IBM®
Skip to main content
    Country/region [select]      Terms of use
 
 
    
     Home      Products      Services & industry solutions      Support & downloads      My IBM     
developerWorks  >  Blogs  >   developerWorks

author Software, Open Source, SOA, Innovation, Open Standards, Trends

Pensando Software. Um blog para debater ideias, inovacoes e tendencias da industria de software.



Friday May 30, 2008

CEO Study 2008: The Enterprise of The Future

A IBM está anunciando o CEO Study 2008, estudo feito a cada dois anos com CEOs do mundo inteiro. No último relatório, de 2006, as questões de inovação, mudanças e transformações foram o principal foco de atenção dos executivos. Neste agora, os CEOs antecipam mais mudanças e uma atenção maior ainda em inovação. Uma frase de um CEO, extraído do relatório, exemplifica bem: “The rate of change has increased dramatically. Customers are demanding radical change in product innovation. Our company will need to greatly increase its capabilities to deal with these demands”. Esta outra frase, também extraída do relatório, é emblemática dos tempos atuais: “We have seen more changes in the last ten years than in the previous 90”.

O estudo de 2008 foi efetuado com 1130 CEOs de todo o mundo e aponta as características do que chama “The Enterprise of the Future”, que são: Hungry for Change (Capaz de se transformar rapidamente. Ao invés de apenas reagir as tendências, ela as desenha e lidera) , Innovative Beyond Customer Imagination (Surpreende as expectativas dos clientes cada vez mais bem informados e exigentes), Globally Integrated (Negócio desenhado para explorar as características da globalização), Disruptive by Nature (Muda radicalmente seu business model, criando disrupção na base de competição) e Genuine, not Just Generous (Vai além da filantropia e reflete preocupações genuínas com relação à sustentabilidade social e ambiental).

Acessem o site www.ibm.com/enterpriseofthefuture para ter acesso ao relatório. Aproveitem e façam um rápido benchmark online, onde vocês poderão comparar sua empresa com as outras do setor e da geografia.



Categories : [   inovacao  ]

May 30 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink



Thursday May 29, 2008

Colaboração e Inovação

Esta semana participei do seminário Inovação Competitiva, organizado pela IQPC (www.iqpc.com/br/inovacao).Participei do evento como presidente de mesa e apresentando a palestra “Inovação como vantagem estratégica e competitiva”, contando o case IBM.

Um dos assuntos que abordei foi a questão do conhecimento colaborativo e de como usá-lo para incrementar os processos de inovação nas empresas.

As iniciativas de knowledge management nunca tiveram muito sucesso e a grande maioria simplesmente falhou. A razão é simples: os approaches atuais visualizam o conhecimento como um recurso finito e estático que pode ser capturado e armazenado em repositórios, para posteriores consultas. Mas, eu vejo de outra maneira bem diferente: para mim conhecimento é um recurso infinito e dinâmico, gerado e potencializado pelas atividades de colaboração, sejam estas internas ou externas à empresa. Conhecimento e informação são diferentes. Conhecimento é uma informação validada e aplicada em algo prático. Conhecimento não é pré-existente. Ele é gerado quando equipes de trabalho se engajam em um problema e geram uma solução. E ao contrário de um bem físico, o conhecimento aumenta de valor quando é usado, compartilhado e incrementado por novas interações.

E colaboração é a base para tornar o conhecimento vivo. A troca de informações entre pessoas leva à inovação e a geração de novas idéias. Inovação não floresce em um ambiente isolado e fechado!

E como este assunto se inseriu na palestra? Ora, para uma empresa competir em um cenário de negócios em rápida mutação, como atualmente, precisa estar constantemente inovando e para isso, precisa trocar conhecimento com seus clientes, fornecedores e parceiros de negócio. Com uma ativa rede colaborativa de troca de informações e conhecimento a organização está continuamente se reciclando, sincronizando seus processos às dinâmicas do mercado.

As tecnologias de colaboração e social computing (leia-se Web 2.0) incentivam a colaboração e devem ser vistas como base para qualquer iniciativa mais séria de inovação. Mas, tecnologia por si não é suficiente. Esta é falha de muitos vendors de software. Tentam vender tecnologias por si, sem considerar os aspectos sócio-tecnológicos, ou seja, as pessoas e as dimensões culturais e organizacionais das empresas. Ferramentas de colaboração não são vendidas para técnicos!

Criar cultura de colaboração e inovação não se faz simplesmente adquirindo a tecnologia A ou B, mas é um projeto de longo prazo, com intenso comprometimento das lideranças da empresa.

Colaboração, por exemplo, quebra paradigmas. Muitas empresas agem como se suas unidades de negócio fossem concorrentes, com os vendedores priorizando os produtos de sua UN, em detrimento das estratégias ou de um melhor negócio para a empresa como um todo. O que vale é o fechamento da cota no fim do mês...mesmo às custas de um prejuízo para a estratégia global do negócio.

Por outro lado está claro que o cliente quer uma solução para seus problemas. Ele não quer comprar produtos isolados. E para oferecer uma solução, muitas vezes é necessário cruzar os limites das unidades de negócio e seus organogramas. Bem, para isso é essencial o trabalho em colaboração.

As ferramentas de colaboração criam redes sociais que extrapolam as estruturas organizacionais, alcançando até colaboradores externos. Em uma rede social, não existe organograma, mas sim uma rede de troca de informações e conhecimentos. Fantástico, não? Mas não é simples de construir. Muitas empresas não tem cultura de colaboração (nem mesmo entre seus próprios departamentos) e vêem com receio a participação de pessoas de fora em discussões sobre produtos e inovações.

A mudança passa por uma reengenharia do mind set da organização. Em uma rede social, parceiros, clientes e fornecedores devem ser vistos como colaboradores e as fronteiras do que pode e o que não pode ser debatido abertamente se expande significativamente. As estruturas organizacionais devem refletir o espírito de um ambiente colaborativo. O mesmo deve acontecer com as políticas de RH e recompensas.

O processo de evolução de um mind set isolado e individualista (egoísta?) para um contexto colaborativo e aberto é gradual. Não se consegue dar saltos, mas evolui-se gradualmente, à medida que amadurece na empresa o conceito de colaboração. Não se colabora por decreto.



Categories : [   Redesocial  |  Socialcomputing  |  Web20  |  inovacao  ]

May 29 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink



Monday May 26, 2008

Começou a pós-graduacao em mainframes!

Segunda feira passada tive a oportunidade de fazer a aula inaugural do curso de pós-graduação em mainframes, na UniverCidade, no Rio de Janeiro.

Até há algum tempo atrás, quem trabalhava com mainframes era visto como um dinossauro. Aliás, eu também sou um dinossauro da família dos informaticossauros, pois comecei minha carreira no /360 e o meu primeiro programa foi escrito em Cobol. O segundo foi em Assembler (e os meus colegas dinossauros talvez ainda se lembrem do livro de cabeceira da época, o Principles of Operation e sua sopa de siglas, como PSW, CCW, TLB e outras).

Mas o mainframe vem resistindo ao tempo e com sucessivas inovações acontecendo constantemente. Por exemplo, existe um projeto de um gameframe, ou um mainframe híbrido, integrado com o processador Cell Broadband Engine (Cell/BE). Este gameframe será especialmente talhado para aplicações de simulações e “virtual worlds” , sejam estes games MMOG (Massive Multiplayer Online Game), como o Taikidom (www.taikodom.com.br) da brasileira Hoplon (www.hoplon.com.br ) ou plataformas para social-networking como o Second Life e outros.

Outra novidade? Que tal o OpenSolaris em mainframes? Sim, já começa a rolar...Uma empresa chamada Sine Nomine Associates já está trabalhando em um projeto para portar este sistema para esta máquina. Vejam http://sinenomine.net/sites/default/files/L04-OpenSolariszSeries.pdf.

Querem mais? Que tal Java no mainframe? A IBM, depois do sucesso do processador especializado IFL (Integrated for Linux) acoplado ao processadores dos mainframes lançou um outro processador, desta vez voltado a consolidar workloads Java nestas máquinas. Este processador chama-se zAAP (System z Application Assist Processor). Este processador (podem ter vários no mesmo computador) opera de forma assíncrona com os processdores comuns de uso geral, e executam código dos programas Java. Com isso, reduz-se a carga nestes processadores de uso geral, liberando ciclos de CPU para outros aplicativos. E, chamo a atenção, os processos Java rodam no zAAP sem precisar de nenhuma modificação.

Na palestra mostrei que um dos principais obstáculos para uma maior disseminação do mainframe é exatamente a percepção errônea que é um sistema obsoleto. E que pouca gente usa...

Mas, alguns números nos mostram outro cenário: existem 10.000 mainframes em operação no mundo inteiro, com uma capacidade instalada de mais de 11 milhões de MIPS. Para se ter uma comparação em 2000 haviam 3,5 milhões de MIPS instalados e cerca de 9 milhões em fins de 2005. Ou seja, em menos de dois anos, mais de 2 milhões de MIPS foram instalados! Olhando-se por outro prisma, multiplicou-se por mais de três a base instalada de MIPS em apenas sete anos.... Interessante que no ano passado, já haviam sido instalados cerca de 1.2 milhões de MIPS nos processadores IFL, rodando Linux. Na prática, cerca de 25% dos MIPS vendidos hoje o são para Linux. Estes dados mostram de forma inequívoca que o mainframe continua firme.

E para os próximos anos? O lançamento da nova linha de máquinas z10 (vejam em http://www-03.ibm.com/systems/z/news/announcement/20080226_annc.html) e a nova política industrial brasileira, apoiando fortemente a exportação de software, deverá aumentar em muito a demanda por profissionais capacitados em mainframes, pelo maior número de projetos off-shoring que deverão surgir..

Ok, querem mais informações? Vejam http://www.mainframe.typepad.com/ para terem acesso a blogs que debatem mainframes, http://www-306.ibm.com/software/os/systemz/en_US/index.html para acessarem o site da IBM sobre softwares de mainframe, e http://www.ibmsystemsmag.com/mainframe/ para lerem uma revista eletrônica sobre mainframes.



Categories : [   mainframe  ]

May 26 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink



Saturday May 24, 2008

Vasculhando a Web

Uma dica interessante que descobri vasculhando a Web... Se vocês quiserem esmiuçar a Internet acessem http://centralops.net/co/. Este site é uma coletânea de utilitários free muito interessantes como o Domain Dossier que investiga domínios e endereços IP, Domain Check, que valida a existência de um domínio, Email Dossier, que mostra se um endereço de e-mail realmente existe, Browser Mirror, que mostra o que seu browser mostra em termos de informação quando acessa um site, Ping que checa se é possível acessar um site, Traceroute que mostra o caminho até um site através da rede, e diversos outros. Vale a pena dar uma olhada.



Categories : [   diagnostico  ]

May 24 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink



Friday May 23, 2008

Capacitacao em TI

Um dos grandes desafios para o crescimento da TI no Brasil é carência de pessoal capacitado. Algumas estimativas apontam que a demanda será por quase 300.000 novas posições de trabalho até fins de 2009. O problema é falta de profissionais qualificados para preencher estas vagas.

Este é o tema do workshop “Encontro sobre Capacitação e Atualização em TIC” que acontecerá no próximo 30 de maio, no Rio de Janeiro, no auditório da RioSoft.

O workshop terá um painel de discussão e uma dinâmica de grupo, coordenada pela professora Lucia Baruque, onde debatedores de peso como os professores da PUC, Giosafatte Gazzaneo, Rubens Mello e meu amigo Luiz Carlos Sá Carvalho estarão debatendo os resultados da “Pesquisa de Formação e Aperfeiçoamento Profissional em Empresas de Serviços em TI no Rio de Janeiro”. Vale a pena participar. E ainda por cima é um evento gratuito. Vejam em www.riosoft.softex.br.



Categories : [   capacitacao  ]

May 23 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink



Wednesday May 21, 2008

Microsoft vai suportar ODF de forma nativa!

Acabei de ler esta notícia na Web: a Microsoft anunciou suporte nativo (via save default) ao ODF versão 1.1 pela sua suite Office 2007, através de um Service Pack. Vejam em http://www.sdtimes.com/content/article.aspx?ArticleID=32228.

Além disso, para surpresa geral, anunciou que estará participando do working group de ODF na OASIS. E adicionalmente vai disponibilizar APIs para o Office, para que desenvolvedores acoplem seus próprios conversores ODF como “default path”.

Interessante que o padrão OpenXML não será implementado tão cedo. Deverá vir apenas com o Office 14, que não tem data para ser anunciado.

Por que a demora em implementar o OpenXML? A razão é simples: segundo Dough Mahugh, senior product manager do Office: “At this point there are no products using [ISO/IEC 29500] in the marketplace.”

Na minha opinião é um movimento que mais cedo ou mais tarde deveria acontecer. Seria impossivel para a Microsoft não reconhecer a crescente importância do ODF no mundo inteiro. E a falta de usuários de OpenXML...

Provavelmente este movimento em direção ao ODF dificultará mais ainda a adoção do OpenXML. Com o Office 2007, agora todas as principais suites de escritório estarão adotando ODF.

Quais são agora as opções para os CIOs que estão planejando a adoção (necessária) para um padrão de documentos baseado em XML?

a)ODF. Já está disponível em suites como Open Office, Star Office e Symphony. E em poucos meses também no Office 2007.

b)OpenXML pré- esperar tanto tempo para começar a gerar documentos em padrão XML? Quanto mais tempo passar, mais legado será gerado. ISO. Se começarem a usar este formato, deverão fazer uma outra conversão para o OpenXML ISO/IEC 29500 ou ODF. Terão então que converter formatos binários e o OpenXML legado. Mais trabalho…

c)OpenXML ISO/IEC 29500. Deverão (até quando) esperar pelo Office 14.

Porque esperar tanto tempo para começar a gerar documentos em padrão XML? Quanto mais tempo passar, mais legado estará sendo gerado. Resultado: haverá uma aceleração na adoção do ODF!



Categories : [   ODF  |  OpenXML  ]

May 21 2008, 05:00:00 PM BRT Permalink



Friday May 16, 2008

ODF já é Norma Brasileira

Pessoal, agora no último 12 de maio o ODF foi publicado como Norma Brasileira (NBR) pela ABNT (ABNT NBR ISO/IEC 26300 – Tecnologia da Informação – Formato aberto de documentos para aplicações de escritório (Open Document) v1.0.

O Jomar da ODF Alliance Brasil fez um comentário muito interessante sobre este assunto no seu blog, em http://homembit.com/2008/05/abolicao-da-escravatura-norma-nbr-isoiec-26300-foi-publicada.html.

Mas, além do Brasil estamos vendo muitos outros países adotando o ODF como padrão nacional. Recentemente foi a Africa do Sul e a Croácia. E porque estes e outros países estão adotando o ODF? Vale a pena aqui recordar a importância dos padrões abertos.

Vivemos em um mundo globalizado e interligado. Os países, empresas e os cidadãos interoperam uns com os outros e para que esta interoperabilidade aconteça é absolutamente necessário que todos estejam de acordo com a forma desta interoperabilidade ocorrer. Ou seja, quanto mais padronizados forem os mecanismos de interoperabilidade, menos esforço vai demandar para criarmos interfaces de interoperação e mais rápido e ágil ocorrerá a comunicação. Simples assim...Aliás, sem padrões abertos simplesmente não teríamos a Internet!

Padrões abertos (aqueles que estejam publicamente disponíveis e não sejam controlados por nenhum país ou empresa) tornam possível que quaisquer empresas, cidadãos e países se plugem no mundo globalizado. Com padrões abertos, produtores podem colaborar e cooperar nos interfaces e inovar e competir em outras funcionalidades. Por outro lado, padrões proprietários criam barreiras econômicas, pois exigindo pagamento de royalties (e muitas vezes um padrão proprietário embute diversas tecnologias patenteadas, com royalties acumulados) encarecem os produtos e dificultam a competitividade.

Aliás, se vocês acessarem o documento que reproduz a Declaração de Princípios do World Summit on the Information Society (em http://www.itu.int/wsis/docs/geneva/official/dop.html), no parágrafo 44 lerão : “Standardization is one of the essential building blocks of the Information Society. There should be particular emphasis on the development and adoption of international standards. The development and use of open, interoperable, non-discriminatory and demand-driven standards that take into account needs of users and consumers is a basic element for the development and greater diffusion of ICTs and more affordable access to them, particularly in developing countries. International standards aim to create an environment where consumers can access services worldwide regardless of underlying technology.”.

Dentro do universo dos padrões abertos, o padrão de formato de documentos tem grande valor. O armazenamento e posterior recuperação de documentos eletrônicos é uma questão de absoluta importância. A memória de um país, suas leis e regulamentos estão cada vez mais sendo armazenados eletrônicamente. Os registros contábeis das empresas e a memória das suas decisões empresariais...as correpondências e documentos pessoais dos cidadãos...São apenas pequenos exemplos da nossa dependência aos documentos eletrônicos. Estes documentos gerados hoje devem ser recuperados no futuro, independentemente do software que os criaram. Recuperar estes documentos significa que se deve preservar suas formatações originais como quebra de páginas, alinhamentos de parágrafos, numeração, etc. Para isso é essencial que os formatos que descrevem como estes documentos estão armazenados eletrônicamente sejam resistentes à mudanças nas tecnologias de software e ambientes operacionais.

Temos hoje um padrão realmente aberto para formato de documentos: o ODF. Não é controlado por nenhum fornecedor, sua referência de implementação é aberta, é um padrão oficializado pela ISO, já reconhecido internacionalmente e adotado como padrão por diversos países. E desde dia 12 é também uma norma brasileira.



Categories : [   ODF  |  OpenStandards  ]

May 16 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink



Wednesday May 14, 2008

Web 3D: alguns comentários adicionais

Meu último post sobre a Web 3D me rendeu alguns emails. Um foi questionador: “você acredita realmente que os mundos virtuais vão decolar? O Second Life não é fácil de usar, está sempre travando e existem centenas de ilhas abandonadas...”.

Bem, estamos na fase inicial de aprendizado dos mundos virtuais: inúmeras tecnologias que não falam umas com as outras, inexistem padrões (um avatar não se teleporta de um mundo virtual para outro), as empresas estão começando timidamente a experimentar (aliás, o mesmo aconteceu com o email e Instant Messaging, quando muitas empresas demoraram a liberar seu uso...), não é fácil construir objetos 3D, existem preocupações com segurança e ainda relativamente poucos usuários dispõem de banda larga.

Mas, se olharmos as atividades que já estão ocorrendo nos mundos virtuais, ficamos bem otimistas (e não estou falando de investimentos, como abordei no post anterior). Vou listar algumas coisas interessantes que já estão ocorrendo. Acho que demonstram que estamos avançando e bem na evolução dos mundos virtuais ou Web 3D.

Já existem algumas associações de mundos virtuais, onde pode-se trocar idéias e acompanhar best practices. Visitem a Association of Virtual Worlds (http://associationofvirtualworlds.ning.com/) e Virtual Worlds Connect (http://www.virtualworldsconnect.com/).

Acompanhem alguns projetos que podem contribuir em muito para alavancar os mundos virtuais. Recomendo conhecer (e porque não, colaborar) os projetos Open Source Ogoglio (www.ogoglio.com), OpenSimulator (http://opensimulator.org/wiki/Main_Page), e OpenSource Metaverse (http://metaverse.sourceforge.net/). Falando em Open Source visitem o projeto Studiowikitecture em http://studiowikitecture.wordpress.com/, onde aplicam-se os modelos Open Source, Web 2.0 e Web 3D em arquitetura física, não de TI...É um projeto fantástico!

Já vemos algumas empresas usando os mundos virtuais para demonstrar inovações. Por exemplo a IBM criou uma ilha no Second Life chamada Virtual Healthcare onde demonstra um cenário da healthcare do futuro. O vídeo está no YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=hMcbWUMysPI). E, pasmem, existe também um projeto para colocar o Second Life em um iPhone. Ou seja, em breve os mundos virtuais também estarão nos celulares. Vejam o filme em http://www.youtube.com/watch?v=bJF3LBREabk.

O que esperar nos próximos anos? Primeiro, veremos diversos projetos Open Source alavancando a inovação no cenário dos mundos virtuais. Os interfaces se tornarão mais simples e fáceis e começarão a surgir padrões abertos que permitirão a interoperabilidade de avatares e objetos 3D entre diversos mundos virtuais. Também veremos maiores recursos de segurança e privacidade, com mundos virtuais podendo ser vistos como abertos ou fechados, a critério dos usuários. Como a Internet, extranet e intranets. E, principalmente, teremos uma percepção mais empresarial da Web 3D.

OK, e que devemos fazer hoje? Minha recomendação aos CIOs é que não ignorem as restrições atuais do Second Life e dos mundos virtuais. Experimentem a Web 3D em algumas iniciativas de educação, meetings virtuais e eventos. Disseminem o conhecimento interno. Incluam a Web 3D nas estratégias de Web 2.0. Inovem! Não esperem acontecer.



Categories : [   SecondLife  |  Socialcomputing  |  Web20  ]

May 14 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink



Monday May 12, 2008

O próximo passo na evoluçao da Internet: a Web3D

Outro dia estava conversando com um jornalista sobre o Second Life. E veio a inevitável pergunta: “O Second Life já era? Depois de tanto alvoroço, quase não se ouve mais falar nele. Foi um fracasso?”.

Respondi que na minha opinião a imensa maioria das pessoas tem visto o Second Life de forma inadequada. Ele não é uma iniciativa isolada, uma curiosidade tecnológica, mas faz parte da evolução da própria Internet, a Internet 3D ou Web 3D. E tenho certeza que dentro de alguns anos nós estaremos usando a Web 3D de forma corriqueira, simplesmente porque teremos não só muita mais disseminação no uso da banda larga (pré-requisito), mas também porque ela provê algo que nos interessa muito: uma experiência imersiva e interativa muito mais rica que a tradicional interface estática da Web.

Para se analisar algumas tendências é sempre interessante observar para onde os investidores (VCs) estão direcionando investimentos. Se vocês visitarem www.virtualworldsmanagement.com vão descobrir que de outubro de 2006 a outubro de 2007 houveram mais de um bilhão de dólares de investimentos em 35 empresas de mundos virtuais. Somente no ultimo trimestre de 2007 foram mais de 425 milhões de dólares em 15 iniciativas de virtual worlds. No início de 2008 os investimentos diminuíram (no primeiro trimestre ficaram em 184 milhões de dólares, apenas...), mas embora grande parte desta diminuição deve-se à crise nos EUA, os investidores e analistas de investimentos continuam a afirmar que investir em mundos virtuais é um bom negócio e que os valores irão aumentar ao longo deste e do próximo ano.

Mas, porque este interesse nos mundos virtuais? As experiências interativas e imersivas da Web 3D estão muito mais próximas da nossa vida real que a atual navegação pela Web. A rápida popularização da Web 2.0 com seu enfoque em colaboração e ferramentas de social computing também contribuem para impulsionar a interatividade em 3D. E, claro, a entrada dos nativos da geração digital (a garotada que já nasce com o mouse como parte do corpo...) no mercado de trabalho também serão alavancadores do crescimento dos mundos virtuais. Eles já fazem uso constante destes mundos em seus games interativos.

Adicionalmente vemos as grandes corporações de tecnologia entrando neste mundo. A IBM é um ícone deste movimento. Já utiliza mais de 50 ilhas no Second Life e participa de inúmeras outras iniciativas em outros mundos virtuais. Dêem uma olhada neste vídeo do YouTube onde a IBM faz algumas previsões interessantes (IBM Predicts Five Future Trends That Will Drive Unified Communications), em http://www-03.ibm.com/press/us/en/pressrelease/23716.wss. No caso específico dos mundos virtuais é bem explícito : “The Virtual Workplace will become the rule. No need to leave the office. Just bring it along. Desk phones and desktop computers will gradually disappear, replaced by mobile devices, including laptops, that take on traditional office capabilities. Social networking tools and virtual world meeting experiences will simulate the feeling on being there in-person. Work models will be changed by expanded globalization and green business initiatives that reduce travel and encourage work at home.”. Vale a pena ver o vídeo e ler o texto que está no URL acima.

Qual será o futuro dos mundos virtuais? Fazer previsões não é fácil...A taxa de acertos é bem menor que a de erros, mas vamos tentar...Neste futuro veremos os usuários se teleportando de um mundo ao outro (não ficando restrito a um único mundo virtual, como hoje), e criando objetos (avatares, espaços, modelos...) de forma mais fácil e amigável. Sim, teremos open standards nesta área também! Vejam o texto “IBM and Linden Lab Launch Collaboration to Further Advance the 3D Internet” em http://www-03.ibm.com/press/us/en/pressrelease/22428.wss onde se anuncia as primeiras iniciativas para definição de padrões abertos para construção de avatares e interoperabilidade entre mundos virtuais. Também veremos seu uso em ambientes corporativos, eliminando-se as atuais restrições como falta de segurança e privacidade. Vejam esta iniciativa “IBM and Linden Lab to Explore Enterprise-Class Solution for Virtual World Creation and Collaboration” em http://www-03.ibm.com/press/us/en/pressrelease/23800.wss.

E como os mundos virtuais serão usados? Bem, aí vem a imaginação...Com certeza poderá ser bem explorado em educação e treinamento, em novas formas de colaboração (virtual meetings), eventos e feiras virtuais, centros de serviços e suporte aos clientes, etc, etc, etc...

Em 1994 não imaginávamos que Internet provocaria tantas mudanças na nossa vida e comportamento social. Porque não imaginar que os mundos virtuais, uma evolução da própria Web 2.0 tem o potencial de provocar transformadoras mudanças na nossa maneira de interagir com os computadores e com as pessoas? Eu aposto que sim...



Categories : [   SecondLife  |  Socialcomputing  |  Web20  ]

May 12 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink



Saturday May 10, 2008

Um post muito pessoal...

Meus amigos, um post diferente. Desculpem ser tão pessoal, mas em 10 de maio de 2008 vão fazer quatro anos que minha amada Aninha se foi...Naqueles dificeis dias recebi um e-mail de uma amiga da IBM, Cibele, com um poema de Fernando Pessoa, que reproduzo abaixo:

De tudo na vida ficaram três coisas:

A certeza de que estamos sempre começando…

A certeza de que precisamos continuar…

A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar…

Portanto, devemos:

Fazer da interrupção um caminho novo…

Da queda um passo de dança…

Do medo, uma escada…

Do sonho, uma ponte.

Sim, tem sido anos dificeis, mas tenho certeza que Aninha não está ausente.




May 10 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink



Friday May 09, 2008

Boeing versus Airbus

Acabei de ler um livro muito interessante, chamado Boeing versus Airbus. Nele é relatada a acirrada disputa pelo turbulento mundo da indústria aérea. São mostrados os sucessos e os fracassos de gigantes industriais, seus problemas de gestão, seus erros e acertos estratégicos. É uma leitura fascinante e nos ajuda a entender um pouco mais o cenário das grandes empresas.




May 09 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink


Friday May 09, 2008

Inovação e o papel dos CIOs

Inovação é uma palavra que está entre as palavras mais citadas em qualquer reunião de CIOs. Comprovei isso quando nesta semana almocei com dois amigos, CIOs de empresas médias com sede no Rio de Janeiro. A conversa, bem informal, girou em torno do tema e algumas pérolas que foram ditas por eles, que sob a condição de anonimato, vou compartilhar aqui com vocês...

O que eles disseram e, creio, representa o pensamento de uma grande maioria dos executivos de TI é que embora inovação esteja no topo de suas agendas, quase nada é realmente colocado em prática...Porque? Segundo eles, os CIOs pensam primeiro em colocar a casa em ordem e só depois irão pensar em inovar. Também muitos esperam que sejam indicados formalmente para liderar os processos de inovação, antes de tomar qualquer iniciativa... Em resumo, estão em wait...

Colocar a casa em ordem significa implementar o ERP (muitas empresas médias ainda não o fizeram), padronizar processos e racionalizar o portfólio de aplicações. Em resumo, esperam primeiro criar condições para operar o dia a dia e só depois irão pensar em inovações.

Outro ponto levantado pelos meus amigos foi que em muitas empresas a área de TI é vista como simples suporte operacional e não é reconhecida como fonte de inovação. As inovações viriam apenas das áreas de negócio e TI apenas informatiza as soluções propostas. Aliás, em muitas empresas, o CIO não é visto como líder de inovação. Em parte, porque em muitas os sistemas nem sempre foram implementados no prazo e nem sempre os resultados foram bem sucedidos...Existe uma herança maldita ainda sendo resgatada...

OK, este é o quadro. Mas o que fazer? Bem, várias sugestões foram debatidas. Segundo eles, os CIOs não deveriam ser tão tímidos, mas deveriam propor de forma proativa mudanças substanciais nos negócios, usando TI de forma mais inovadora.

E poderiam começar pela própria área de TI, que por incrível que pareça, na opinião deles, é bem conservadora. Inovações como Web 2.0, mashup, blogs e outras iniciativas começam geralmente fora de TI. Portanto, fazer inovação ser parte do dia a dia de TI seria um bom passo inicial.

Outro desafio citado pelos meus amigos é a falta de cultura de inovação nas empresas, de forma geral, e não apenas em TI. Mudar significa romper com hábitos arraigados e vencer resistências, o que nem sempre é fácil de fazer. As gerências intermediárias são vistas por eles como resistentes à mudanças. A explicação é simples: chegaram à posição gerencial no atual cenário e agora que podem ser promovidos, o jogo vai mudar?

E um consenso. Usar tecnologia para ser inovador: temos aí blogs, wikis, inúmeras ferramentas de trabalho colaborativo e social computing. Porque não usá-las para mudar a cultura da empresa?

E para terminar, minha modesta contribuição ao debate: pesquei uma frase fantástica de Alexander Graham Bell que fecha de forma ótima este assunto inovação: “Nunca ande pelo caminho traçado, pois ele conduz somente até onde os outros foram”. Isso aí. Inovação deve estar no cerne das estratégias competitivas das empresas e TI pode e deve ser um grande contibuidor.



Categories : [   Socialcomputing  |  Web20  |  inovacao  ]

May 09 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink



Thursday May 08, 2008

Dica...tracking your connection speed

Vejam esta dica passada pelo Jean Paul Jacob em http://www.download.com/8301-2007_4-9891443-12.html?tag=nl.e404

São três aplicações interessantes que medem sua velocidade de conexão.




May 08 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink



Wednesday May 07, 2008

Os PCs e o aquecimento global

Até mesmo os mais incrédulos já concordam que o aquecimento global é um fato e que a maior parte do problema é provocada por ações do homem, como a queima de combustíveis fósseis. Também está claro que os cenários para o futuro da economia brasileira nos próximos anos serão fortemente impactados pelas questões do meio ambiente.

Tudo isso começa a gerar uma pressão maior nas empresas para serem sustentáveis ambientalmente. A adoção de boas práticas de gerenciamento ambiental não será apenas uma questão de ser ecologicamente correto, mas vai resultar em redução de custos operacionais, acesso a novos mercados e maior valor agregado a produtos.

A área de IT também será cobrada por sua contribuição com relação as políticas ambientais das empresas. Alguns estudos, como um publicado recentemente pelo Forrester Research em seu relatório “The Dawn of Green IT Services” aponta um potencial muito grande para serviços de “Green IT”. Segundo o Forrester, em torno de 2013 este mercado mundial será de cerca de cinco bilhões de dólares.

As primeiras iniciativas já estão ocorrendo no mundo dos data centers, devido à percepção (verdadeira) de seu alto consumo de energia. Vejam o estudo “Estimating Total Power Consumption By Servers in the US and the World”, em http://enterprise.amd.com/Downloads/svrpwrusecompletefinal.pdf. Segundo o estudo cerca de 120 bilhões de kWh são consumidos anualmente pelos data centers no mundo inteiro.

Mas, os PCs tem passado desapercebidos...Os PCs não podem ficar de fora. Um PC típico consome cerca de 600 kWh de eletricidade por ano. Imaginando que o mundo tem cerca de 500 milhões de PCs rodando em empresas, isto significa 300 bilhões de kWh anualmente, que é mais do dobro do consumo dos data centers!

Portanto, ainda temos muito que aprender em termos de Green IT. Estamos dando os primeiros passos, mas em breve este será um tema que estará na agenda dos executivos de TI. E não vai demorar muito...

Ah, e tem um jogo interessantíssimo sobre meio ambiente e sustentabilidade apoiado pela IBM. Acessem http://www.powerupthegame.org/EWEEK/HOME.HTML e divirtam-se.



Categories : [   GreenIT  ]

May 07 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink



Sunday May 04, 2008

Reprovado no exame de Vista...

Após o conturbado e bastante controvertido processo de aprovação do OpenXML pela ISO, imaginei que a Microsoft fosse bater bumbo, alardear o resultado. Mas, apenas silêncio. Quase não se ouve mais ouve falar sobre o assunto.

Fiquei curioso e pesquisando aqui e ali na Internet descobri um artigo interessante chamado “Microsoft Office 2007 fails OOXML conformance test”, que pode ser lido em http://news.zdnet.co.uk/software/0,1000000121,39388229,00.htm. O artigo descreve a experiência postada no blog do Alex Brown (que foi o coordenador do BRM), que testou o Office 2007 contra o draft da proposta aprovada. Como resultado, mais de 120.000 mensagens de erro! Segundo ele “Word documents generated by today´s version of Microsoft Office 2007 do not conform to ISO/IEC 29500”.

A Microsoft, diante deste imenso número de problemas a resolver deverá ter um trabalho enorme antes de conseguir disponibilizar uma versão funcional do Office que suporte o novo OpenXML.

Por outro lado, ela também fica na inconveniência de propor que seus usuários migrem agora para OpenXML, pois a versão atual terá que ser migrada posteriormente. Quem migrar hoje, terá que fazer outra migração depois... Assim, talvez o silêncio se explique!

Mas, não é só. Recentemente analistas do Gartner comentaram que o Windows enfrentaria problemas de perda de market share e importância. O artigo “Windows is collapsing, Gartner analysts warn”, que pode ser lido em http://www.computerworld.com/action/article.do?command=viewArticleBasic&articleId=9076698 traz alguns comentários interessantes destes analistas, como “ Microsoft has not responded to the market, is overburdened by nearly two decades of legacy code and decisions, and faces serious competition on a whole host of fronts that will make Windows moot unless the software developer acts.”.

Outro comentário interessante foi “Among Microsoft's problems, the pair said, is Windows' rapidly-expanding code base, which makes it virtually impossible to quickly craft a new version with meaningful changes. That was proved by Vista, they said, when Microsoft frustrated by lack of progress during the five-year development effort on the new operating hit the "reset" button and dropped back to the more stable code of Windows Server 2003 as the foundation of Vista”.

E um teste publicado em http://www.infoworld.com/article/08/04/14/16TC-winoffice-performance_1.html, sob o título “Fat, fatter, fattest: Microsoft´s kings of bloat” mostra que a combinação de Vista e Office 2007 é uma grande fonte de preocupação quando se fala em desempenho. O relatório cita, entre outras frases, que “Case in point: Microsoft Office 2007, which, when deployed on Windows Vista, consumes more than 12 times as much memory and nearly three times as much processing power as the version that graced PCs just seven short years ago”.

O que tudo isso significa? Será que não é o momento de repensar os velhos hábitos? Anos atrás não haviam opções... Ou usávamos Windows com Office ou Windows com Office... Mas, hoje, além do Linux em desktop, temos, diversas suítes de escritório, que suportam o padrão ODF de forma funcional, como o OpenOffice, o Symphony da IBM e o Google Docs.

Recomendo a leitura de um documento muito interessante chamado “Windows Vista Adoption and Alternatives: A Survey of Technology Professionals”, que pode ser lido em http://www.kace.com/pdf/KACE_VistaSurvey.pdf.

O que esta pesquisa revela? Muitas empresas estão optando por alternativas ao Vista. Do universo pesquisado, 44% das empresas estão considerado alternativas ao Vista e 9% já estão em processo de migração. Das alternativas, 68% estão optando por Linux, sendo estes Red Hat (23%), SUSE e Ubuntu (18% cada) e outras versões 9%, e 28% adotando Macintosh. Vale a pena ler o relatório.

Portanto, estamos diante de um novo contexto. Mercados emergentes, que serão os mercados de maior crescimento no uso de PCs nos próximos anos não necessitam (e nem podem pagar...) máquinas da capacidade computacional que suporte adequadamente o Vista. Além disso a combinação Linux e suítes de escritório baseadas em ODF atendem quase que 100% das demandas deste mercado, com custos muito menores. E adicionalmente, quando mais e mais aplicações Web 2.0 estiverem disponíveis, o sistema operacional do PC vai se tornar cada vez menos relevante...O início do fim de uma era?



Categories : [   ODF  |  OpenSource  |  OpenXML  ]

May 04 2008, 12:00:00 AM BRT Permalink

Previous month
  May 2008
Next month
S M T W T F S
    123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031
       
Today

RSS for

RSS for

Favorites

Categories
"Web (1)
1808 (1)
20" (1)
Acessibilidade (1)
Apache (2)
BigGreen (7)
Blades (1)
Boinc (1)
CIO (1)
Cloucomputing (1)
CloudComputing (1)
Cloudcomputing (3)
Deepweb (1)
Desktop (1)
DigitalConvergence (2)
DigitalInclusion (1)
Eclipse (2)
EmbeddedSoftware (1)
GreenIT (2)
Gridcomputing (4)
IPTV (2)
InnovationJam (1)
Java (2)
Joost (2)
Linux (19)
Longtail (2)
Lua (1)
Mashup (2)
ODF (58)
OPenXML (1)
OpenOffice (2)
OpenSolaris (1)
OpenSource (67)
OpenStandards (9)
OpenXML (37)
Programminglanguage (4)
Redesocial (1)
SCA (3)
SOA (18)
SearchEngine (2)
SearchEngines (1)
SecondLife (18)
SocialComputing (1)
Socialcomputing (14)
Supercomputing (1)
Symphony (1)
SysAdmin (1)
TCO (3)
TVdigital (5)
Tuscany (1)
Web (1)
Web20 (58)
Wikipedia (7)
Wikis (1)
Wkipedia (1)
YouTube (1)
ajax (1)
blogs (11)
capacitacao (1)
comedy (2)
diagnostico (1)
empregabilidade (2)
fortran (1)
games (1)
hacking (1)
historia (1)
iPod (1)
inovacao (78)
leituras (1)
mainframe (8)
mashup (1)
processador (1)
socialcomputing (1)
systemsarchitect (1)
trends (1)
url (2)
virtualizacao (1)
virtualziacao (1)
web (1)
web20 (3)

Recent Entries
CEO Study 2008: The Enterprise o...
Colaboração e Inovação
Começou a pós-graduacao em mainf...
Vasculhando a Web
Capacitacao em TI
Microsoft vai suportar ODF de fo...
ODF já é Norma Brasileira
Web 3D: alguns comentários adici...
O próximo passo na evoluçao da I...
Um post muito pessoal...
Boeing versus Airbus
Inovação e o papel dos CIOs
Dica...tracking your connection ...
Os PCs e o aquecimento global
Reprovado no exame de Vista...

Blogs I read

Special offers