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author Este é o blog do Academic Initiative, o Programa da IBM voltado para comunidade acadêmica que ajuda a formar a próxima geração de líderes em TI.

O blog do IBM Initiative e o canal de comunicacao da IBM com o meio academico. O programa fornece acesso a downloads de mais de 1200 softwares IBM, material didatico oficial para cursos, tutoriais, e-learning, participacao em foruns e newsletters, suporte tecnico via e-maile descontos em certificacoes. Participe!



Tuesday May 05, 2009

Produzo software no Brasil, na Rússia, na Índia ou na China?

Em um vôo para o Vale do Silício, viajam um Brasileiro, um Russo, um Indiano e um Chinês. Todos eles estão levando um portfólio que contempla as características tecnológicas e econômicas de seus respectivos países. Em tempos de crise, a missão de nossos personagens é capturar capital externo, alavancando assim a produtividade de software em seus países. Veja o que nossos personagens disseram aos americanos:

O portfólio do brasileiro

O Brasil possuí cerca de 190 milhões de habitantes.  Uma das grandes conquistas brasileiras foi à estabilização econômica ocorrida nos últimos 15 anos. O PIB, em 2007, chegou à casa de USD 1.5 trilhão. Em 2008 esse valor cresceu 5%. A taxa de inflação, em 2007, atingiu 4.5%, já em 2008, a referida taxa chegou a 6.8%. Neste mesmo ano as exportações chegaram a USD 194 bilhões com um superávit de USD 25 bilhões. O Brasil possui a quarta maior indústria de aviões do mundo. Somos os sexto na produção de automóveis. Nosso país é imbatível na produção soja, café, cana e carne bovina. Na área energética somos auto-suficientes na produção de petróleo desde 2006. Descobrimos o pré-sal que irá nos possibilitar exportar uma grande quantidade de barris a partir de 2014. Na esfera tecnológica possuímos 150 milhões de celulares, cerca de 1/3 de nossa população acessa a internet. Criamos a idéia do voto eletrônico e temos o melhor sistema bancário/financeiro do mundo. Mundialmente, o Brasil abocanha USD 70 bilhões das operações de offshore. Crescemos 14% em 2007 e 12% em 2008. Nossa meta é exportar USD 5 bilhões nos próximos 3 anos. Para isto necessitaremos formar 100 mil novos profissionais e reduzir a nossa carga tributária em 15%. Anualmente, no Brasil são abertas 150 mil vagas universitárias na área de TI. Noventa mil candidatos se inscrevem nos processos seletivos, 44 mil se matriculam e 17 mil se formam. O governo tenta estabelecer políticas sociais para minimizar esse gap. Setenta e nove empresas possuem certificação CMMI, destas 8 se encontram no nível 5 de maturidade. Falamos português. Uma parcela mínima da população fala inglês. Um programador brasileiro ganha, em média, USD 15.000 por ano, já um gerente de projeto recebe USD 32.000. Por fim, nosso fuso, em relação à New York, é de 2 horas.

O portfólio do russo

A Rússia possuí cerca de 140 milhões de habitantes.  O PIB russo, em 2007, chegou à casa de USD 1.45 trilhão. Em 2008 esse valor cresceu 8%. A taxa de inflação, em 2007, atingiu 11.9%, já em 2008, a referida taxa chegou a 12,5%. Neste mesmo ano as exportações chegaram a USD 283 bilhões com um superávit de USD 110 bilhões. A Rússia é grande produtora de gás natural, metais, produtos químicos e equipamentos agrícolas. Na área energética os russos exportam gás e petróleo (5 milhões de barris por dia). Na esfera tecnológica aquele país possui 170 milhões de celulares, cerca de 30 milhões de pessoas acessam a internet. Na Europa e na Ásia, excluindo da índia, a Rússia abocanha cerca 11% das operações de offshore. Na esfera universitária a Rússia possui o maior número de formados (nas mais variadas áreas) de toda Europa. O número de empresas russas certificadas (em todos os níveis) não chega a 10. Grande parte da população fala inglês devido à proximidade com a união européia. Um programador russo ganha, em média, USD 14.000 por ano, já um gerente de projeto recebe USD 36.000. Por fim, o fuso russo, em relação à New York, é de 8 horas.

O portfólio chinês

A China possuí cerca de 1.3 bilhão de habitantes.  O PIB chinês, em 2007, chegou à casa de USD 3.41 trilhão. Em 2008 esse valor cresceu 9%. A taxa de inflação, em 2007, atingiu 6.6%, já em 2008, a referida taxa chegou a 7%. Neste mesmo ano as exportações chegaram a USD 937 bilhões com um superávit de USD 28 bilhões. A China é grande produtora de alumínio, armas, roupas, carros, motos, equipamento eletrônico e cimento. Na área energética os chineses importam 3 milhões de barris por dia. Na esfera tecnológica aquele país possui 547 milhões de celulares, cerca de 100 milhões de pessoas acessam a internet. Mundialmente a China abocanha cerca 3% das operações de offshore. O número de empresas chinesas certificadas em CMMI é de 465, porém somente 34 destas estão no nível 5 de maturidade. Língua oficial, chinês / mandarim. A língua inglesa ainda não foi institucionalizada. Um programador chinês ganha, em média, USD 7.000 por ano já um gerente de projeto recebe USD 36.000. Por fim, o fuso chinês, em relação à New York, é de 11 horas.

O portfólio indiano

A índia possuí cerca de 1.1 bilhão de habitantes.  O PIB indiano, em 2007, chegou à casa de USD 2.9 trilhões. Em 2008 esse valor cresceu 8%. A taxa de inflação, em 2007, atingiu 5.5%, já em 2008, a referida taxa chegou a 7%. Neste mesmo ano as exportações chegaram a USD 115 bilhões com um déficit de 25% em relação ao ano anterior. O produto indiano no mercado internacional é software. Na área energética os indianos importam 2 milhões de barris de petróleo por dia. Na esfera tecnológica aquele país possui 269 milhões de celulares (crescimento de 327% no último ano), cerca de 80 milhões de pessoas acessam a internet. A índia congrega cerca de 70% das operações mundiais de offshore e cresceu 30% na área de TI. A meta dos indianos é movimentar, só na de software, USD 112 bilhões até 2012. Na área de TI a Índia forma 200 mil profissionais/ano. O número de empresas indianas certificadas (em todos os níveis) é 323, destas 151 estão no nível 5 de maturidade. A língua oficial daquele país é o inglês. Um programador indiano ganha, em média, USD 7.000 por ano, já um gerente de projeto recebe USD 10.000. Por fim, o fuso indiano, em relação à New York, é de 10 horas.

Após a apresentação dos portfólios, questiono:

1 – Se você fosse presidente de uma grande empresa de produção de software, em qual dos países do BRIC você investiria para estabelecer operações de offshore/outsourcing?

Contra fatos não há argumentos, eu investiria na Índia.

Eles falam inglês; ganham a metade quando comparado com os russos e com os brasileiros; possuem 151 empresas certificadas CMMI-5; formam 200 mil profissionais TI por ano; irão movimentar USD 112 bilhões até 2012; congregam cerca de 70% das operações de offshore do mundo e o principal produto indiano é software, devido a sua qualidade. A Índia é um país emergente assim, como a Rússia, o Brasil e a China. A taxa de crescimento indiana só perde para a chinesa.

2 –A liderança na produção de aeronaves e de automóveis, por parte do Brasil, não conta? O potencial produtivo na esfera energética não é um fator relevante para a tomada de decisão?

Neste contexto não. Claro que não podemos desprezar tais índices. Porém na cadeia produtiva, o setor agrícola é o que possui menor valor agregado. As aeronaves e os automóveis não possuem relevância direta na produção de software. A única vantagem brasileira e o seu sistema bancário financeiro e capacidade criativa de seus programadores. Para sanar esse problema, eu, enquanto empresa investidora, importo-os facilmente ou instalo uma pequena subsidiária no Brasil.

Fica o recado para todos: MEXAM-SE...




José Augusto é Tecnólogo em Processamento de Dados (Fundação Educacional do Município de Assis). Mestre em Ciência da Computação (Universidade Federal de São Carlos). Doutor em Engenharia de Produção (Universidade de São Paulo). Atualmente ministra as disciplinas de Engenharia de Software na Fundação Educacional do Município de Assis e na Faculdade de Tecnologia de Ourinhos. José Augusto possui várias publicações nacionais e internacionais que lidam com a criação e organização de processo de produção de software e trabalha, ativamente, com consultorias para empresas de desenvolvimento de software. Mantém um blog sobre Engenharia de Software.



Categories : [   mercado  ]

May 05 2009, 05:30:11 PM EDT Permalink



Monday May 04, 2009

Adiantando a História

O aniversário formal só acontece em junho mas acho que já posso começar a lembrar do que considero o marco inicial da discussão sobre padrões de documentos no Brasil: O “Seminário sobre Formatos de Documentos Digitais Textuais” promovido pela Câmara dos Deputados em junho de 2006.

Pessoalmente, lembro com satisfação deste seminário pois tive o prazer de poder debater o tema, como um dos coordenadores do projeto OpenOffice.org no Brasil, com o Alan Yates (na época Gerente Geral de Estratégia e Padrões de Documentos da Microsoft) e a Diana Helander (Gerente Mundial do Grupo de Padronização da Adobe Systems). Ao meu lado, pude contar, pela primeira vez, com o apoio do Cezar Taurion que esteve ao meu lado na mesa ao longo dos debates.

Não foi apenas um debate sobre técnica. Foi uma discussão sobre questões que abrangem muito mais que isso. Estavamos falando sobre a nossa história, sobre como os novos documentos que geramos hoje poderão ser lidos por gerações futuras. Não é nem de longe uma discussão estéril. A questão de como armazenamos nossos documentos vem nos preocupando há milênios. Os próprios egípcios, que usavam papiro como suporte, recorriam à resistência e solidez da pedra para gravar os documentos de estado mais importantes. A invenção da prensa de tipos móveis popularizou o papel, deixando os copistas como artigos de luxo, ao lado dos pergaminhos que usavam. O Estado rapidamente se adaptou às novas tecnologias, recorrendo à prensa de Gutemberg e posteriormente aos fotolitos da impressão off-set para registrar os seus atos.

Todos os documentos oficiais, no entanto, sofriam de grandes problemas de acesso. Quando eram copiados à mão, eram raros e caros e mesmo depois de impressos, esbarravam na falta de educação da população que não tinha acesso ao conteúdo por ser, em sua maioria, analfabeta. Isso quando os documentos não eram impressos em latim, o que tornava o acesso restrito a apenas uma pequena elite econômica que dispunha dos recursos para ensinar a língua a seus filhos.

Com o fim da era medieval, voltamos a valorizar as línguas nacionais que, com o auxílio da prensa, tornaram realmente públicos os documentos de Estado. Este modelo se perpetuou até o final do Século XX quando, com a popularização das tecnologias da informação, começamos a digitalizar nossos documentos.

Esta era da digitalização foi uma revolução. Não apenas no sentido da transformação radical, mas principalmente de uma volta aos tempos onde os documentos eram trancados e disponíveis apenas a poucos. Com a digitalização dos documentos veio também a criação de aplicativos para a sua edição e criação, os “editores de textos”. Cada editor de textos apareceu no mercado com o seu formato de armazenamento próprio, sempre incompatível com todos os demais concorrentes. Foi a época em que documentos em disquetes não podiam ser abertos porque não tinhamos a aplicação correta para fazê-lo. A chegada da Internet apenas acelerou o processo: Ao invés de disquetes, anexos de correio eletrônico.

A concorrência entre fornecedores de editores de textos criou guetos digitais onde usuários de uma aplicação não podem trocar documentos com os de outras sem que haja perda de formatação, ou até de conteúdo, em alguns casos. A única garantia de estar lendo todo o conteúdo é usar a mesma aplicação que o gerou.

Dentro de uma empresa ou na nossa vida privada, podemos tomar estas decisões. Mas e no setor público? Qual a aplicação de edição de textos que o Estado deve usar? Achamos tão pertinente a questão que esquecemos que ela é tão ridícula quanto querer estabelecer a marca de carro que o Presidente deve usar. A questão não é a aplicação, mas o formato. Sobre isso continuo no próximo post.




Roberto Salomon é Arquiteto de Software da IBM Brasil. Durante dois anos foi coordenador do projeto OpenOffice.org no Brasil até a sua consolidação na ONG BrOffice.org – Projeto Brasil. Mantém um blog pessoal em http://notaslivres.webhop.net.



Categories : [   odf  |  padrões_abertos  ]

May 04 2009, 10:46:02 AM EDT Permalink



Thursday April 30, 2009

Posição da ODF Alliance sobre o suporte ao ODF no Microsoft Office 2007

A Microsoft lançou hoje o suporte ao ODF no Microsoft Office 2007.

Isso demonstra que o mercado e as pessoas podem (e devem) forçar as empresas a suportar padrões abertos.

Vejam a posição da ODF Alliance sobre o suporte aqui.

Em breve publicaremos posts informativos sobre o que é ODF e como e por que você deve utilizar.



Categories : [   odf  ]

Apr 30 2009, 08:31:19 AM EDT Permalink



Tuesday April 21, 2009

Especialista, Generalista, Versatilista, que mais?

Há muito o que desmistificar na pretensa luta entre os vários possíveis perfis profissionais, e consequentemente entre o caminho a seguir ao entrar no mercado de trabalho. Especialista ou generalista? E esse tal versatilista que agora entrou em campo, para confundir?

Vamos começar definindo bem o que está errado na rima forçada embutida no "ista" do generalista: o termo "generalista" é uma banalização de um profissional importante, com conhecimentos horizontais, capacidade de abstração e pensamento analítico desenvolvido. Em tecnologia da informação prefiro chamá-lo de arquiteto, sob pena de parecer presunçoso. É melhor do que chamar de generalista e invocar o superficialista, ou o profissional que não sabe nada a respeito de um montão de coisas.

Dito isto, vamos a algumas "regras" simples mas não tão óbvias:

Primeira: não dá para desenvolver as habilidades do arquiteto de TI sem começar por algum lugar, ou seja, sem apoiar-se em uma ou algumas especialidades.

Segunda: não tem "melhor" e "pior" quando se trata de desempenho profissional em tecnologia; já está claro que os times mais performáticos misturam, em doses bem pensadas, profissionais com grandes habilidades verticais e outros bem desenvolvidos no sentido horizontal.

Terceira: ser especialista ou ser arquiteto tem muito mais a ver com algo que chamo "modelo mental", mas que também poderia ser chamado de "zona ótima" ou "zona de performance máxima". Algumas pessoas simplesmente performam muito bem em uma especialidade, e outras pessoas performam muito bem na intersecção entre várias especialidades, ou seja, juntando as coisas, ou arquitetando. Invoco aqui o indefectível Peter Drucker para dizer "esqueça as falhas, aperfeiçoe aquilo no que você é bom e fique muito bom, depois ótimo, depois espetacular".

OK. De posse dessas regras, para onde ir? Acho que, por mais singelas que sejam, elas indicam um caminho: (1) começar pelo único lugar que faz sentido, que é a especialidade; (2) na especialidade, observar seu próprio comportamento, em busca da “zona ótima”, seja ela o aprofundamento vertical crescente ou a abertura para outros ramos, típicos do arquiteto; e (3) de posse dessa percepção, não ter medo de investir naquilo que momentaneamente possa ter menos glamour, pois glamour, como visto claramente nos últimos vinte anos, é cíclico.

Pronto. Sucesso garantido.

Mas e o versatilista? Isso existe? Bom, isso é assunto para outro post...

Wilson




Wilson E Cruz é Executivo de Arquitetura na IBM Brasil, e patrocina iniciativas na comunidade técnica da IBM há mais de 10 anos; é Engenheiro Naval, e tem MBA com ênfase em estratégia empresarial; está na IBM há 18 anos e tem um blog pessoal, mas só de música, não de tecnologia!!



Categories : [   carreira  ]

Apr 21 2009, 05:25:50 PM EDT Permalink



Monday April 13, 2009

Lançada Revista Espírito Livre

Foi lançada uma publicação digital sobre software livre, cultura geek e relacionados que promete... A Revista Espírito Livre vem com a proposta de trazer conteúdo de qualidade, produzido por uma equipe altamente competente e atuante no Brasil e exterior. Terá periodicidade mensal e seu download é gratuito.

A equipe liderada por João Fernando, da Iniciativa Espírito Livre, é composta ainda por Hélio Ferreira na edição de arte, e como colunistas e responsáveis por artigos estão Cezar Taurion (IBM), Alexandre Oliva (FSFLA), Jomar Silva (ODF Alliance), Roberto Salomon (IBM), Edgard Costa (BrOffice.org), David Ferreira (CDLivre), Cárlisson Gaudino, Lázaro Reinã, entre outros. A revista ainda conta com Rodrigo Leão e sua tirinha do Lino e Wino, e Kárlisson com o seu já popular Nérdson não vai à Escola. Eventos de software livre e afins também tem lugar garantido na agenda e em outros locais de destaque da revista. Caso seja responsável por algum evento, entre em contato conosco. A matéria de capa é sobre Computação em Nuvem e a entrevista de estréia é com Pau Garcia-Milà, criador do conhecido sistema operacional web eyeOS.

Contamos com a participação de todos, lendo, apresentando aos amigos, contribuindo com sugestões e opiniões em geral.

Com isso esperamos torná-la referência neste quesito.

Para baixar a edição #001 da Revista Espírito Livre aponte se navegador para http://revista.espiritolivre.org

OBS.: Gostaria de agradecer a todos os envolvidos na produção da revista, e aproveitar para dizer que sem vocês este projeto não seria possível! Se possível, espalhem este e-mail para seus contatos, blogs, sites e onde mais couber...




João Fernando Costa Júnior é coordenador do GUBrO-ES - Grupo de Usuários de BrOffice.org do ES / Iniciativa Espírito Livre / Equipe Bestlinux



Categories : [   open_source  ]

Apr 13 2009, 11:56:25 AM EDT Permalink


Monday April 13, 2009

Open Source na academia

Vocês já se questionaram como o modelo Open Source poderia ser adotado na academia? Na minha opinião, o modelo de ensino tradicional adotado hoje pelas universidades assume um processo de aprendizado formal, geralmente individualizado e centrado no professor (teacher-centric). Os alunos são medidos por testes e fazem, ao fim do ano o famoso TCC (trabalho de conclusão do curso) de forma individual. Colaboração e team-work não são valorizados nestes testes! São chamados de cola e combatidos...E na maioria das vezes os testes não colocam o problema no contexto, tendem a ser teóricos e fora da realidade do dia a dia do futuro profissional. Para mim este modelo deve ser repensado!

Mas, não é só. Existe outro grande desafio no ensino de disciplinas de computação. A evolução tecnológica e a demanda de conhecimento evolui muito rapidamente. Imaginem um curso de graduação de quatro anos em ciência da computação. Metade do que o aluno aprende no primeiro ano estará obsoleto lá pelo terceiro ano. Os mecanismos de atualização dos cursos atuais ainda estão, em sua maioria, adaptados aos tempos pré-Internet e não conseguem acompanhar na velocidade adequada a evolução tecnológica.

Olhemos agora as comunidades Open Source. Elas são orgânicas ou sejam, auto organizadas, e incentivam processos informais de aprendizado em grupo. Podemos classificá-las como “learner-centric”. Na minha opinião, os projetos Open Source são um belo exemplo de ecossistemas de aprendizado, pois as comunidades Open Source conseguem prover e distribuir, de forma sustentável, o conhecimento necessário para a produção de software de boa qualidade. Alem disso, do ponto de vista do aprendizado, o compartilhamento de informações transcende os skills de programação, havendo extensa troca de idéias entre os membros das comunidades em assuntos diversos como patentes, licenças, habilidades gerenciais e principalmente trabalho em equipe.

Se analisarmos suas principais caraterísticas, veremos que muitas delas são muito desejáveis para um processo de ensino mais prático em computação.

Querem alguns exemplos?

a)Conteúdo gerado pelo usuário. Porque os estudantes não podem contribuir pró-ativamente para a criação e evolução do material do curso, através de wikis, código fonte, blogs, etc? O engajamento ativo dos estudantes aumenta sua motivação e abre perspectivas inovadoras para o conteúdo do curso.

b)Atividade real. Fazerem os alunos contribuírem com código real para uma comunidade Open Source existente ou a ser criada pelos próprios alunos, é um trabalho útil e uma experiência profissional sem preço. Eles passam a ter contato com outros profissionais e estudantes (do mundo inteiro) e aumentam sua percepção e prática do que é desenvolver software de forma colaborativa. O compartilhamento de informações com outros estudantes e profissionais é altamente benéfico.

c)Uso intenso de tecnologias. Participar ativamente de uma comunidade Open Source significa usar tecnologias intensamente, que variam de wikis, listas de discussão e chats, até ferramentas de geração e gerenciamento de código. Uso prático e real.

Um aspecto importante que faço questão de enfatizar é o potencial de aprendizado prático que se tem quando se trabalha em projetos reais Open Source. Pelo que vejo e ouço, conversando com CIOs é que existe uma defasagem grande entre o aprendizado na maioria dos cursos de computação e a necessidade do mercado. Muito do que o aluno aprende nas escolas não é crítico ao dia a dia nas empresas, faltando a eles um maior experiência prática.

Ok, mas como adotar o modelo Open Source? Talvez o primeiro passo seja fazer com que algumas disciplinas passem a demandar contato direto com projetos Open Source. Estas disciplinas, e aí podemos falar em inúmeras atividades, como desenvolvimento de programas, aprendizado em banco de dados, sistemas operacionais, etc, exigirão que os alunos contribuam, de forma colaborativa, para comunidades Open Source. E nem precisam ser atividades de geração de código. Podem ser contribuições para os wikis das comunidades e mesmo até contribuições para o Wikipedia.

Um ponto importante. À medida que a geração Y começar a entrar nas universidades, vão querer usar no seu processo de aprendizado o que já fazem de forma comum no seu dia a dia, como trabalhar em equipe, usar intensamente tecnologias Web 2.0 e assim por diante. Os mecanismos atuais de ensino estão defasados diante desta nova demanda.

Bem, as condições básicas para se implementar o modelo Open Source na academia existem. Existem milhares de projetos Open Source que necessitam de maior colaboração para evoluírem. Também pode ser criada um novo projeto, especificamente para determinada disciplina... Demanda por mais colaboradores existe. As tecnologias adotadas pelos projetos Open Source são, obviamente, Open Source, o que significa que não existe custo adicional de compra de licenças para as universidades. O resultado para o aprendizado dos alunos será altamente positiva e a experiência que eles obterão nestas disciplinas será bastante útil para sua vida profissional. Portanto, o que falta para isto acontecer?




Cesar Taurion é Gerente de Novas Tecnologias Aplicadas na IBM. Seu blog pessoal está aqui.



Categories : [   open_source  ]

Apr 13 2009, 11:45:02 AM EDT Permalink



Tuesday April 07, 2009

Estamos entre os melhores Blogs da IBM. Obrigado!

Oi pessoal!

Com um mês e meio de vida nosso Blog já figura entre os mais visitados do IBM Developer Works.

Devemos isso a vocês: visitantes que prestigiam, comentam e divulgam este espaço! Muito obrigado pela sua visita!

Em nome do time do Blog, queremos deixar bem claro que este espaço é de todos nós, profissionais, alunos e estudantes, então, se você tiver um conteúdo relevante para compartilhar, entre em contato conosco simplesmente comentando esta entrada, que assim podemos passar mais detalhes sobre como publicar um conteúdo aqui!

Abraços,

Juliano




Apr 07 2009, 08:04:09 AM EDT Permalink



Monday April 06, 2009

Casos de sucesso: Aluno contratado

Meu nome é Bruno Maioli, vou contar brevemente minha experiência com o IBM Academic Initiative.

Estudando em uma faculdade (FEMA) parceira da IBM, tive a oportunidade de participar de um projeto de mentorização do programa IBM Academic Initiative, onde um profissional IBM trabalha junto a um aluno, guiando-o no desenvolvimento de um projeto de TI. Sendo mentorizado, consegui a oportunidade de aprimorar todo o conhecimento obtido ao longo do curso de graduação bem como aprender novas tecnologias que estão com grande demanda no mercado de trabalho. Inicialmente não foi fácil, pois a todo momento eram apresentados novos desafios a mim, tais desafios de formas diversas, como por exemplo: pesquisas sobre ferramentas e desenvolvimentos práticos em IDE.

Entrando na IBM

Ao final do projeto tive a oportunidade de disputar uma vaga para estágio na IBM. O primeiro passo foi uma entrevista no qual levantaram o nível de inglês com uma pequena conversa por telefone, depois fiz uma prova on-line chamada IPATO ("Information Processing Aptitude Test On-line") o mesmo contêm perguntas relacionadas a inglês, matemática, raciocínio lógico e conhecimentos específicos da área a ser contemplada (no meu caso, informática), ao decorrer de uma semana tive que me deslocar até Hortolândia para fazer esta prova novamente, pois era necessário entrar em contato com a psicóloga, houve também uma entrevista técnica por telefone onde um profissional da IBM fez uma série de perguntas relacionadas aos conhecimentos da área, e finalmente uma entrevista realizada pessoalmente em São Paulo com um profissional do projeto que eu estaria entrando, foram feitas perguntas técnicas e sobre experiências anteriores. Ter sido mentorizado por um profissional IBM me deu muita experiência para contar. O processo durou aproximadamente 8 semanas. Mas no final, fui aprovado!

Meu trabalho hoje

Hoje trabalho na IBM atuando como analista desenvolvedor de sistemas na camada Web com JEE. O projeto se chama STI ANBID, e basicamente eu recebo solicitações de um líder de célula, tais solicitações são transmitidas por documentos (geralmente diagramas UML), para tanto, leio os mesmos e os transformo em codificação para compor o projeto. É muito exigido o conhecimento em UML, EJB, Hibernate, JQuery, DWR, JavaScript, Portlet, Java, EL, Ajax, JSTL, Struts, JSP e Web Server. Constantemente temos reuniões para definições de metas, prazos e discussões sobre eventuais duvidas no desenvolvimento do projeto.

Posso dizer que estudar em uma faculdade parceira da IBM e me dedicar para receber os benefícios do programa, certamente ajudaram a alavancar minha carreira. Acredito que tenho grande conhecimento, mas o muito que sei ainda se torna pequeno perto do que devo aprender.




Bruno Maioli foi estudante em uma faculdade parceira da IBM, foi contratado em agosto de 2008 como estagiário enquanto cursava a faculdade.



Categories : [   estágio  |  relatos  ]

Apr 06 2009, 08:00:00 AM EDT Permalink



Wednesday April 01, 2009

Saiba o que é Offshore Outsourcing, seja “fera” em inglês e prepare-se para as crescentes oportunidades

Hoje o Brasil atravessa um momento especial no mercado de Tecnologia da Informação. Passamos por uma demanda muito grande de profissionais especializados em TI por diversos fatores. Entre eles, está o próprio mercado interno, que absorve grande parte dos especialistas na área. Mas há uma modalidade que representa outro grande atrativo e fator gerador de empregos para estes profissionais e empresas de tecnologia no Brasil: as oportunidades de offshore outsourcing. Explico: cada vez mais empresas sediadas em países desenvolvidos migram o suporte, desenvolvimento e manutenção de sistemas e infraestrutura para países em desenvolvimento, onde os custos do pessoal especializado de TI são mais atrativos. Especialmente agora, com a crise financeira, onde cada oportunidade de diminuir os custos é vista com prioridade altíssima.

Nesta modalidade de negócio, empresas de diversos segmentos de mercado terceirizam serviços de TI para manter suas operações, tanto em termos de infraestrutura de hardware (servidores, por exemplo), quanto em manutenção de sistemas de software.

O Brasil há algum tempo (poucos anos) passou a ser um dos destinos em evidência, porém é quase um iniciante quando comparado ao gigante destinatário de oportunidades offshore: a Índia. Alguns importantes fatores apontam para a vantagem deste país:

  • Reputação de excelência em serviços de TI e com histórico de vários anos de atuação em serviços de offshore outsourcing;
  • Mão de obra altamente qualificada em ciências exatas, historicamente pela excelência na educação;
  • Boa parcela da população (traduzindo em números: dezenas de milhões de pessoas) com fluência em inglês;


Para um país que gradua por volta de 200.000 engenheiros e profissionais de informática por ano (nós, 30.000), de qualidade, com grande quantidade de certificações de produtos e com inglês fluente, escala parece não ser um problema. Assim, a Índia nem encara o Brasil como um competidor, mas sim como um país que está conhecendo este mercado e a nós resta complementá-la com, por exemplo, serviços menos atrativos.

Outros importantes competidores do Brasil neste mercado são a China, a Rússia e determinados países do Leste Europeu (estes favorecidos pela proximidade com grandes potências européias).

Problema flagrante que inibe o crescimento ainda maior do Brasil neste mercado e que pode impactar seriamente nossa competitividade a médio e longo prazo: falta de profissionais em abundância com fluência na língua inglesa. É neste ponto que aproveito o gancho para o papel da universidade na questão: é estratégico que as instituições de ensino superior incentivem os alunos a desenvolver o conhecimento de inglês, pois disso depende a melhoria das condições do Brasil frente aos seus competidores de ‘inglês fluente’. Sendo uma questão estratégica, certamente resultará num diferencial que trará resultados muito importantes para o país, pois ajudaria no desenvolvimento da nossa capacidade de exportação de software e na capacidade de atender a enorme demanda gerada pelos países desenvolvidos (leia-se, especialmente, os Estados Unidos), com escala e agilidade. Resumindo em termos financeiros: serviços pagos em dólares.

Para finalizar e complementar a descrição deste modelo, os principais tipos de outsourcing offshore encontrados hoje são tanto empresas de diversos segmentos que realizam o outsourcing para empresas de serviços de TI, quanto empresas multinacionais que ‘terceirizam’ os serviços de TI internos para as filiais presentes nos países em desenvolvimento. Nesta categoria, pesquisas mostram que o Brasil é um competidor fortíssimo. Algumas outras vantagens do Brasil: fuso horário próximo ao norte-americano e ótima infraestrutura de comunicações, redes e energia.

Portanto, através deste artigo, espero que você, aluno ou profissional de TI, sinta-se encorajado e disposto a dominar a língua inglesa, obter certificações internacionais e ficar preparado para as grandes oportunidades que surgem a cada dia, e também ajudando-as a tornarem-se mais duradouras.

Num próximo post (próximo mesmo), voltarei a esse assunto, mas com foco em técnicas, tecnologias, conceitos e habilidades que os alunos (ok, profissionais experientes também!) de hoje precisam ter para serem profissionais do "mundo plano" (competindo com times globais) e de TI do futuro, que já chegou!




Marcelo Desiderato Vessoni é gerente na IBM Brasil, responsável pelo centro de competência de tecnologia WEB, é também professor universitário e coordenador do curso de pós Engenharia de Software SOA do IBTA Campinas. Bacharel e Mestre em Ciência da Computação pela UFSCAR, atua há 10 anos com tecnologia e projetos de TI, sempre com foco em processos de engenharia de software, inovação, e também na formação de novos talentos na área via diversos relacionamentos acadêmicos. É entusiasta de SOA, asset reuse, gerência de projetos e engenharia de software.



Categories : [   carreira  |  offshore  ]

Apr 01 2009, 09:26:04 AM EDT Permalink



Thursday March 26, 2009

Programando a Internet Móvel - Como desenvolver apps para IPhone com o Eclipse

Há poucas semanas, a renomada revista americana “Business Week” anunciou: entramos com força total na era das “mobile applications” [ou aplicações para dispositivos móveis] e são elas que antecipam a próxima grande revolução da web.

Além da natural surpresa do público em geral, causada pelo natural impacto que a mudança de paradigma traz [a internet, agora, cabe no bolso!], você, desenvolvedor ou futuro desenvolvedor de software, estaria consciente do mundo de oportunidades profissionais que se abrem, concomitantemente, à popularização dos dispositivos móveis, como o Apple iPhone ou os smartphones Nokia e Blackberry?

Lembraremos algumas neste artigo. Mas antes, para ilustrarmos nosso bate-papo, vejamos duas matérias recentemente publicadas nos principais blogs e jornais mundiais...

Lim Ding Wen, 9 anos, desenvolvedor de software

Lim Ding Wen tem 9 anos, nasceu em Cingapura e desenvolve aplicativos para o iPhone. O último, Doodle Kids, já foi baixado da loja virtual iTunes mais de 4 mil vezes nas últimas duas semanas segundo a Reuters. O Doodle Kids permite que os usuários do iPhone desenhem com os dedos diretamente na tela do aparelho. Para limpar a imagem, basta chacoalhar o celular. A idéia de desenvolver o aplicativo veio de um misto de praticidade e afeto: "Desenvolvi o programa para as minhas irmãs mais novas, que gostam de desenhar", disse Lim. As meninas têm 3 e 5 anos de idade.

Amazon Kindle para iPhone e iPod Touch

No final de de março, jornais e blogs do mundo inteiro anunciaram que a Amazon liberava o conteúdo da biblioteca digital do seu produto leitor de ebooks, o Kindle 2.0, para iPhone e iPod touch. Trata-se de um acervo de 240 mil títulos em inglês, dos quais 104 estão na lista de 112 livros mais vendidos do “New York Times”. Os livros são vendidos a um preço médio de US$ 10. O aplicativo Kindle para iPhone e iPod permitirá que os clientes da Amazon continuem sua leitura onde quer que estejam, no metrô, no supermercado, na fila do cinema etc.

*

Eclipse =+ iPhone;

É, meus caros, definitivamente, o mundo mudou, as empresas mudaram, os clientes mudaram, e nós, os desenvolvedores de software, também.

Um exemplo: imaginemos que uma empresa queira [e quer, porque é possível, tecnicamente falando] ter um log completo das atividades comerciais de seus clientes, um por um, além dos deslocamentos desses clientes até as lojas onde foram realizadas as operações comerciais. Assusta? Talvez, principalmente, ao sabermos que para isso, basta que eles carreguem consigo os seus celulares [como, provavelmente, nós mesmos o fazemos].

A idéia acenderá, certamente, as mais diversas discussões a respeito dos limites da privacidade, mas uma imensa indústria começa a emergir desse nascente modelo de computação baseada em celulares inteligentes. O fenômeno alavancado pela popularização dos “smartphones” e explosão de novas aplicações para dispositivos móveis, antecipa o que será a web dos próximos anos, a “Next Net”, acessível de onde estivermos, através da mistura [dinamite pura!] de celulares, netbooks e conexões 3G.

O iPhone da Apple, primeiro “telefone-computador” a apresentar popularidade entre os “não-geeks”, expandiu uma enorme quantidade de outros dispositivos pessoais e aplicações centradas no comportamento e interesses do usuário. Hoje, a iPhone App Store já oferece mais de 8.000 programas.

O iPhone 3G foi lançado no Brasil no final de setembro do ano passado, fazendo parte de pacotes oferecidos por algumas operadoras. Um dos aspectos que ajudaram a popularizar os dispositivos móveis da Apple, iPhone e iPod Touch, em tão curto periodo de tempo, é a sua tela sensivel ao toque e interativa. Por isso, a plataforma iPhone apresenta uma interessante oportunidade para os desenvolvedores de aplicações centradas no usuário. Mas, como os desenvolvedores de aplicações em geral poderiam migrar para o admirável mundo novo das aplicações “mobile”? Ora, entre várias respostas possíveis, complicadas ou não, escolho aquela de apenas uma palavra: Eclipse.

O Eclipse é o mais popular ambiente de desenvolvimento integrado para aplicações Java. Surgiu na IBM Canadá em 2001, posteriormente, foi doado como software livre para a comunidade e, hoje, é a Eclipse Foundation que administra toda a infraestrutura de TI para a comunidade de código aberto, repositórios de código CVS/SVN, Bugzilla, mailing lists e newsgroups, download e web site do Eclipse [clique aqui para baixar a versão mais recente do software].

Já posso escutar daqui, do outro lado da página que agora você lê, ávido leitor, perguntas e mais perguntas, enquanto seus pensamentos inesgotáveis esquentam sua cabeça, [e suas mãos suam de ansiedade e expectativa]: mas afinal, como faço para usar o Eclipse no desenvolver aplicações para o iPhone [e outros smartphones, claro]?

Acalmem seus espíritos, tudo ficará bem. Para a tranquilidade de todos, é justamente essa a nossa dica de hoje, e ela vem do IBM developerWorks, simplesmente, uma das maiores comunidades mundiais voltadas para os desenvolvedores de software e profissionais de TI.

Bastará uma consulta simples à imensa base de artigos e tutoriais do site para encontrarmos diversos artigos sobre como desenvolver aplicativos para iPhone, usando Java, PHP, Ruby etc, e a eficiente dobradinha Eclipse + plug-ins.

Um bom começo, para os recém chegados, será o artigo Develop iPhone Web applications with Eclipse. Neste artigo, que mostra como desenvolver um visualizador simples de Javadoc para iPhones, são usados o Eclipse, o plug-in da empresa Aptana e o framework iUi. O plug-in da Aptana gera projetos específicos para iPhone e ainda permite a visualização das aplicações em um viewfinder rotacionável. O framework iUi permitirá ao desenvolvedor emular a experiência nativa do iPhone.

A primeira etapa no desenvolvimento do projeto é o desenho da interface com o usuário [UI] para navegação do Javadoc em um iPhone. Depois, vem a criação de um doclet para gerar as páginas Javadoc a partir de qualquer código.

Nesse interessante artigo, também são comentadas características importantes da UI do iPhone, ferramentas de código aberto que simplificarão as etapas de desenvolvimento e debug de aplicações para o aparelho, e o que o que nos reserva o futuro do desenvolvimento de aplicações para iPhone.

Leiam, programem, divirtam-se!

E não se esqueçam de enviar notícias sobre as aplicações que vocês desenvolverem para iPhone usando a Eclipse IDE. Aguardaremos as novidades.

(*) Claudio Soares é analista de TI, escritor, editor do Pontolit e colunista dos sites iMasters e Cronópios.



Categories : [   celular  |  eclipse  |  internet  |  iphone  |  programação  ]

Mar 26 2009, 11:52:34 AM EDT Permalink



Wednesday March 25, 2009

Transmissão de conhecimento é possível?

Os últimos 100 anos foram profícuos em descobertas, invenções e aparatos tecnológicos que permitiram ao homem o acesso a informação. Graças a tais avanços somos capazes de interagir com pessoas ao redor do mundo de maneira instantânea. Transcendemos o espaço nesses relacionamentos interpessoais e diminuímos o tempo de transmissão de conteúdo. Todavia não aumentamos a velocidade de criação de gênios; Não diminuímos a fome no mundo; Não previmos nem nos precavemos contra a atual crise econômica; Não aplacamos o desmatamento na amazônia nem o aquecimento global; Continuamos a crescer desordenamente e pelo vício da novidade, nos tornamos de forma generalizada ansiosos.

A velocidade com que adquirimos informações através da televisão, rádio, celulares, computadores, video-games, gps, é diretamente proporcional a velocidade com que nos esquecemos das mesmas. A falta de profundidade de memória implica em insensibilidade e superficialismo.

A conclusão é de que transmitir informação não significa transmitir conhecimento. A própria idéia de transmissão de conhecimento merece ser revisitada. Ela implica na atribuição de conhecimento como uma matéria que pode transitar pelo espaço por diferentes veículos. Este conceito pode ser uma falácia sob a proposição de que o conhecimento é composto pelo relacionamento com o meio, informações e experiências. Portanto, possuir habilidade de relacionamento com o meio, aquisição de informações e vivência de experiências, caracteriza os requisitos mínimos de um veículo de conhecimento. Segundo essa análise entende-se que o ser humano é um veículo de conhecimento e por conseguinte pode transitar com o conhecimento pelo espaço.

A questão agora avança do trânsito para a transmissão. A partir do fato de que o relacionamento com o meio depende das características únicas do veículo (o que da mesma forma ocorre com as experiências) infere-se então que o conhecimento é único para cada veículo, mesmo que as informações sejam iguais entre diversos veículos.

O que faz do relacionamento com o meio e a aquisição de experiências únicos é a forma pela qual eles ocorrem, ou seja, em função do tempo. Como não se pode replicar o arranjo do veículo no tempo, não se pode também considerar o conhecimento como algo mensurável, transmissível e elementar. Do conhecimento pode-se transmitir de forma intacta a informação. Pode-se também simular o relacionamento com o meio e as experiências adquiridas além de gerar em um veículo diferente um conhecimento similar que gere resultados semelhantes. Tal simulação pode ser realizada através de uma descrição detalhada ou pela simples imitação.

É neste ponto que um novo conceito surge: O aprendizado. Enquanto o conhecimento é formado pelo conjunto de relacionamento com o meio, informações e experiências, o aprendizado é formado de simulações de relacionamento como meio, simulações de experiências dadas as mesmas informações. Portanto o aprendizado é a única alternativa para a transmissão do conhecimento. Como já dito antes as simulações podem ser feitas através de descrições e imitações. As descrições em si são informações transmissíveis por todos os meios conhecidos. Já as imitações dependem de que um veículo de conhecimento imite o outro. Em termos concretos uma simulação pode ser descrita e transmitida por livros, computadores e professores. Enquanto a imitação depende que alguém se proponha a representar seu conhecimento para que outro alguém as simule, as imite. A estes, dá se os nomes de mestre e aprendiz. Por estas mesmas razões entende-se que, de mestres geram-se discípulos, discípulos podem se tornar mestres e eventualmente gênios. Mestres preservam para como discípulo o equilíbrio entre: O relacionamento com o meio, as informações e as experiências. Já professores geram alunos, com ênfase apenas na transmissão das informações, sejam elas o cerne do conhecimento ou a descrição das experiências e relacionamento com o meio.

Por fim, uma vez que o conhecimento tem suas ligações indivisíveis com o tempo é imprescindível que o tempo seja cultivado. Se as informações vem e se perdem de forma instantânea, é importante que aquelas que representam potencial conhecimento recebam o tempo de maturação necessários para que não se percam. O ser humano precisa resgatar a sua maior inovação, sua capacidade de aprendizado e aplica-lá a um relacionamento contínuo entre pessoas. 

José Ricardo de Oliveira Damico trabalha na IBM desde 2005, é desenvolvedor Java e entusiasta de software livre. Seu Blog pessoal pode ser visto aqui



Categories : [   conhecimento  ]

Mar 25 2009, 01:35:28 PM EDT Permalink



Monday March 23, 2009

Por que estudar Linux?

Muitos alunos nos perguntam por que estudar Linux. Temos N argumentos, mas gostaríamos de colocar alguns aqui e abrir para discussão a fim de levantar mais e mais argumentos junto a comunidade para podermos melhor evangelizar os estudantes.

Podemos começar a responder a esta questão, delineamos as fases de adoção do Linux nas grandes empresas:

  • Até 2004: Linux conquistou seu espaço em infraestrutura (Servidores de e-mail, web, banco de dados leves, dhcp, etc)
  • 2004 / 2005: Linux passou a ser base para servidores de aplicação e bancos de dados.
  • 2005 / 2007: Linux passa a fazer parte de integrações de aplicações enterprise, modelos de negócios dinâmicos, etc.
  • 2007 / 2010: Linux está sendo adotado em negócios críticos, utilizado em novos modelos de negócios, virtualização e consolidação.

Como vemos, Linux deixou de ser uma tendência e passou a ser realidade. Não estamos aqui falando de desktops ou de pequenas empresas, são negócios realmente grandes.

Baseado neste crescimento, se você trabalha com TI, qual a sua chance de trabalhar em uma empresa na qual em algum momento você não terá que conhecer Linux?

Mais alguns fatos:

  • Linux, AIX, UNIX, Solaris, Free-BSD, etc, são parecidos, então se você conhece Linux, sua chance de trabalhar com outros sistemas operacionais Unix Like é garantida!
  • O aluno que entra em contato com Linux tem mais chance de interagir com a comunidade Open Source e com meios de desenvolvimento colaborativos, hoje em dia, isso é uma realidade em grandes empresas, portanto, o aluno já vai ter a cultura de trabalho “off-shore”.
  • Virtualização e consolidação são os carros chefes de Green IT, Linux é um dos sistemas operacionais mais indicados para tais tarefas.
  • Se conhecer Linux não for um requisito em uma vaga, tal conhecimento pode ser um critério de desempate.

Sua vez agora! Quais são seus argumentos?

Continuem acompanhando o Blog, em breve teremos muitas novidades sobre Linux!

Bônus: Vídeo de uma campanha sensacional que a IBM fez sobre Linux:



Juliano Marcos Martins é arquiteto em um projeto de gerência de manufaturas baseado em JAVA (e também programa :-) ), e embaixador de relacionamento do Academic Initiative. Especialista em desenvolvimento WEB, está na IBM desde 2005. Seu blog pessoal está aqui.



Categories : [   linux  ]

Mar 23 2009, 09:08:01 AM EDT Permalink



Tuesday March 17, 2009

O tal do Mainframe

O tema é sugestivo e em uma primeira percepção pode causar sensações estranhas para pessoas novas em TI ou até àquelas que já têm um pouco mais de uma década na área. Mainframe!

A grande verdade dessa estória toda é que hoje muitas pessoas na área de TI quando ouvem esta palavra não imaginam algo de bom; o que é um tremendo engano. Confesso, eu também quando comecei a trabalhar com esta plataforma, 4 anos atrás, tinha uma percepção errada, pra falar a verdade, eu nem a conhecia e é ai que a história pra mim começa.

Lembro que na entrevista para a vaga a gerente na época (que se tornou minha chefe depois), me perguntou se eu conhecia mainframe e óbvio, eu antes me preparei para a entrevista e li alguns documentos e sites sobre o assunto, mas que na hora não adiantaram e confessei que não conhecia muito mas sabia que era uma linha de servidores da IBM. Ela prontamente respondeu que sim e aceitou o fato de eu não conhecer o produto, achei estranho. Meses depois percebi porque ela me contratou mesmo não conhecendo nada do produto com o qual trabalharia nos próximos anos exercendo a função de Gerente de Relacionamento com Universidades para a Plataforma Mainframe aqui na IBM. Por alguns meses fiquei perdido, era muita informação, séries de máquina, tipo/modelo, configurações, sopas de letra, CPs, IFLs, zAAPs, zIIPs, LPAR, Z/OS, pra deixar qualquer um louco. Com algum tempo consegui entender o funcionamento e qualidade da plataforma que é uma combinação perfeita entre hardware e software e percebi porque o Mainframe esta aí, firme e forte há mais de 40 anos.

Não é à-toa, que nenhuma outra plataforma computacional consegue garantir índices de disponibilidade, segurança e escalabilidade como o Mainframe. Você sabia que a taxa anual de disponibilidade de um mainframe é de 99.999%? Só ele consegue isso.
Praticamente todos os bancos do mundo, grandes varejistas, empresas de telecomunicações, data-centeres, empresas de energia, órgãos-públicos e muitas outras empresas investem e confiam ao mainframe o processamento de suas aplicações mais críticas (aquelas intimamente ligadas ao negócio mais sensível da empresa).

Vejam os números abaixo:
  • Os 25 maiores bancos do mundo possuem mainframe.
  • 23 dos 25 maiores varejistas mundiais também.
  • 9 das 10 maiores empresas seguradoras globais.
  • Os maiores bancos brasileiros.
  • As empresas de telecomunicações do Brasil.
  • Os grandes DataCenteres brasileiros, públicos e privados.
  • No Brasil redes de supermercados, varejistas, concessionárias de energia, universidades, empresas de transporte, empresas do setor público e empresa de games.
Fonte: IBM

Além disso, o mainframe vem sofrendo na ultima década um processo de modernização e a abertura para rodar tecnologias que são padrões de mercado para se adaptar à nova realidade em TI. Desta quebra de paradigma surgiram padröes de rede 100% TCP/IP, maquinas 64-bit, Linux rodando em mainframe, Java, XML, SOAP e vários outros produtos, linguagens e tecnologias que hoje são padröes de mercado e que rodam no mainframe muito bem com performance e segurança, de fato . Hoje um cliente pode comprar um hardware mainframe sem necessariamente ter que executar nenhum produto de software IBM, ele instala o Linux e qualquer aplicação que rodar em Linux poderá funcionar no mainframe, basta recompilar e aproveitar as potencialidades da plataforma.

Mas calma, o Mainframe não estava morrendo? Já não tinha acabado na década de 90? A linguagem COBOL não foi extinta? NÃO! Muito pelo contrário, pelos dados acima deu pra ter uma noção. Junte todas essas empresas e pense nos milhões de clientes (pessoas físicas e jurídicas) que são atendidas todos os dias, nos mais longínquos lugares do mundo e têm o seu serviço na ponta efetuado, seja verificando um saldo no banco, recebendo uma conta em casa ou comprando um produto em alguma loja. Acho que deu pra entender que o mainframe está muito bem correto?

Vai muito bem, obrigado. Porém é ai que mora o problema. Uma plataforma que já possui grande base instalada e vem crescendo fortemente nos últimos anos precisa de gente para trabalhar na tecnologia. Para formar este pessoal temos um programa de parceria acadêmica global e também um grande trabalho a ser feito.

Aqui na IBM chamamos de Academic Initiative. É a nossa maneira de realizar parcerias com universidades, faculdades e escolas do mundo todo e prover transferência de conhecimento através de acesso gratuito a material de treinamento, software, ambientes de estudo, professores e profissionais técnicos, laboratório para exercícios, descontos em certificação e muitos outros recursos para ajudar na formação de novos profissionais em tecnologias IBM. Com a plataforma Mainframe o trabalho de formação de especialistas é; e tem que ser; bem acelerado, pois o cenário hoje no mercado é este: formação praticamente nula de novos profissionais mainframe (hoje mudou um pouco, mas há muito ainda para ser feito). Além disso, inúmeros profissionais estão se aposentando pois já desempenharam suas funções por mais de 30 anos. Com isso muitas empresas e a própria IBM estão preocupadas, pois quem irá suportar daqui a alguns anos os sistemas críticos para estes milhões de usuários?

Além disso, a falta de profissionais provoca lentidão em projetos estratégicos das empresas, demora em processos seletivos e aumento do custo dos profissionais, pois cabe à empresa efetuar todo o treinamento em mainframe para um novo profissional até que este esteja pronto, meses depois, para ser produtivo.

O cenário vem mudando. Sei que é difícil, mas confio plenamente que o trabalho que está sendo feito irá surtir efeito. Nos últimos anos, no mundo inteiro, já foram formados mais de 50 mil profissionais novos em mainframe através do Programa IBM Academic Initiative. Um trabalho muito interessante está sendo feito no Brasil desde 2006, acompanhe:

  • 80 cursos relacionados a mainframe em 43 instituições diferentes.
  • 2265 alunos e 48 professores treinados até agora.
  • Contratação de mais de 100 alunos na IBM ou nas empresas parceiras.
  • 1287 alunos treinados apenas em 2008.
  • O Brasil é o 2o país no mundo com o maior número de escolas e pessoas capacitadas em mainframe.
  • 4 cursos de Pós-Graduação em Mainframe. SP, RJ, Brasília.
  • Duas edições do maior Concurso Mainframe do Mundo (em número de participantes inscritos), com mais de 5200 participantes e mais de 500 premiados.

Um fato interessante é a união da IBM, parceiros e clientes para realizar este trabalho. Focando no ecossistema, as chances de empregabilidade de todos estudantes que capacitamos aumentam bastante. O indice de contratação é em torno de 10% do total de treinados e poderia ser muito maior se os estudantes tivessem a língua inglesa com fluidez para conversação. Este é outro gap que tentamos minimizar com algumas iniciativas paralelas.

Esta ainda é a ponta do iceberg. Tenho certeza de que em pouco tempo e com a ajuda da IBM, o meio acadêmico estará formando profissionais mainframe de qualidade e em quantidade. Todos que gostam, investem e precisam da plataforma poderão facilmente encontrar recursos para a contratação.

E como eu disse logo no começo;, depois de algum tempo entendi porque não foi exigido de mim conhecimento prévio da plataforma mainframe quando assumi esta função na IBM. Saindo do zero e hoje, conhecendo bem a tecnologia fica mais fácil saber qual a curva de aprendizado dos alunos. como devem ser realizados os treinamento e o discurso para formar esta nova geração de profissionais. E não é nada impossível, nem mesmo para alguém formado em Publicidade como eu.

Viva o Mainframe!


José Eduardo de Barros Vilela
Mini CV
Gerente de Relacionamento com Universidades para Mainframe. Seis anos na IBM e há 4 responsável pelas iniciativas de educação na plataforma mainframe na América Latina. Já atuou também na área de comunicaçao e marketing com os parceiros de negócios da IBM, revendas e distribuidores. Formado em Comunicação Social pela Faculdade Cásper Líbero em São Paulo.



Categories : [   mainframe  ]

Mar 17 2009, 01:53:48 PM EDT Permalink



Monday March 09, 2009

Concurso Mainframe IBM - Evento de Premiação 2008

Olá Prezado(a) Colega,  
 
No dia 17 de Março de 2009 (3a feira), no período da tarde teremos um super evento na matriz da IBM em São Paulo para prestigiar os participantes do Concurso Mainframe de 2008, os professores que suportaram os alunos e também premiar os campeões e o professor mais indicado.
Para que você se sinta especial e tenha o prazer de participar preparamos algumas atrações exclusivas, confira abaixo:

  • Prova de Seleção de Estagiários do Programa Oficial Passaporte IBM após o evento
  • Distribuição de Kits para todos os participantes do evento (pasta e caneta)
  • Sorteio de brindes (pen-drives de 2Gb , camisetas e um MP4)
  • Delicioso Coffee-break durante o evento
  • Palestra de Fabio Gandour: Cientista Chefe da IBM Brasil, Formado em Medicina e PhD em Computação
 
O evento começa logo após o almoço as 13h00 e contará com a abertura do Presidente da IBM Brasil - Ricardo Pelegrini.


Faça logo sua inscricão pois as vagas são limitadas!

Agenda do Evento

13h00 | Abertura: Ricardo Pelegrini, Presidente IBM Brasil
13h15 | Alessandro Bonorino: Diretor de RH IBM América Latina, Perspectivas de Contratação em Mainframe IBM Brasil
13h30 | Artur Machado: Executivo Mainframe IBM América Latina, Plataforma Mainframe Perspectivas e Estratégias
13h45 | Fabio Gandour: Cientista chefe IBM Brasil, Inovações Tecnologicas e o Mainframe neste Contexto
14h30 | Coffee break
15h00 | José Vilela e Katia Pessanha: Gerentes de Relações com Universidades: Academic Initiative para Mainframe
15h30 | Hoplon Infotainment: Caso de Sucesso Taikodom, Jogo 3D em mainframe
16h00 | Premiação dos Campeões e Sorteio dos Brindes
16h30 | Provas de Seleção de Estagiários: Passaporte IBM
19h00 | Encerramento: Término da Prova de Seleção


Será uma ótima oportunidade para conhecer algumas tendências e estratégias da IBM e também sobre o mainframe do ponto de vista de mercado, oportunidades de trabalho na área, estratégias do produto, soluções inovadoras utilizando a tecnologia e iniciativas acadêmicas, além da chance de participar de nosso processo de seleção oficial e dar  o primeiro passo para atuar na IBM como estagiário.
Contamos com sua presença, aproveite esse oportunidade!


INSCRIÇÕES
Basta enviar um e-mail para CONCURZ@BR.IBM.COM com o assunto EVENTO, colocando seu NOME COMPLETO E INSTITUIÇÃO DE ENSINO no corpo do e-mail. Pronto! Basta comparecer na IBM no dia e na hora marcadas.
DATA: 17 de Março de 2009 (3a feira)
Hora: 13h00
Endereço: IBM Brasil, Rua Tutóia, 1157, Térreo - Auditório IBM, Bairro: Paraíso. A IBM fica junto a Av. 23 de Maio, próximo ao Parque do Ibirapuera e ao Metrô Paraíso.



Categories : [   mainframe  ]

Mar 09 2009, 11:55:10 AM EDT Permalink



Wednesday March 04, 2009

Lotusphere Comes To You

É incrível o que pode ser feito quando pessoas se unem com um objetivo em comum , ou, no caso do Lotusphere Comes To You, onde a comunidade literalmente vem até você. Descubra como os softwares IBM Lotus e IBM Websphere Portal podem ajudar você a usar a colaboração para atingir melhores resultados de negócios.

No Lotusphere Comes to You 2009 São Paulo ( 24 de Março ) e Rio de Janeiro (19 de Março ), você descobrirá uma comunidade dedicada ao poder das pessoas, que quebra barreiras geográficas, amplia o conhecimento e expertise e desenvolve um ambiente de trabalho mais dinâmico e inteligente.

Você viverá o melhor do IBM Lotusphere 2009 sem deixar sua comunidade. Conheça em primeira mão como as mais recentes ferramentas e tecnologias de colaboração podem mudar a sua maneira de trabalhar.

Veja abaixo os principais assuntos que serão abordados:
Colaboração avançada
Redes Sociais
Ferramentas Web 2.0
Software as a Service (SaaS)
Comunicação unificada e colaboração
Portais.
E muito mais...

Link para os eventos e cadastro:

  • Lotusphere Comes to You no Rio de Janeiro (inscrições aqui);
  • Lotusphere Comes to You em São Paulo (inscrições aqui);



Categories : [   Lotus  ]

Mar 04 2009, 04:16:42 PM EST Permalink

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