções SQL para seu procedimento armazenado

Algumas organizações preferem entregar as instruções SQL a serem usadas em um aplicativo diretamente aos seus desenvolvedores de aplicativos. Em alguns casos, o desenvolvedor de aplicativos não tem conhecimento de SQL. A seção Otimizando a produtividade com ferramentas SQL descreveu como os desenvolvedores podem importar essas instruções para seus projetos. É possível usar o assistente New Stored Procedure para importar ou integrar essas instruções em seu procedimento armazenado concluindo as seguintes etapas.

  1. Na página SQL Statements do assistente, clique em Remove para remover a instrução SQL padrão na área Statement Details.
  2. Clique em Import, como mostra a Figura 23.
Figura 23. Remova o padrão existente e, em seguida, importe o SQL desejado
Remova o padrão existente e, em seguida, importe o SQL desejado

A caixa de diálogo Import SQL Statements é aberta.

  1. Selecione as instruções SQL que deseja usar em seu procedimento armazenado e clique em Import, o que exibe a caixa de diálogo mostrada na Figura 24.
Figura 24. Selecione os scripts que deseja importar
scripts 1,2, and 3 highlighted and import button is highlighted

As instruções selecionadas são mostradas na janela Statements da página SQL Statements.

  1. Clique em cada instrução para exibi-la na janela Statement Details.
  2. Se você tiver mais de uma instrução SQL na página SQL Statements do assistente, não se esqueça de alterar o campo Result set para Multiple, como se vê na Figura 25. Caso contrário, um parâmetro de entrada chamado whichQuery é gerado e as instruções são codificadas em uma expressão case.
Figura 25. Para várias instruções SQL, especifique vários conjuntos de resultados (a menos que você deseje todas as instruções em uma expressão case)
result set field is highlighted and contains multiple

Otimizando o ajuste de consultas e o Visual Explain

Consulte a seção Configurando o Visual Explain e o ajuste de consultas para verificar se você possui as configurações corretas para usar essas ferramentas.

O Visual Explain fornece um gráfico do plano de acesso familiar e é possível continuar usando-o, se você se sentir à vontade com ele. Com o ajuste de consultas, você obtém muito mais recursos. Com o ajuste independente de consultas únicas do Data Studio, é possível fazer o seguinte:

  • Capturar consultas de todas as origens de dados suportadas pelo Optimization Service Center para DB2 para z/OS e dos arquivos XML que são exportados a partir do DB2 Query Monitor para z/OS.
  • Visualizar as consultas formatadas reduzindo e expandindo partes da consulta e vendo as estatísticas associadas a cada parte da consulta.
  • Visualizar gráficos do plano de acesso. O gráfico do plano de acesso fornecido com o ajuste de consulta é melhorado em relação ao obtido com o Visual Explain. Por exemplo, é possível exibir o registro PLAN_TABLE da consulta explicada (somente DB2 para z/OS), embora o Visual Explain não tenha esse recurso. O DB2 para z/OS também verifica automaticamente se a tabela do Explain está correta e oferece a opção de migrá-la, se necessário. No entanto, o gráfico do plano de acesso do ajuste de consultas está atualmente incluído apenas no Data Studio independente e no conjunto de produtos Query Tuner. É possível usar o Visual Explain em produtos como o Optim Development Studio. (O Visual Explain também suporta IDS e Oracle por meio de ODS).
  • Capturar informações sobre o servidor de dados no qual as consultas são executadas. Esse recurso é chamado de captura do ambiente de consulta. No Optimization Service Center para DB2 para z/OS, isso também é conhecido como SQL de serviço.
  • Gerar relatórios sobre o desempenho de consultas.
  • Executar o Query Statistics Advisor para analisar as estatísticas disponíveis para os dados acessados por uma consulta. Também é possível analisar estatísticas conflitantes. Além disso, é possível procurar estatísticas adicionais que você possa capturar para aprimorar a forma como o servidor de dados processa a consulta.

Recomendação: Se você estiver usando o Data Studio independente com DB2 para z/OS ou Linux, UNIX e Windows, use o recurso gratuito de ajuste de consulta do Data Studio.

Iniciando o Query Tuner ou o Visual Explain

Frequentemente, as pessoas não sabem como iniciar o ajuste de consultas do Data Studio.

No Data Studio V2.2.0.2 independente, é possível iniciar o recurso de ajuste básico de consulta única ou o Visual Explain a partir dos mesmos pontos de ativação, usando os seguintes métodos.

  • No Editor de SQL, destaque e clique com o botão direito do mouse na instrução SQL e selecione Open Visual Explain (para o Visual Explain) ou Start Tuning (para ajuste de consulta única, incluindo o gráfico do plano de acesso). Observe que, se sua instrução for uma instrução XPATH ou XQUERY, só será possível usar o Visual Explain.
  • No Data Project Explorer, clique com o botão direito do mouse em uma instrução SQL que contenha um procedimento armazenado SQL INSERT, UPDATE ou SELECT, ou então uma função SQL definida pelo usuário. Selecione Open Visual Explain ou Start Tuning.
  • No Data Source Explorer, clique com o botão direito do mouse em um procedimento armazenado SQL, em uma visualização, ou em uma função SQL definida pelo usuário e selecione Open Visual Explain ou Start Tuning.

Observação: Se as ferramentas encontrarem mais de uma instrução INSERT, UPDATE, SELECT ou XQUERY dentro de um procedimento armazenado SQL ou de uma função SQL definida pelo usuário, somente a primeira instrução será usada para o Visual Explain ou para o ajuste de consulta.

Ao usar o ajuste básico de consulta única, você será solicitado a usar um projeto existente ou a criar um novo Projeto do Query Tuner. O editor será aberto, como mostra a Figura 26.

Figura 26. O editor de ajuste básico de consulta única fornece diversos recursos
Choose Tuning Activities link is highlighted in the qt editor

Para criar um gráfico do plano de acesso no Query Tuner, selecione Choose Tuning Activities e marque a caixa Access Plan Graphaccess plan graph is shown checked in Choose Query tuning activities window excerpt. Como alternativa, se você selecionar Tune Query, o orientador de estatísticas é executado, a consulta é formatada satisfatoriamente e um gráfico do plano de acesso é gerado.

Compartilhando tabelas do Explain

Algumas organizações usam um conjunto de tabelas do Explain que também são migradas de uma versão para outra. É possível informar o esquema das tabelas do Explain que você deseja usar ao iniciar o Visual Explain especificando o CURRENT SCHEMA no assistente Collect Explain Data, como mostra a Figura 27.

Figura 27. Compartilhando um conjunto comum de tabelas do Explain especificando o esquema
current schema is highlighted. contains ADMF001

A seção Configurando o Visual Explain e o ajuste de consultas descreveu como é possível evitar a criação de tabelas do Explain, o que permite que vários projetos usem as mesmas tabelas.


Conclusão

As informações deste artigo podem ajudá-lo a executar com sucesso o Data Studio e o Optim Development Studio com seu sistema DB2 para z/OS. Observe que existem fóruns de discussão ativos para ambos os produtos no developerWorks. É uma boa ideia inscrever-se nesses fóruns e aproveitar o conhecimento da IBM e da comunidade sobre os produtos.


Agradecimentos

As autoras gostariam de agradecer a Kendrick Ren e a Paul Wirth pela revisão deste artigo.


Apêndice Recursos do Data Studio que suportam o DB2 para z/OS

Veja aqui os recursos do Data Studio que suportam o DB2 para z/OS.

Tabela 3. Resumo do suporte do Data Studio para DB2 para z/OS
Agrupamento de funcionalidadeDetalhes
Gerenciamento de banco de dadosGerar DDL
Gerenciar e alterar grupos de armazenamento
Analisar impacto
Adicionar ao diagrama de visão geral
TabelaCriar, abrir (editar dados), consultar, alterar, eliminar
Criar: índice, alias, acionador
Gerenciar privilégios
Gerar DDL
Valorizar distribuições
Adicionar ao diagrama de visão geral
Gerenciamento de visualizaçãoCriar, abrir, consultar, alterar, eliminar
Gerenciar privilégios
Extrair dados
Analisar impacto
Valorizar distribuições
TabelaCriar, abrir (editar dados), consultar, alterar, eliminar
Criar: índice, alias, acionador
Gerenciar privilégios
Gerar DDL
Valorizar distribuições
Visual Explain
Adicionar ao diagrama de visão geral
Gerenciamento do aliasCriar, abrir (editar dados), consultar, alterar, eliminar
Analisar impacto
Valorizar distribuições
Gerenciamento do acionadorCriar, alterar, eliminar
Analisar impacto
Gerenciamento do esquemaCriar, alterar, eliminar
Gerenciar privilégios
Gerar DDL
Gerenciamento do índiceCriar e eliminar (alterar usando apenas eliminação ou recriação)
Executar estatísticas
Gerenciamento de espaço de tabelaCriar, alterar, eliminar
Gerenciar privilégios
Tipos distintos definidos pelo usuárioCriar, alterar, eliminar
Analisar impacto
Funções definidas pelo usuárioCriar e alterar usando o editor de rotina/editor de SQL
Eliminar
Gerenciar privilégios
Analisar impacto
Procedimentos armazenadosCriar e alterar usando editor de rotina/editor de SQL
Eliminar
Depuração de SQL e Java (Java requer o pacote IDE)
Gerenciar privilégios
Usuários do banco de dadosAdicionar ou mudar
Analisar impacto
Gerar DDL
FunçõesCriar, alterar, eliminar
Analisar impacto
Visualizar associação
Gerenciamento de XMLGerar DDL
Registrar com XSR (requer IDE)
Eliminar (requer IDE)
Editor do esquema anotado
Editor de XML (requer IDE)
Editor de Esquema XML (requer IDE)
Data Web ServicesCriar e implementar Data Web Services (requer IDE)
Gerenciamento de conexãoIntegração com Kerberos e LDAP
Exportação de perfis de conexão
Conjuntos de trabalhos de conexão
Usabilidade e diagnóstico de consultaEditor de SQL e XQuery com assistente de conteúdo e formatação de consulta
Explicar consulta
Formatação avançada da consulta
Orientador de estatísticas de consulta única
Visual Explain avançado (gráfico do plano de acesso)
Captura do ambiente z/OS para funcionalidade do serviço

Recursos

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