Desenvolva uma nuvem particular com CloudBurst e TSAM

Integre o WebSphere CloudBurst e o Tivoli Service Automation Manager para criar nuvens particulares heterogêneas

Uma organização deve abordar uma série de considerações ao desenvolver um ambiente de computação em nuvem particular, especificamente, precisa adotar uma abordagem holística para nuvens particulares, que inclua a criação, a implementação, o monitoramento e o gerenciamento de desenvolvimento e entrega de serviços. O IBM® Tivoli® Service Automation Manager (TSAM) e o IBM WebSphere® CloudBurst Appliance fornecem esses recursos aos usuários. Neste artigo, os autores discutem por que e como integrar o Tivoli Service Automation Manager ao WebSphere CloudBurst para fornecer uma nuvem particular.

Dustin Amrhein, Technical Evangelist, IBM

Author photoDustin Amrhein passou a fazer parte da IBM como membro da equipe de desenvolvimento do WebSphere Application Server. Enquanto ocupava esse cargo, Dustin trabalhou no desenvolvimento de modelos de programação de serviços da Web e infraestrutura de serviços da Web. Além disso, Dustin liderou o esforço técnico no desenvolvimento de uma estrutura de serviços Java RESTful. Na sua função atual, Dustin é divulgador técnico de tecnologias emergentes no portfólio WebSphere da IBM. Seu foco atual é em tecnologias WebSphere que fornecem recursos de computação em nuvem, incluindo o WebSphere CloudBurst Appliance.


nível de autor Profissional do
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Marcin Malawski, Software Developer, Tivoli, IBM.

Marcin é desenvolvedor de software para IBM Tivoli, onde trabalha no Tivoli Service Automation Manager e outros softwares Tivoli.



18/Jul/2011

As organizações estão recorrendo cada vez mais a ambientes de computação em nuvem particular para combater os custos crescentes, aumentando a complexidade e o crescente gasto adicional de gerenciamento em datacenters corporativos. Nuvens particulares são desenvolvidas a partir da automação, virtualização e padronização para atacar muitas das ineficiências que as empresas encontram dentro de seus ambientes atuais.

Apresentação das ferramentas

O Tivoli Service Automation Manager [Learn | Software] e o WebSphere CloudBurst Appliance [Learn | Software] são as ofertas de gerenciamento de nuvem particular que permitem a abordagem coesa necessária ao desenvolver um ambiente de nuvem.

É importante notar que os dois não são produtos concorrentes, mas sim de natureza complementar. Primeiramente, eles diferem em seu grau de especialização:

  • O WebSphere CloudBurst se concentra em tratar de cargas de trabalho do WebSphere.
  • O Tivoli Service Automation Manager fornece recursos padrão de gerenciamento para uma ampla variedade de cargas de trabalho.

Deve-se levar em conta as necessidades do seu ambiente de nuvem particular ao decidir se o WebSphere CloudBurst ou o Tivoli Service Automation Manager é apropriado para suas necessidades de nuvem. Não é preciso que seja necessariamente uma decisão excludente, — há cenários de uso em que talvez seja benéfico usar uma solução integrada do Tivoli Service Automation Manager e do WebSphere CloudBurst em conjunto.

[Mais informações sobre o TSAM em um artigo | Mais informações sobre o CloudBurst em um artigo]

Mas isso não aconteceu por sorte; selecionar os componentes de gerenciamento adequados para sua nuvem é essencial para obter um retorno satisfatório do seu investimento, e evitar o simples deslocamento de custos. Componentes de gerenciamento efetivo de nuvem fornecem uma abordagem coesa para a criação, implementação, monitoramento e gerenciamento dos serviços oferecidos na sua nuvem. Qualquer solução que não aborde cada uma dessas questões para um ambiente de nuvem não conseguirá atender aos seus requisitos de nuvem, e resultará em uma abordagem diversificada, que contribui pouco para reduzir a complexidade inerente a muitos ambientes corporativos encontrados hoje.

O foco deste artigo é uma abordagem integrada para o gerenciamento de nuvem particular usando o Tivoli® Service Automation Manager (TSAM) e o WebSphere® CloudBurst. Este artigo fornece uma breve visão geral da arquitetura de integração, uma discussão sobre cenários de uso em que a abordagem integrada é aplicável, e uma apresentação sistemática da configuração e do aproveitamento da integração.

Para administradores e planejadores que desejam desenvolver um ambiente de computação em nuvem particular, o Tivoli Service Automation Manager e o WebSphere CloudBurst oferecem diversos benefícios distintos:

  • O Tivoli Service Automation Manager fornece aos usuários as ferramentas para impulsionar altos graus de padronização e automação em seu ambiente de nuvem, permitindo assim o rápido fornecimento de uma ampla variedade de cargas de trabalho. Além disso, o Tivoli Service Automation Manager fornece um gerenciamento integrado e uma plataforma de monitoramento que diminui os custos operacionais para sua nuvem particular.
  • O WebSphere CloudBurst permite aos usuários criar, implementar e gerenciar ambientes de aplicativos personalizados baseados em WebSphere em uma nuvem particular. A abordagem baseada em padrões usada pelo dispositivo permite o fornecimento rápido e consistente de ambientes de aplicativos de middleware.
  • A integração dos dois produtos significa que os usuários obtêm a amplitude de recursos de prestação de serviços e gerenciamento fornecidos pelo Tivoli Service Automation Manager, e ainda se beneficiam dos profundos recursos de WebSphere fornecidos pelo WebSphere CloudBurst. Além disso, a solução integrada oferece uma interface unificada, o Tivoli Service Automation Manager, a partir da qual os usuários podem implementar e gerenciar seus ambientes baseados em nuvem.

Vamos pular direto para uma visão geral da integração.

Visão geral da integração

O WebSphere CloudBurst fornece valor complementar para os usuários do Tivoli Service Automation Manager, ao expor seus padrões como ofertas de serviço no console do Tivoli Service Automation Manager. Desse modo, é possível implementar diretamente padrões do WebSphere CloudBurst a partir da interface da Web do Tivoli Service Automation Manager.

Por sua vez, isso permite beneficiar-se do valor fornecido pelo WebSphere CloudBurst e seus padrões, ou seja, fornecimento rápido, configurações consistentes e conhecimento inerente do produto para cargas de trabalho do WebSphere, sem a necessidade de alternar entre diversos portais de gerenciamento de serviços.

A Figura 1 fornece uma representação da integração das duas ofertas.

Figura 1. Integração do Tivoli Service Automation Manger com o WebSphere CloudBurst
Integração do Tivoli Service Automation Manger com o WebSphere CloudBurst

Como ilustrado na Figura 1, ao combinar os dois produtos, o Tivoli Service Automation Manager torna-se o dispositivo de gerenciamento de nível superior para sua nuvem particular. Nesse sentido, o Tivoli Service Automation Manager expõe os padrões de um dispositivo do WebSphere CloudBurst especificado, e ofertas de serviço definidas em seu próprio catálogo de dentro de um único portal de gerenciamento. Pode-se selecionar, configurar e solicitar a implementação de qualquer padrão do WebSphere CloudBurst ou de outras ofertas de serviços a partir de uma única interface da Web.

Quando se solicita uma implantação de padrão do WebSphere CloudBurst por meio do portal do Tivoli Service Automation Manager, este se comunica com o dispositivo, a fim de induzir a implementação do padrão solicitado a partir do repositório do dispositivo para a nuvem particular.

No cenário de amostra a seguir, forneceremos mais detalhes sobre os aspectos técnicos da integração, mas, antes disso, há algumas coisas a se ter em mente a respeito dessa solução integrada:

  • O Tivoli Service Automation Manager interage com o WebSphere CloudBurst por meio de uma interface bem-definida. Qualquer recurso do WebSphere CloudBurst exposto pelo Tivoli Service Automation Manager é derivado do seu uso de APIs REST do dispositivo. Dessa forma, o acoplamento é frouxo, e as dependências interprodutos são limitadas a interfaces publicamente documentadas e suportadas. Além disso, isso significa que o WebSphere CloudBurst comporta-se como se fosse usado diretamente, ou seja, ainda é possível se beneficiar de colocação inteligente do dispositivo para sistemas virtuais.
  • O Tivoli Service Automation Manager ativa outras soluções a serem integradas. O Tivoli Service Automation Manager é parte destacada de outras ofertas da IBM® para a nuvem, incluindo o IBM CloudBurst e o IBM Service Delivery Manager. Por isso, pode-se integrar o WebSphere CloudBurst e o IBM CloudBurst, bem como o WebSphere CloudBurst e o IBM Service Delivery Manager, da mesma forma que se faz a integração com o Tivoli Service Automation Manager.
  • O Tivoli Service Automation Manager expõe um subconjunto de recursos do WebSphere CloudBurst em seu portal de gerenciamento. A partir da interface do Tivoli Service Automation Manager, pode-se solicitar uma implementação de um padrão do WebSphere CloudBurst, e remover o sistema virtual quando desejado. Ainda é feita a interação direta com o WebSphere CloudBurst para definir sua nuvem particular, criando imagens e padrões personalizados, gerenciando o acesso a recursos, e muito mais.
  • Todos os recursos do Tivoli Service Automation Manager e do WebSphere CloudBurst permanecem inalterados. Ao integrar o Tivoli Service Automation Manager e o WebSphere CloudBurst, a integração não restringe os recursos de nenhum dos produtos. Em vez disso, a integração prepara o caminho para que se use uma abordagem unificada no gerenciamento de uma nuvem composta de serviços heterogêneos.

Como prometido anteriormente, fornecemos uma análise mais completa de como integrar as duas soluções. Mas, antes de nos aprofundarmos no assunto, vamos discutir cenários diferentes, nos quais o Tivoli Service Automation Manager e o WebSphere CloudBurst fornecem algo de valor para seus esforços.


Sabendo quando integrar

O que é o Tivoli Service Automation Manager?

O Tivoli Service Automation Manager oferece a capacidade de solicitar, implementar, gerenciar e monitorar os serviços em nuvem a partir de uma única interface de gerenciamento. Independentemente do tipo de serviço na nuvem ou dos componentes de software que constituem o serviço, pode-se utilizar o Tivoli Service Automation Manager para padronizar e automatizar a entrega do ambiente para sua nuvem. Depois de entregue, o Tivoli Service Automation Manager se desenvolve na infraestrutura de TI existente, para fornecer insight sobre o ciclo de vida completo do serviço baseado na nuvem.

Em geral, saber quando integrar o Tivoli Service Automation Manager e o WebSphere CloudBurst trata-se de identificar situações em que uma oferta pode fornecer valor suplementar à outra. Embora não possamos enumerar todos os cenários possíveis, podemos identificar alguns cenários comuns de integração com base nas necessidades do usuário:

  • Quando há necessidade de gerenciamento unificado de nuvens particulares que incluem o WebSphere.
  • Quando é preciso acrescentar recursos de fluxo de trabalho de solicitação ao WebSphere CloudBurst.

Gerenciamento unificado de nuvens particulares orientadas ao WebSphere

Uma das etapas na formulação de um plano organizacional para a computação em nuvem é identificar que serviços se deseja entregar por meio da nuvem. Isso é avaliado no contexto da entrega de ambientes de aplicativos na nuvem particular.

Ao mapear seus requisitos de usuário final, provavelmente será notado que é preciso entregar um conjunto diversificado desses ambientes. Alguns usuários talvez exijam plataformas de aplicativo desenvolvidas em software IBM, como o WebSphere, enquanto outros talvez exijam software não IBM para seus aplicativos.

O que é o WebSphere CloudBurst?

O WebSphere CloudBurst Appliance é um dispositivo de gerenciamento de nuvem, desenvolvido especificamente para ambientes de aplicativos WebSphere. Ele se baseia em imagens virtuais especiais, como o WebSphere Application Sever Hypervisor Edition, e permite aos usuários criar padrões que representem seu ambiente de aplicativo de destino. Esses padrões encapsulam os nós da infraestrutura e a configuração de aplicativo necessários para o ambiente; pode-se utilizar o WebSphere CloudBurst para implementá-los em sua nuvem particular. Depois da implementação, o WebSphere CloudBurst fornece recursos de gerenciamento e monitoramento, que fornecem controles necessários sobre seus ambientes de aplicativos em execução.

Nesse cenário, a combinação do WebSphere CloudBurst com o Tivoli Service Automation Manager permite abordar esse conjunto diverso de requisitos. O Tivoli Service Automation Manager proporciona a flexibilidade necessária para criar e implementar ambientes de aplicativos baseados em qualquer tipo de software, incluindo produtos não IBM. O WebSphere CloudBurst oferece recursos integrados especialmente para ambientes de aplicativos baseados em software IBM, eliminando, assim, um esforço significativo de instalação, configuração, integração e orquestração de script para essas cargas de trabalho.

Naturalmente, a integração dos dois produtos para criar nuvens particulares heterogêneas estende-se além do oferecimento de diversos tipos de plataformas de aplicativos na nuvem. O Tivoli Service Automation Manager permite o fornecimento e o gerenciamento de uma ampla variedade de serviços baseados na nuvem, incluindo sistemas operacionais, plataformas de aplicativos e aplicativos de usuário final. Pode-se integrar o WebSphere CloudBurst para melhorar a relação tempo/custo na entrega de ambientes WebSphere, independentemente de quais outros serviços são fornecidos por meio do Tivoli Service Automation Manager. Além disso, a integração das ofertas permite unificar o gerenciamento de seus serviços na nuvem, usando a interface da Web do Tivoli Service Automation Manager.

Acrescentado recursos de fluxo de trabalho de solicitação ao WebSphere CloudBurst

O WebSphere CloudBurst fornece permissão e controles de acesso de baixa granularidade que, juntos, ajudam a determinar quais usuários podem tomar que ações em quais recursos. Como administrador, pode-se usar os controles de permissão para definir os usuários que têm acesso para implementar padrões do WebSphere CloudBurst na nuvem. Pode-se usar os controles de acesso de baixa granularidade para definir exatamente que padrões eles têm acesso para implementar. Em muitos casos, esses dois níveis de controle permitem governança eficiente dos recursos para implementações de padrão.

Mas existem alguns cenários onde essa abordagem não fornece a governança de implementação necessária. Nesses casos, as organizações exigem maior controle do nível de governança necessário para aprovar cada solicitação de implementação de padrão.

Em outras palavras, a organização precisa de camadas de recursos de fluxo de trabalho de solicitação para implementações de padrão no WebSphere CloudBurst. Ao integrar o WebSphere CloudBurst e o Tivoli Service Automation Manager, os padrões do WebSphere CloudBurst são essencialmente ofertas de serviço no catálogo do Tivoli Service Automation Manager. Isso significa que, quando um usuário seleciona um padrão e solicita uma implementação, isso passa pelo mesmo fluxo de trabalho de aprovação de solicitação como todas as outras solicitações de serviço do Tivoli Service Automation Manager. Isso permite adicionar uma camada de governança organizacional ao seu processo de implementação de padrão do WebSphere CloudBurst, que vai além de permissão e de controles de acesso de baixa granularidade.

Esses são apenas dois cenários comuns nos quais se pode procurar aproveitar a solução combinada de WebSphere CloudBurst e Tivoli Service Automation Solution Manager. Agora, vamos deixar de lado os cenários de uso comum e analisar um exemplo passo a passo para a configuração e exploração da integração.


Integração e implementação em detalhes

Agora, vamos observar com mais atenção como configurar a integração Tivoli Service Automation Manager/WebSphere CloudBurst. Veremos uma amostra do uso da integração e analisaremos as seguintes ações:

  1. Definição do WebSphere CloudBurst como computador de fornecimento
  2. Execução do processo de descoberta do WebSphere CloudBurst Appliance no Tivoli Provisioning Manager.
  3. Conexão dos modelos de servidor virtual a modelos de software.
  4. Implementação do padrão do WebSphere CloudBurst a partir do Tivoli Service Automation Manager.

Definição do WebSphere CloudBurst como computador de fornecimento

A primeira etapa para integração do Tivoli Service Automation Manager e do WebSphere CloudBurst é definir o dispositivo como computador de fornecimento. Para isso, é preciso navegar até a interface com o usuário do Maximo em um navegador da Web acessando a URL http://<hostname>/maximo. Depois de acessada, defina o dispositivo como computador de fornecimento executando estas etapas:

  1. Selecione Go To > IT Infrastructure > Provisioning Inventory > Provisioning Computers.
  2. Clique em Add Computer.
  3. Defina o nome de host do WebSphere CloudBurst Appliance, por exemplo, wcahostname.ibm.com, e depois clique em Save.
Figura 2. Definição do computador de fornecimento
Definição do computador de fornecimento

Depois de definir o WebSphere CloudBurst Appliance, é preciso configurar uma interface de rede para o dispositivo, a fim de estabelecer um canal de comunicação entre o Tivoli Service Automation Manager e o dispositivo. É possível fazer isso a partir da página dos computadores de fornecimento executando estas etapas:

  1. Abra a guia Hardware .
  2. Abra a guia New NIC Resource .
  3. Abra a guia Network Interface .
  4. Clique em New Network Interface.
  5. Defina o nome da interface da rede, por exemplo, WCA Network Interface.
  6. Defina o endereço IP dessa interface para o endereço IP do WebSphere CloudBurst Appliance.
  7. Selecione a caixa de seleção Management e clique em Save.
Figura 3. Definindo a interface de rede para o WebSphere CloudBurst
Definindo a interface de rede para o WebSphere CloudBurst

Por fim, é preciso definir as credenciais que o Tivoli Service Automation Manager pode usar para autenticar sua comunicação com o WebSphere CloudBurst Appliance. Para fornecer as credenciais necessárias:

  1. Clique na guia Credentials .
  2. Clique em Add Credentials.
  3. Selecione New Service Access Point.
  4. Defina o nome do Ponto de Acesso de Serviço para WCA HTTPS.
  5. Abra a lista do Protocol Type e selecione o Network protocol IP.
  6. Abra Application Protocol e selecione HTTP Secure Access.
  7. Defina o número da porta (a porta padrão é 443).
  8. Clique em New Password Credential.
  9. Configure Search Key como master.
  10. Configure User Name com o valor de um usuário administrativo no WebSphere CloudBurst Appliance.
  11. Defina a senha adequada e clique em Save para confirmar.
  12. Selecione a caixa de seleção Default Credential e clique em Save.
Figura 4. Definindo as credenciais do WebSphere CloudBurst no TSAM
Definindo as credenciais do WebSphere CloudBurst no TSAM

Só é necessário fazer isso para definir o WebSphere CloudBurst Appliance como computador de fornecimento, e garantir que o Tivoli Service Automation Manager possa se comunicar de forma segura com o dispositivo. Agora, é preciso executar um processo de descoberta do Tivoli Provisioning Manager para o dispositivo.

Executando o processo de descoberta do WebSphere CloudBurst no Tivoli Provisioning Manager

Para que o Tivoli Provisioning Manager tenha as informações necessárias sobre a configuração de hardware do WebSphere CloudBurst, bem como o repositório de padrões implementáveis, é preciso executar um processo de descoberta do WebSphere CloudBurst Appliance no Tivoli Provisioning Manager. O produto Tivoli Provisioning Manager é enviado com esse processo de descoberta. Para chamar o processo de descoberta:

  1. Abra Go To > Discovery > Provisioning Discovery > Discovery Configurations.
  2. Localize WebSphere CloudBurst Appliance Discovery (usando o campo de procura) e abra-o.
  3. Clique em Run Discovery.
  4. Clique em Computers e selecione o dispositivo que representa o WebSphere Cloudburst Appliance no seu ambiente.
  5. Clique em OK e, em seguida, em Submit para iniciar o processo de descoberta.
Figura 5. Executando o processo de descoberta do WebSphere CloudBurst
Executando o processo de descoberta do WebSphere CloudBurst

O processo de descoberta pode levar alguns minutos para ser concluído. Depois disso, é possível concluir definindo o WebSphere CloudBurst Appliance como novo repositório de imagem no Tivoli Provisioning Manager executando o seguinte:

  1. Abra Go To > IT Infrastructure > Image Library > Image Repositories.
  2. Selecione wcahostname.ibm.com, acrescente um local de repositório e clique no botão New Repository Location .
  3. Na guia New Repository Location defina os seguintes valores de atributo:
    1. Directory: WCA Directory.
    2. Computer: wcahostname.ibm.com.
  4. Clique em OK e, em seguida, em Save.
Figura 6. Definindo o WebSphere CloudBurst como repositório de imagem
Definindo o WebSphere CloudBurst como repositório de imagem

Agora, o processo de descoberta está concluído, e é possível definir o WebSphere CloudBurst Appliance como novo repositório de imagem. A última etapa antes de fornecer um padrão do WebSphere CloudBurst a partir do Tivoli Service Automation Manager é conectar os modelos de servidor virtual aos modelos de software no Tivoli Provisioning Manager.

Conectando os modelos de servidor virtual a modelos de software

Antes de fornecer com sucesso um padrão do WebSphere CloudBurst a partir do Tivoli Service Automation Manager, conecte os modelos de servidor virtual aos modelos de software no Tivoli Provisioning Manager:

  1. Abra Go To > IT Infrastructure > Provisioning Inventory > Virtual Server Template.
  2. Para conectar cada modelo de servidor virtual aos modelos de software:
    1. Clique no modelo.
    2. Em Virtual Server Template clique em Select Value ao lado do campo Software Stack .
    3. Defina a pilha de software para o nome que corresponde ao nome do modelo.
    4. Clique em Save para salvar suas mudanças.
Figura 7. Conectando os modelos de servidor virtual aos de software
Conectando os modelos de servidor virtual aos de software

Agora, está tudo pronto para fornecer padrões do WebSphere CloudBurst a partir do Tivoli Service Automation Manager.

Implementação do padrão do WebSphere CloudBurst a partir do TSAM

Depois de ter concluído os itens abaixo:

  • Definição do WebSphere CloudBurst como computador de fornecimento
  • Execução do processo de descoberta dentro do Tivoli Provisioning Manager
  • Conexão de modelos de servidor virtual a modelos de software

Implementação com sucesso de um padrão de WebSphere CloudBurst a partir do Tivoli Service Automation Manager:

  1. Efetue login na interface da Web do Tivoli Service Automation Manager e navegue até Home > Request a New Service > Virtual Server Management como mostrado na Figura 8.
    Figura 8. Página de gerenciamento do servidor virtual
    Página de gerenciamento do servidor virtual
  2. Na página Virtual Server Management, clique no ícone Create Project with a WebSphere CloudBurst Pattern no canto inferior direito da página.
  3. Digite um nome e descrição para seu novo projeto.
  4. Selecione uma equipe à qual deseja conceder acesso.
  5. Configure as datas de início e término do novo projeto.

    Essas datas definem o tempo de vida do sistema virtual do WebSphere CloudBurst que resulta da implementação do padrão. Note que é possível selecionar Indefinite como data de término, o que permite que o sistema virtual seja executado até que um administrador o remova manualmente. A Figura 9 mostra o painel de configuração do projeto do Tivoli Service Automation.

    Figura 9. Configurando o projeto TSAM
    Configurando o projeto TSAM
  6. Selecione um padrão do WebSphere CloudBurst a partir da lista no painel de configuração do projeto.
  7. Selecione o grupo de nuvem do WebSphere CloudBurst no qual se deseja implementar o padrão. Grupos de nuvem representam coleções de hosts de hypervisor; eles são definidos dentro do WebSphere CloudBurst.

    Com o padrão e grupo de nuvem selecionado, é necessário somente configurar as peças dentro do padrão para implementação. Os parâmetros de configuração necessários dependem do padrão selecionado, e são idênticos, como se estivessem sendo implementados diretamente por meio do WebSphere CloudBurst. A Figura 10 mostra um exemplo da configuração de parte do servidor do WebSphere Application Server Standalone em um padrão.

    Figura 10. Configuração de parte de um servidor independente
    Configuração de parte de um servidor independente
  8. Após fornecer os parâmetros de configuração necessários, clique em OK para enviar a solicitação de serviço. A solicitação está sujeita ao processo normal de aprovação de fluxo de trabalho de solicitação dentro do Tivoli Service Automation Manager.

Depois que a solicitação de serviço recebe as aprovações necessárias, o processo de implementação pode iniciar. Se tiver sido indicado que o atendimento deveria ser imediato, o processo de implementação começará imediatamente após a aprovação. Se tiver sido selecionada uma data de início para um momento futuro, o processo de implementação começará no horário especificado.

Para executar a implementação, o Tivoli Service Automation Manager se comunica com o WebSphere CloudBurst para transmitir informações sobre a implementação solicitada. Isso inclui o grupo de nuvem de destino, o padrão a implementar e os dados de configuração para a implementação.

A partir desse ponto, o WebSphere CloudBurst assume o processo de implementação e usa sua abordagem de colocação inteligente para determinar que máquinas na nuvem hospedarão cada parte do padrão. Se não houver recursos suficientes na nuvem para servir de host para o padrão solicitado, o WebSphere CloudBurst rejeitará a implementação de acordo com seu processo costumeiro. Nesse caso, o Tivoli Service Automation Manager receberá informações sobre a falha e transmitirá as informações em sua interface da Web.

Por outro lado, se houver recursos suficientes na nuvem para suportar o padrão, o WebSphere CloudBurst criará as máquinas virtuais necessárias, atribuirá endereços IP e nomes de hosts, iniciará as máquinas virtuais e componentes de software (como o WebSphere Application Server), e executará todos os scripts incluídos no padrão. Quando a implementação estiver concluída, acontecerá a inicialização bem-sucedida do seu sistema virtual na interface da Web do Tivoli Service Automation Manager, como mostrado na Figura 11.

Figura 11. Sistema virtual bem-sucedido no console do TSAM
Sistema virtual bem-sucedido no console do TSAM

Também é possível efetuar login no WebSphere CloudBurst Appliance, navegar até a página Virtual Systems e ver o sistema virtual implementado com êxito.


Em conclusão

Parabéns! Você integrou com sucesso o WebSphere CloudBurst ao Tivoli Service Automation Manager. Para fazer uma revisão rápida, iniciamos pela definição do WebSphere CloudBurst como computador de fornecimento no Tivoli Provisioning Manager, passamos a executar um processo de descoberta para descobrir os recursos do WebSphere CloudBurst, conectamos modelos de servidor virtual a modelos de software e, por fim, implementamos um padrão de WebSphere CloudBurst a partir da interface da Web do Tivoli Service Automation Manager.

Quando iniciamos a jornada de desenvolvimento de um ambiente de nuvem particular, é essencial ter uma abordagem eficaz e abrangente para o gerenciamento da nuvem. O Tivoli Service Automation Manager e o WebSphere CloudBurst fornecem recursos excepcionais para o gerenciamento da nuvem, e não são soluções mutuamente excludentes.

Em vez disso, pode-se integrar as duas soluções (como vimos aqui) para permitir uma abordagem global e abrangente para o gerenciamento de nuvem. A combinação do Tivoli Service Automation Manager com o WebSphere CloudBurst fornece uma solução de gerenciamento de nuvem incomparável em termos de amplitude e profundidade de recursos para o gerenciamento de serviços em nuvem.

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